Violência nas escolas sul-africanas preocupa
Redação SRZD | Internacional | 26/08/2008 22:32
O aumento de assassinatos praticados por alunos de escolas na África do Sul é resultado de uma série de fatores sociais, culturais e religiosos, afirmou o chefe executivo da Comissão de Direitos Religiosos, Culturais e Comunidades Lingüísticas do país, Phumla Madiba. Segundo ele, a sociedade sul-africana enfrenta sinais sérios de criminalidade, intolerância e desrespeito entre seus cidadãos.
"Enquanto todos tiverem direitos, ninguém tem o direito de matar, incluindo o Estado", declarou Mandiba. A comissão incentivou campanhas contra esse problema social na tentativa de promover a paz e o respeito pela vida.
Para a presidente da comissão, Marlene Bethlem, os alunos têm necessidade de "deixar a sua marca", assim como imitar uns aos outros. De acordo com ela, os principais culpados por influenciar as crianças são bandas de música e programas de televisão.
"A segurança nas escolas vem sendo monitorada para que seja criado um ambiente seguro nelas", informa Marlene.
Já o chefe-executivo do "Moral Regeneration Movement", Zandile Mdladla, disse que o problema não se restringe às escolas, e sim a toda a África do Sul. "Não é tudo culpa do sistema de ensino. Existe a necessidade de desenvolver estruturas para auxiliar a luta contra questões sociais".


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