
Médicos e funcionários da rede estadual de saúde do Rio iniciaram nesta quarta-feira (13) uma greve reivindicando reajuste salarial e plano de carreira. Cerca de 3.500 servidores do setor pararam de trabalhar, o que gerou o fechamento do ambulatório Carlos Chagas, na zona norte. Os hospitais Getúlio Vargas, na Penha, e Rocha Faria, na zona oeste, estão abertos apenas para emergências.
As reivindicações incluem reposição de 66% de perdas salariais. Os protestantes se dizem insatisfeitos com a proposta de reajuste de 8% anunciada nesta segunda-feira (12) pelo governador Sérgio Cabral.
Na manhã desta quarta, em local próximo ao Palácio da Guanabara, um ato teve início às 11h e reuniu servidores estaduais da saúde, educação, das polícias Civil e Militar, do Corpo de Bombeiros, do Metrô e da Cedae. O intuito era pedir por uma audiência com o governador para discutir o reajuste, porém ainda nenhuma resposta por parte de Cabral foi obtida.
A manifestação realizada pelos servidores bloqueou o Largo do Machado, na zona sul, entre as ruas do Catete e Bento Lisboa, e seguiu pela Rua das Laranjeiras até o Palácio.