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O destemido Paulo Barros

Thatiana Pagung | Thatiana Pagung | 12/07/2008 11:26

"Acreditar, desafiar
Superar os limites do homem
Brincar de Deus, criar a vida
Querer voar e flutuar"

Em 2004, a Unidos da Tijuca acreditou no até então "desconhecido" carnavalesco que vinha do Grupo de Acesso, e ele desafiou, superou os limites, brincou de Deus, e levou para a avenida o carro "Criação da Vida", o tão famoso carro do DNA,  ganhando o Estandarte de Ouro na Categoria Revelação. Do alto do carro, figurantes coreografaram com os braços, simulando a presença e o movimento dos genes humanos. Foi um desfile sensacional, realmente, em todos os segmentos. Foi assim que o mais polêmico dos carnavalescos dos últimos anos começou sua trajetória no Grupo Especial. Paulo Barros passou a ser conhecido como ousado, inovador,  carnavalesco das "alegorias humanas". Voou do Acesso para o Especial e flutuou na fama repentina.

O impacto de seu trabalho foi tão forte que gerou expectativa em torno de seus desfiles. Não aceitariam que seus desfiles fossem inferiores ao de 2004, ou menos ousado. Pois é, a fama lhe trouxe ônus e bônus.

Vejo várias pessoas criticarem o trabalho de Paulo Barros. Por que será? Será que a culpa é dele mesmo, ou do tal assédio da mídia em torno de seu nome, devido ao repentino sucesso de 2004?

Não estou aqui para defendê-lo ou dizer que gosto 100% de seu trabalho, até porque não gosto de tudo. Gosto é gosto, e cada um tem o seu. O que mais gosto em Paulo Barros é a coragem que tem em ousar, não se importando se sua arte está nos padrões estéticos convencionais. Aliás, convencional ele não é nem um pouco. Não tem medo de externar sua arte da forma como pensa, como sente.

Porém, os critérios de avaliação no Carnaval ainda são muito subjetivos. As escolas são avaliadas de forma comparativa. Então, como avaliar um carnaval de Paulo Barros, se a cada ano ele se distancia do carnaval das outras escolas, quase criando uma nova forma de carnaval? Cabeça de jurado ninguém entende. Quando deparam com esta situação então, tudo pode acontecer.

Sua obra é um tanto quanto expressionista e surrealista, muitas vezes se torna transgressora demais. Após o carnaval de 2008, Bruno Filippo, coordenador do Instituto do Carnaval e colunista do site O Dia na Folia, escreveu em sua coluna "Acadêmicos do samba" o artigo intitulado "O carnaval descarnavalizado de Paulo Barros". É isso mesmo: o que conhecemos sobre desfile de escola de samba está muitas vezes longe de ser o que é apresentado em alguns momentos no desfile de Paulo Barros. Um grande artista; mas, para que seja melhor compreendido, talvez tenha que se adaptar às regras do sistema, e isto me parece ser uma questão agressora a seus ideiais, extremamente particular, para o artista que é. Dosar sua ousadia com a carnavalização que todos esperam, sem perder seu estilo próprio, pode ser a solução, mas não sei  se ele estaria disposto a aceitar este enquadramento.

Em 2009 teremos Paulo Barros em dose dupla; no Acesso pela Renascer, com a parceria de Paulo Menezes, e na Vila Isabel, com a parceria de Alex de Souza. Essa parceria com carnavalescos mais tradicionais, talvez traga o que citei anteriormente: uma ousadia sem perder a carnavalização. Desejo sorte as duas escolas.

Enfim, para os amantes das artes, das boas idéias, da transgressão artística, da ousadia, do novo, da representatividade sob um novo ângulo e da imprevisibilidade, a sua importância vai além do que ele seria capaz de "aprontar". E a mais pura verdade é que, goste-se ou não dele, todos o esperam na avenida.


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Postado por:gILBERTO sOUZA DE oLIVEIRA | 13/08/2008 17:22:23

Paulo Barros é nota dez em assuntos carnavalescos.eu acho ele o maximo

Postado por:Penelope | 19/07/2008 18:26:22

Mais uma vez , respaldando o comentário do colega, se o cara é "o esperado na avenida " este ano vai fazer falta (pelo menos no especial) . Thati valeu a abordagem , show de bola!!!!

Postado por:FERNANDO MOCIDADE | 19/07/2008 16:36:51

Charisteu só faltou você falar o enredo da Mocidade (CHILE) Agora Paulo Barros! Convenhamos, sabe tudo de canaval é polemico não sei, mais que todos aguardam com ansiedade o que ele vai apresentar na avenida não tenho duvida. Aproveito para deixar um grande abraço a amiga Thatiana.

Postado por:MONICA | 18/07/2008 16:55:27

DESDE O TEMPO DO COLÉGIO PADRE BUTINHA QUE VOCE ESCREVE BEM.

Postado por:Penolope | 17/07/2008 10:45:13

É surpreendente como as pessoas são repetitivas neste blog e sem conteúdo , claro que beleza e inteligência podem estar juntos gente , que papo machista !!!!

Postado por:Leco | 17/07/2008 00:47:01

na avenida eu espero sempre por voce tatiana.

Postado por:Liss | 16/07/2008 22:54:00

Uma coisa não se pode negar: Paulo Barros é polêmica sempre!!! É amado ou odiado, não tem meio termo. Por isso quero dar parabéns à Tatiana pq seu artigo está muito bem escrito, texto claro e inteligente prova q beleza não é sinônimo de burrice !!! Que venham muitos Paulos, Tatianas, Miltons, Wanders .... A polêmica estimula o debate e aguça a inteligência !!!!!

Postado por:Capitão bom de samba | 15/07/2008 14:42:13

"Sua obra é um tanto quanto expressionista e surrealista" É assim que a colunista escreveu! em momento nenhum foi afirmado um posicionamento total. "um tanto quanto" é o X da questão. Faltou interpretação de alguns aqui.

Postado por:Charisteu | 15/07/2008 14:20:46

Só estamos gastando bala! MAs vamos falar sobre o que vai acontecer no carnaval 2009.......a Imperatriz tem um enredo que vai homenagear seu cinquentenário, já a Grande rio vem falar da França num enredo que me parece saturado. A Beija-Flor vai brincar, vai vir mais solta com o enredo sobre o banho, sem muito rebuscamento e mais diversão - o que a escola necessita; a Tijuca singra ao céu, com a criatividade dos ultimos carnavais; O Salgueiro vem batendo tambor com muita garra; a mangueira vem com os brasis desse mundo de deus, belo enredo, mas de uma proposta muito grande ao meu entender; Viradouro vai para a Bahia, buscando a negritude sempre marcante na obra de Milton Cunha; já a Vila vai brincar o carnaval no teatro municipal, embora o enredo seja meio amuado, só a parte que fala sobre carnaval já da um enredo completo; à PRINCÍPIO TEREMOS UM GRANDE CARNAVAL....VAMOS LÁ

Postado por:Roberto (Piracicaba/SP) | 15/07/2008 00:43:23

É minha cara... Quantos carnavalescos já não chegaram no topo da fama e hoje vivem no maior ostracismo? Dizem, que como no futebol, "faz parte..." Sabemos que não é bem assim. Aqui no interior a gente diz: "Quem ve cara não ve coração". Que Paulo Barros seja feliz na Vila Isabel e que o Carnaval carioca ganhe com isso. Bjs

Postado por:Denise Benevides | 14/07/2008 19:03:22

O que o Paulo Barros tem é uma Estrela muito grande, o que ele faz muitos já fizeram mas não tiveram a sorte de cair nas graças da mídia. Se ele conseguir ser menos arrogante acho que poderá vir a ser sim um grande carnavalesco. Com todo respeito que todo profissional merece, acho que essa ida dele para Vila Isabel pode ter queimado um pouco o filme dele. Thati parabéns pela brilhante matéria. Vc é motivo de orgulho para nós mulheres. Bjs... adoro vc.

Postado por:Penolope | 14/07/2008 14:44:58

Me tirem uma dúvida que estou comentando a pouco tempo neste blog. Qual o problema com a Pagung ??? tem gente informando outros tópicos para conhece-la direito ... concordo com alguém que comentou que nos blogs masculinos não acontecem este tipo de coisa , qual o problema ???? a menina não pode ser inteligente é isso ????? me poupem pessoas !!!!

Postado por:Caros | 14/07/2008 14:02:06

PB, quero pedir desculpas por alguns comentários aqui postados. Mesmo não tendo procuração de ninguém, venho em nome de alguns desmistificar o contraditório ao seu talento. A mais pura verdade é que vc está a frente de presidentes, carnavalescos , e de comentaristas de momento. Sua obra merece um outro entendimento, e para isso as pessoas devem estar preparadas para entender. Enfim, vejo que existem muitos cegos sem culpa, alguns estão aqui embaixo(sic).

Postado por:paulo da portela clone | 14/07/2008 13:51:10

Paulo barros é muito invejado.seu carnaval é diferente e pronto!A lindesa da tatiana acertou na mira,falou super certo.

Postado por:Penolope | 14/07/2008 13:33:48

Não concordo com esta questão de senso comum, acho que devemos sim ter e ser o diferencial para que abra espaço para comparações discussões , mesmo que seja para criticar dizerq ue não entendeu ...enfim o contra-senso , o elemento surpresa , até porque como diria Nelson Rodrigues "Toda unanimidadae é burra" !!

Postado por:Lincoln | 14/07/2008 11:06:05

Desde criança aprendi que carnavalesco, oi mais humilde que fosse, tinha que ter duas características que sobressaíssem: o conhecimento e a capacidade de fazê-lo palpável. É assim com Rosa Magalhães, Renato Lage, Pamplona, Arlindo Rodrigues, J30, Fernando Pinto e outros. Nos carnavais destes carnavalescos vê-se um trabalho profundo, que faz nascer em quem o assiste o senso crítico, infelizmente no trabalho do PB esta compreensão não é tão latente como nos outros. Boa sorte ao Paulo Barros neste período de "deserto" em que passa, que consiga absorver as liçoes de todos os fatos e se recicle para que seus aperfeiçoamentos carnavalescos possam se fazer cada vez mais próximos do senso comum.

Postado por:Penelope | 14/07/2008 10:30:29

Concordo com "Capitão bom de samba" , quando um carnavalesco é esperado na avenida, quando se cria qualquer expectativa em torno do desfile do mesmo , é por que o cara é o diferencial , neste carnaval de mesmice que tanto tenho comentado a única coisa boa que aconteceu nestes últimos tempos foram as performances inteligentes de Paulo Barros e não desmerecendo o carnaval rococó e tradicional que é também é bélissimo e devem continuar nesta linha as que optam por este tipo de desfile, pois na verdade tem espaços para todos nesta festa que tem que ser "popular" por excelência.

Postado por:Márcio de Brasília | 14/07/2008 09:11:23

Belo texto, mas que fique claro: o Paulo será o coadjuvante do Alex no enredo que já estava pronto e desenvolvido. O artista principal da Vila é o Alex, o Paulo é um paraquedista que, sem noção, está se aproveitando da criação alheia.

Postado por:Regianldo Santos | 14/07/2008 09:07:56

Sabe, que depois de ler sua coluna sobre o Sr. Paulo Borros, me veio uma coisa em mente, se ele fosse, tradicionalista como os demais carnavalescos seria apenas mas um, então um dia ele acordou e pensou, vou fazer alguma coisa que me chame a atenção, então arriscou e deu certo, pois tudo que ele faz a midia cai em cima, e como vc mesma disse, gosto cada um tem o seu, deu certo!

Postado por:donga | 14/07/2008 08:39:02

Com o devido respeito a colunista que deu brilhantemente o pontapé dessa discursão, gostaria de agradecer a todos os debatedores pelo nível de conhecimento e educação, Show de bola rapaziada !!!!!!!!!!!!

Postado por:Leandro Barros | 14/07/2008 01:52:22

"Enquanto vcs se perdem em divagações surrealistas, os fatos: na Vila, não existe quem esteja satisfeito com a chegada do PB. Duvido que mesmo o próprio PB esteja confortável. É muito difícil que essa "parceria" chegue ao carnaval. Quem viver, verá" (2) ///// FLÁVIO, concordo plenamente; acrescentando, só espero que o Paulo, inteligente como é, se toque da situação e volte atrás enquanto é tempo, repensando a "proposta indecente" de nossa diretoria, para se dedicar exclusivamente à Renascer de Jacarépaguá (onde já iniciou novo projeto ao lado de Paulo Menezes, com quem compartilha autoria). Desta forma, seria bom para todos, principalmente para o próprio Paulo Barros, que não teria sua imagem profissional desgastada pela FALTA DE APOIO e FRIEZA que receberá por parte da comunidade de nossa Escola, que apóia o ALEX DE SOUZA em seu tão sonhado enredo AUTORAL e confia em seu talento para desenvolver SOZINHO seu trabalho. ///// Finalizando, parabenizo Thatiana Pagung pela ótima matéria, como de costume. Abraços.

Postado por:GALILEU SANTOS | 14/07/2008 01:26:46

ola! amigos do site., Gosto, muito do trabalho deste artista sem igual que e o Paulo Barros,porém acho no meu ver que já se esgotou a mesma coisa todo ano,acho que ele devemudar um pouco esse estilo de esculturas vivas , 2008 poderia ter sido um belo carnaval porém deu no que deu.diante mão acho ALEX DE SOUZA um ótimo artista não sei o que levou o convite mais achei uma pessima ideia isso tira a autonomia do artista que lá já estava não sou contra ou a favor de nada e ninguem porém EU já enjoei de todo ano a mesma coisa.salve! o carnaval carioca.eu como carnavalesco convido a vcs conhecerem o carnaval de vitoria que faço e vem crescendo a cada ano sou ALUNO DO CURSO DE GESTÃO DO CARNAVAL DA UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ ADORO O SITE,ADORO CARNAVAL.TA NA HORA DE MUDAR ESSA HISTORIA.......RUMO CARNAVAL 2009

Postado por:GALILEU SANTOS | 14/07/2008 01:25:00

ola! amigos do site., Gosto, muito do trabalho deste artista sem igual que e o Paulo Barros,porém acho no meu ver que já se esgotou a mesma coisa todo ano,acho que ele devemudar um pouco esse estilo de esculturas vivas , 2008 poderia ter sido um belo carnaval porém deu no que deu.diante mão acho ALEX DE SOUZA um ótimo artista não sei o que levou o convite mais achei uma pessima ideia isso tira a autonomia do artista que lá já estava não sou contra ou a favor de nada e ninguem porém EU já enjoei de todo ano a mesma coisa.salve! o carnaval carioca.eu como carnavalesco convido a vcs conhecerem o carnaval de vitoria que faço e vem crescendo a cada ano sou ALUNO DO CURSO DE GESTÃO DO CARNAVAL DA UNIVERSIDADE ESTÁCIO DE SÁ ADORO O SITE,ADORO CARNAVAL.TA NA HORA DE MUDAR ESSA HISTORIA.......RUMO CARNAVAL 2009

Postado por:Paul | 14/07/2008 00:05:30

Ok Saul, não vamos ser. Abçs sempre.

Postado por:Saul Cunha | 13/07/2008 23:15:14

Paul, apenas dei a minha opinião, quem está transformando ela em grosseira é você, por enquanto não fui deselegante com ninguém por aqui...rs Daqui a pouco vou ter que ser com você! Sem abraços por hoje!!!!

Postado por:Paul | 13/07/2008 21:50:33

Saul, eu lí. Quero apenas dizer que uma atitude grosseira de sua parte, não cabe nestes embates. Um abraço

Postado por:Henrique Pessoa | 13/07/2008 16:58:52

Acho, também, meio forçada essa definição de "surrealista" ou "expressionista". Ele próprio não diz em que fonte vai beber... Todos os demais carnavalescos têm alguém dentro do próprio carnaval que admira, seja Fernando Pinto, Arlindo Rodrigues, J30, Rosa Magalhães, Renato Lage... enfim, Paulo Barros não exalta isso. Vê-se, no entanto, uma forte influência do cinema e da indústria cinematográfica "hollywoodiana". Fico imaginando se Paulo Barros não tivesse realizado o carnaval e 2004 e 2005 se ele teria o mesmo conceito que tem por muitos como o carnavalesco inovador. Suas inovações são adaptações do que sempre existiu, essa coisa de alegoria humana já havia antes de PB, talvez sem o mesmo efeito, mas já existia e nada mais de novo foi criado, não há pesquisa em seus enredos, não há estudo, não há sinopse... é tudo muito produto da imaginação sem fundamento. Não acho que carnaval tenha de ser uma tese de doutorado, mas também não tanto "a la vonté". Não saberia, por exemplo, do que trataria o último carnaval do artista se não lesse que era sobre o arrepio a proposta da escola. O carnaval do Jogo sim, esse foi didático, mas já não era mais novidade, pois me apaixonei pela Mocidade em 1993, também, pelo inovador "Marrario Feridô Sou Rei". Gosto de muita coisa que ele faz e fez, espero que ele acerte a mão na Vila e se entenda com o Souza e vice-versa.

Postado por:Henrique Pessoa | 13/07/2008 16:34:23

Interessante a coluna da rainha, vai ao encontro do que penso. Só faço uma colocação: Pior do que "castrar" Paulo ao fazê-lo se moldar ao sistema, é exigir que ele trabalhe em parceria, ou melhor, exigir que Alex trabalhe em parceria. Existe, e isso vale para todos os "cargos" dentro do carnaval do Rio, um conflito de vaidades muito forte. Certamente, a idéia não foi do Alex de trazer Paulo Barros nem Barros recusaria sem escola, agora como o trabalho em parceria vai acontecer resta-nos esperar. Essa mistura pode até dar samba, mas é preciso trabalhar a vaidade para que as idéias sejam compartilhadas, ponderadas e postas em prática em benefício, agora, da Vila Isabel. Admiro o trabalho em parceria da Beija. Todos trabalham, mas ninguém sobressai mais do que a própria agremiação Beija-Flor de Nilópolis.

Postado por:Saul Cunha | 13/07/2008 15:31:48

Donga, muito bons seus comentários... Mas vale destacar também, que Paulo Barros, quando contratado pela Viradouro, o presidente sabia dos gostos e do estilo do Paulo. Paulo Barros, a meu ver, viu que na escola de Niterói, teria mais condições de melhorar a qualidade do seu trabalho, com um melhor acabamento, tanto em fantasias quanto nas alegorias. Mudanças essas que ficaram bem visíveis no carnaval do ano passado, dos Jogos. Que aliais, foi mais um belo carnaval dele, nem eu acreditava no sucesso daquele carro da bateria, o que eu achei até de certa forma desnecessário, mas de maneira alguma vou desmerecer o trabalho e a criação, que merece todos os louros Neste ano de 2008, para mim, a plástica não ficou devendo em nada, acho que o samba é que acabou criando um clima ruim e não ajudou no desempenho da escola. Concluindo... Os diretores da Vila Isabel, vêm no Paulo, mais um reforço para o carnaval de 2009. Ele teve contatos com o Alex de Souza, até estes dias saiu uma matéria, no qual eu o achei super bem intencionado, foi respeitoso com o Alex, só aceitou o convite se o Alex aceitasse a parceria e está ai, Alex de Souza e Paulo Barros juntos no carnaval 2009. E eu acho também que Alex de Souza e adulto, inteligente e talentoso o bastante pra saber o que quer, não acham? Então vamos aguardar fevereiro... Saul Cunha

Postado por:Lau | 13/07/2008 15:15:25

http://www.sidneyrezende.com/editoria/fe

Postado por:Lau | 13/07/2008 15:12:52

DIGO: http://www.sidneyrezende.com/ editoria/fe Vá neste tópico para conhecer a Pagung melhor!!!!!

Postado por:Lau | 13/07/2008 15:10:05

http://www.sidneyrezende.com/noticia/147 90 Vai lá neste tópico pra poder conhecer a Pagung melhor.

Postado por:clebson | 13/07/2008 15:07:33

Thati,vc é demais!!!!!!!!

Postado por:Saul Cunha | 13/07/2008 15:05:38

Paul, leia novamente......... "Parabéns Tatiana Papung, você sim, mostrou ter sensiblidade pra analisar a obra do Paulo Barros, você não confundiu artista com pessoa, como grande parte faz. Aplausos calorosos pra você, guria!" O que é que você não entendeu meu querido???????? Depois dizem que eu sou grosseiro...Pelo Amor de Deus! Quando eu disse que ela não confundiu o artista com pessoa, e que muita gente faz, eu deixei em aberto...agora cada um vista esse chapéu... Deu pra entender? Saul Cunha

Postado por:paul | 13/07/2008 11:46:13

A Pagung não está sendo desrespeitada por mim, muito pelo contrário; ela com sua coluna sugeriu este agradável debate com pessoas sensíveis e esclarecedores, e por conta desta sua atitude, sou muito grato. Parabéns Pagung, parabéns ao SRZD e a todos. Flávio, estamos discutindo Paulo Barros como carnavalesco.

Postado por:Paul | 13/07/2008 11:20:54

Wilton e Carlos, Donga e Saul Cunha, Nas "Artes Plásdticas", na Alemanha, o movimento teve seu auge entre 1910 e 1920 e se expande pela literatura, música, teatro e cinema (as escolas de um modo geral, concordo, usam este movimento). Em função da 1ª Guerra Mundial (1914-1918) e das limitrações provocadas pela língua alemã, tem maior expressão entre os povos germânico, eslavos e nórdico. No entanto, manifesta-se com ênfase também na França por meio do "fauvismo". Nas artes plásticas propos a ruptura com o academismo e o impressionismo. O principal precursor do movimento é o holandês Vicent Van Gogh, seguidos de Edward Munch (O Grito) , os alemães Ernest Kirchner, Emil Nolde, Augusto Macke, o russo Vassili Kandinsky e o Suiço Paul Klee. Na América latina, no Brasil Cândido Portinari, Anitas Malfati e Lasar Segal. E a última grande manifestação de protesto expressionista foi de Pablo PÇicasso com Guérnica, em 1937. Quanto ao carro que vc. cita, mas uma vez, Paulo Barros suga obra de terceiros e a referência Salvador Dali, tenho lá minhas dúvida, e em relação ao "O Grito" de Munch, também não vejo muita (s) associação (ões) no trabalho de PB. Tivemos sim, um grito de decepção pela usurpação da obra alheia. Carlos, não concordo com voce. A questão de Paulo Barros requer uma análise maior do que possamos imaginar. Ele têm seus méritos, mas sob o meu ponto de vista, ele não transgride, pode ser expressionista expressiojnista e muito pouco surrealista, embora concorde com voce, que parte dos nossos casrnavalescos busquem estes movimentos para o nosso carnaval. O importante disso tudo é que (volto a repetir) a Pagung nos proporciona através de sua análise pessoal sobre Paulo Barros, esta discussão saudável, e isso por si só, merece elogios. Donga, como sempre voce é correto. Somos todos gratos. Saul, não vamos ficar na mesquinhez, porque este assunto gera discussões saudáveis e a Pagung

Postado por:Flávio | 13/07/2008 11:19:50

Enquanto vcs se perdem em divagações surrealistas, os fatos: na Vila, não existe quem esteja satisfeito com a chegada do PB. Duvido que mesmo o próprio PB esteja confortável. É muito difícil que essa "parceria" chegue ao carnaval. Quem viver, verá.

Postado por:donga | 13/07/2008 10:02:52

Pra fecharmos a idéia sobre a obra de PB, é bom que se diga que ele não criou nada, muito menos inventou alguma coisa, como muitos pensam. Na realidade ele explorou a idéia lançada em 92 ou 93 na Vila no carnaval Gbala pelo Oswaldo Jardim se não me engano. A diferença que nos anos 90 ainda tínhamos bons sambas capazes de levantar uma avenida e ganahr títulos. Barros surge no Tuiuti no séc XXI sem grana explorando tudo e mais um pouco esse estilo lançado em Gbala, dando ênfase a materiais alternativos. Barros cursou muito bem a dureza dos grupos de acesso. E leva esse estilo ORIGINALIDADE para o Especial na Tijuca, no Grupo em que o luxo e a sofisticação estavam pra lá de saturados. Os carasnas outras escolas estavam colocando carros com 100 m de comprimento e 15 de altura e Barros rurge nese contraponto fugindo dessa mesmice de plumas e de luxo. Faltou a ele umpouco de humildade e paciência na Viradouro em adptar o seu estilo a cara luxuosa da escola de Niterói. Mas jamais deveria ter ido para a Vila, é bom que se diga, com o carnaval do Alex na rua. Desrespeitou um colega e pode ser acusado de culpado se esse choque de estilo não der certo. E depois que não venham dizer que a culpa é da mídia. As pessoas costumam ser expert em asumir o sucesso, mas mesquinhas ao ter que reconhecer seus fracassos eo fato dos holofotes serem efêmeros.

Postado por:Saul Cunha | 13/07/2008 04:01:08

Parabéns Tatiana Papung, você sim, mostrou ter sensiblidade pra analisar a obra do Paulo Barros, você não confundiu artista com pessoa, como grande parte faz. Aplausos calorosos pra você, guria! Saul Cunha

Postado por:Wilton | 13/07/2008 02:11:25

Paul, vc relata o expressionismo. Pega o quadro O Grito, por exemplo. Por isso, concordo com a Thatiana. No surrealismo, pegue as obras de Salvador Dali... Tem muito a ver tb. Vejo no carro do castelo de cabeça para baixo, feito de baralho, por exemplo. Que ela escreva mais textos polêmicos. Fica boa mesma a discussão.

Postado por:Carlos. | 13/07/2008 02:07:49

SURREALISMO: Este movimento artístico surge todas às vezes que a imaginação se manifesta livremente, sem o freio do espírito crítico, o que vale é o impulso psíquico. Os surrealistas deixam o mundo real para penetrarem no irreal, pois a emoção mais profunda do ser tem todas as possibilidades de se expressar apenas com a aproximação do fantástico, no ponto onde a razão humana perde o controle. EXPRESSIONISMO: É a arte do instinto, trata-se de uma pintura dramática, subjetiva, ?expressando? sentimentos humanos Caro amigo, enquadrar o PB só como expressionista é encurtar a beleza dos ?quadros pintados? por ele em forma de alegorias . Talvez não tenhas observado "seus" carnavais no limítrofe da conjunção dos dois estilos. O carnaval em si, já é um tanto expressionista e surrealista, sem esforço de ninguém. Faça o seguinte exercício: imagine os últimos desfiles da Viradouro; Imagine agora este desfile num grande quadro, como se fosse uma pintura.Se este ?quadro? não contiver essas duas formas de expressão, confesso que vou ter que estudar artes novamente.Então, na minha opinião, a colunista está coberta de razão.

Postado por:Paul | 13/07/2008 01:38:52

O expressionismo é o movimento artístico e literário que se caracterizapela expressão de intensas emoções. O impressionismo exibe um enfoque pessimista da vida, marcado pela angústia, pela dor, pela inadequação do artista diante da realidade e muitas vezes pela necessidade de denunciar problemas sociais. Não vejo Paulo Barros discutindo este assunto. É possível que ele possa ter buscado em Van Gogh e outros (não muitos precursores "EUROPA"), algo interessante nas divisões cormáticas fortes, por outro lado, não vejo que possa ser ele Expressionista, já que trabalha com a energia do carnaval, onde a alegria é fundamental. Talvez o expressionismo em Paulo Barros, tente explicar isso, mas o sintoma de inveracidade torna-se um brinquedo nas mãos de alguém que dele se apropria. O drama perde o sentido. Eu Penso então que, se Paulo Barros é impressionista, é porque ele enfrenta uma questão de suas existência tardia. Corre então o risco de tornar-se uma mentira. Neste sentido permaneço com a idéia de quem mais se aproximou do expressionismmo foi o João 30, até porque em Ratos e Urubus, elo nos remeteu de certa forma ao "OS Mendigos" de Reinhard Sorge embora as raízes da sua insanidade não tenha sido mostradas. Mas de qualquer forma, o texto nos remete a esta simbologia e ela pode ser uma caçarola de subjetividade do profissional Paulo Barros. A Pagung provoca deliciosa discussão.

Postado por:Felipe Barreto | 13/07/2008 00:45:04

Admiro o texto. Está muito diferente das demais resenhas sem conteúdo que citam sobre o entedimento da importância de Paulo Barros. Só peço que po favor verifique bem o conceito de Arte expressionista e surrealista. São duas vanguardas muito ricas e apesar de parecidas tem um diferencial limite em certos padrões artisticos e na própria concepção do movimento. Tenho a certeza que Paulo Barros é plenamente expressionista....surrealismo pouco vejo.

Postado por:Wilton | 13/07/2008 00:43:14

Acho engraçado certos comentários. Muito fácil atrás de um computador se esconder. Volta aquele assunto, de que o site deveria ter um cadastro. Muita maldade. Inveja, talvez seja o melhor termo. Dela ou dele. Thatiana, vc tem é muita coragem, por isso te admiro. Escrever uma coluna sabendo que tem pessoas desse nível para falar o que quiser, escondidas atrás de uma máquina... Olha, coragem tu tem.

Postado por:Paul | 12/07/2008 23:10:12

Não sei se poderiamos dizer que a obra de Paulo Barros seja expressionista, até porque ele não é seguidor desta expressão ou adepto de alguma coisa. Também não podemos chamá-lo de surreslista, porque também ele não segue e não renova a totalidade dos valores artísticos, morais, políticos e filosóficos (sob este aspecto o João 30 se encaixa perfeitamente nesta questão, principalmente em Ratos e Urubus). Transgredir o que? Neste caso a transgressão vem da apropriação dos elementos usados no cinema (para citar apenas um - Spielberg), da apropriação do carro de cabeça pra baixo usado já algum tempo em Minas, o carro das bonecas, apropriado de artistas plásticos, ou elementos também já usados por Lage. Não sei o porque da palavra transgressão atribuída ao Paulo Barros. De qualquer forma, existe uma possibilidade de uma nova leitura, mas até aí, ele é cópia do Oswaldo Jardim. É possivel que a questão levantada por "Montaigne" seja muito mais ampla para Paulo Barros do que um singelo "FAÇA O QUE EU DIGO MAS NÂO FAÇA O QUE EU FAÇO". É possível eu ter interpretado Paulo Barros de forma diferente da sua, já que todo o texto tem inúmeras maneiras de interpretação, principalmente quando se refere que ele não está nos padrões estéticos convencionais, e é aí que está o erro: ele é convencional, não inova, copia, discute o que já foi apresentado. Assim é Paulo Barros, deixa que as leis e os preceitos da informação sigam o seu caminho e nós tomamos outro, não só pela possibilidade do desregramento dos costumes, mas também por termos opiniões e juízos que lhe são contrários, e é querendo sobrepor-se ao outro que acaba se diminuíndo cada vez mais. O que torna tudo isso irônico é a capacidade de aceitar invadir uma obra alheia, pelo simples fato de estar entre os holofotes do principal espetáculo. Vida que segue

Postado por:Bruno Filippo | 12/07/2008 22:24:07

Thatiana, Obrigado pela citação do meu artigo em sua coluna, que aliás está ótima e muito bem escrita. Paulo Barros pode não ter sido o primeiro a fazer as inovações que lhe são atribuídas; mas foi ele quem as sistematizou, quem as incorporou à sua concepção estética de carnaval.

Postado por:BENICIO | 12/07/2008 21:35:49

Paulo Barros tem seu mérito sim, mas ainda está um pouco equivocado em seu carnaval...a festa da sapucai é grandiosa e tem uma história lindissima. Os desfiles das escolas de samba consagraram o carnaval do Rio com um estilo impar, admirado no mundo todo. Acho que o Paulo Barros só vai ganhar com as parcerias que fez. Deve aproveitar ao máximo a experiência e entender que a sapucai, digo, o carnaval da sapucai é maior que ele, ou que qualquer outro carnavalesco. Agora, quanto a "colunista" , sugiro que a mesma leia mais, estude mais e tenha mais cuidado nos termos que usa. Seu texto é amador demais. Não traz nada de novo, apenas repete o que já foi escrito em jornais e no boca a boca das ruas. Ela fala de transgressão no trabalho do Paulo, mas todos sabem que coreografias em carros já é uma idéia batido nos desfiles, antes do Paulo estrear no grupo especial. Aprimorar o que já existia não é ser transgressor. Pagung você ainda tem chance de melhorar.boa soret !

Postado por:Wilton | 12/07/2008 20:23:17

Cada vez que a Thati se supera, ela é invejada. Parabéns por vc sempre ser perfeita na sua forma de escrever, agir, ou seja, ser. Ninguém fala assim dos colunistas homens do site. Ou seja, Pagung, vc incomoda, e muito. Continue assim, tá no caminho certo. Quanto ao texto, colocações perfeitas, show. Tinham que ler o texto dela, postado no SRZD Fé ontem. Ali ela mostra o doçura e simplicidade que é. Vc é luz e continue nos iluminando sempre menina.

Postado por:colorado | 12/07/2008 20:11:12

irrepreensível.Aliás,você éuma deusa.

Postado por:Colorado | 12/07/2008 20:07:16

diferente do post 9, o texto está perfeito e com um português irreprensível. Você só veio enaltecer o bom site, e mostrar suas qualidades. Parabéns Thatiana Pagung.

Postado por:carnavalesco | 12/07/2008 18:02:51

Existem uns comentários por aqui que me parecem totalmente equivocados, já não são de hoje. Fernando Pinto era um grande artista e seu renascimento para o Carnaval foi justamente com o enredo "Como era Verde o meu Xingu" onde se via o tal tatu sobre uma árvore. Naquele ano, quem caiu no ridículo não foi o Fernando, mas um tal de Messias Neiva que apontou a - no entender dele - "falha" do tatu, e tirou pontos da escola, num absurdo sem precedentes, já que, convenhamos, colocar tatu ou qualquer outro animal sobre um carro alegórico já seria uma excrecência, pois animais não vivem em carros, mas na selva. Evidente que se tratou de uma "licença poética" do grande artista, que queria, naquele carro, retratar a natureza em todo o seu esplendor, sem se importar onde cada animal ficaria ou deixaria de ficar (pensem bem: como colocar um tatu onde eles ficam a maior parte do tempo, ou seja, debaixo da terra, em um carro alegórico?). Outro equívoco: nada mais carnavalesco do que o enredo sobre as muambas, que, na época, foi um grande sucesso, só não ganhou, porque a Mangueira fez a Sapucaí descer abaixo com o BRAGUINHA. Havia no mesmo desfile da muamba novidades sem precedentes no Carnaval, como mulheres seminuas e em "penca" em alegorias que depois vieram a ser copiadas por diversos artistas, como a Rosa Magalhães. Saudades ...

Postado por:gerson coelho | 12/07/2008 16:54:07

ola ! acho que paulo barros é paulo barros ! se ele mudar vai descaracterizar o seu trabalho ! ousado sim mas ousadia é o que o povo gosta ! veja o ano em que a batera saiu do carro ! o povo adorou ! acho que a viradouro botou fora um grande profissional. e a vila somou com a contrataçaõ do paulo.

Postado por:Capitão bom de samba | 12/07/2008 15:41:08

"E a mais pura verdade é que, goste-se ou não dele, todos o esperam na avenida". Esta frase sintetiza fenomenalmente Paulo barros.

Postado por:Rafael Menezes | 12/07/2008 15:26:40

Se pautar pela espetacularização da mídia é um pecado quando, na verdade, devíamos tentar entender a proposta artística de Paulo Barros por conta própria, identificando a essência de seu trabalho e as suas influências estéticas. A última frase dessa coluna reflete com fidelidade o pensamento dos espectadores do carnaval: "...goste ou não dele, todos o esperam na avenida". Carnaval e Filosofia parecem estar na mesma cadência, pois não é de hoje que, qualquer discurso que se oponha à razão (ao sistema padrão, ao convencional), é considerado ilegítimo. Talvez, para os jurados, Barros seja um gênio incompreendido. Entretanto, sempre ouço dos meus amigos que o desfile do Paulo é o único que apresenta um caráter didático. Também já ouvi carnavalescos dizerem que dão mais valor ao Estandarte de Ouro do que às notas (por eles, consideradas injustas) dos jurados, com relação ao quesito sensibilidade quanto ao enredo. A mídia elege seus olimpianos na Sapucaí. Em contrapartida, deixa à margem da Avenida profissionais consagrados. Por exemplo: Rosa Magalhães ganhou um Emmy Awards pela cerimônia de abertura do PAN. O fato não teve o destaque merecido. Renato Lage vai ao extremo da criação quando concebe seus carros e fantasias. Entretanto, seu trabalho fica em segundo plano, omitido pelo star system dos holofotes. Voltando à questão dos desfiles convencionais, o próprio Renato já fez referência à estagnação que o carnaval vive atualmente. Não é difícil citar algumas palavras que dão o tom do espetáculo: impacto, surpresa, ousadia... A tarefa que se impõe a Paulo Barros é a adequação de seu estilo à identidade da escola. Porém, Max Lopes disse uma vez que quem faz a escola é o carnavalesco. Espero que, entre os altos e baixos, Paulo amadureça seu trabalho e continue a fuga daquilo que é previsível. Quem ganha é o público.

Postado por:Darci | 12/07/2008 14:15:01

Para falar de PB, tem que ter conhecimento de causa. Seu relato é de uma precisão cirúrgica, pontuando e cercando os pontos mais relevantes sobre este admirável artista.

Postado por:donga | 12/07/2008 13:55:44

Já falei isso antes, Todo artista tem seus altos e baixos. Fernamdo Pinto pôs tatu em árvore me 83 na mociade e culpou na época o aderecista ?!?!? Em 84, o prórpio Pinto veio exaltando a muamba e os muambeiros ?!?!? e nem por isso Deixou de ser Fernando Pinto. J30, esse então foi execrado mais do que judas em sábado de aleluia. Paulo Barros errou na Viradouro ao não perceber a cara da escola e não ter jogo de cintura de aliar o luxo da escola ao seu estilo criativo. Uma coisa é fazer caranval na Tijuca tida até então como uma escola pequena sem muitos compromissos com a vitória. Outra é vc galgar uma escola que sempre foi de ponta e luxuosa desde o início dos anos 90. Fernando Pinto, quando chegou na Mocidade em 80 também teve dificuldades, pois pegava uma escola campeã nas mãos de Arlindo Rodrigues, e ele aos poucos, foi adaptando o seu estilo rebelde a cara barroca da Mocidade que em 1985 explodiu na avenida com Ziriguidum 2001 num estilo altamente luxuoso e sofisticado e totalmente louco e a cara do Pinto. O Erro do Barros foi querer fazer uma Tijuca na Viradouro de maneira radical não observando as características da escola de Niterói, ele se quer tentou mesclar os estilos, aí não rolou mesmo. Agora em relação a mídia, o engraçado que todo mundo corre atrás dela, quando ela vem e com ela o SUCESSO, e a pessoa não tem competência para admistrá-los, logo a culpa é dos jornalistas, da imprensa. O que que a imprensa tem haver com as bolas fora que o Barros deu na Viradouro ? Pelo contrário, foi muito ajudado, isso sim. O Carro da bateria fracassou, a pista de esqui também, não deram certo na avenida. Nada haver com mídia isso.

Postado por:donga | 12/07/2008 13:54:53

Já falei isso antes, Todo artista tem seus altos e baixos. Fernamdo Pinto pôs tatu em árvore me 83 na mociade e culpou na época o aderecista ?!?!? Em 84, o prórpio Pinto veio exaltando a muamba e os muambeiros ?!?!? e nem por isso Deixou de ser Fernando Pinto. J30, esse então foi execrado mais do que judas em sábado de aleluia. Paulo Barros errou na Viradouro ao não perceber a cara da escola e não ter jogo de cintura de aliar o luxo da escola ao seu estilo criativo. Uma coisa é fazer caranval na Tijuca tida até então como uma escola pequena sem muitos compromissos com a vitória. Outra é vc galgar uma escola que sempre foi de ponta e luxuosa desde o início dos anos 90. Fernando Pinto, quando chegou na Mocidade em 80 também teve dificuldades, pois pegava uma escola campeã nas mãos de Arlindo Rodrigues, e ele aos poucos, foi adaptando o seu estilo rebelde a cara barroca da Mocidade que em 1985 explodiu na avenida com Ziriguidum 2001 num estilo altamente luxuoso e sofisticado e totalmente louco e a cara do Pinto. O Erro do Barros foi querer fazer uma Tijuca na Viradouro de maneira radical não observando as características da escola de Niterói, ele se quer tentou mesclar os estilos, aí não rolou mesmo. Agora em relação a mídia, o engraçado que todo mundo corre atrás dela, quando ela vem e com ela o SUCESSO, e a pessoa não tem competência para admistrá-los, logo a culpa é dos jornalistas, da imprensa. O que que a imprensa tem haver com as bolas fora que o Barros deu na Viradouro ? Pelo contrário, foi muito ajudado, isso sim. O Carro da bateria fracassou, a pista de esqui também, não deram certo na avenida. Nada haver com mídia isso.

Postado por:Aparecida Chagas | 12/07/2008 12:48:41

legal !!!menina vc comentar isso , prova que não temos regras nem limites na nossa folia ,a rainha de bateria que é excelente colunista e por ai vai eu tb acho que o Paulo Barros tem altos e baixos porem me encomoda muitos menos suas "invencionices" que a copia descarada de carnavalescos que recebem um absurdo e reeditam fantasias carros e tudo assim fica chato e parece um retrocesso ... por tras das "coregorafias" vejo esperança alegria ousadia e principalmente carnavalização entretenimento alegria loucura tudo que eu uma humilde foliã aprendi a gostar Salve Paulo Barros que mesmo errando esta fazendo bem pra festa ... a midia tb erra mas não é burra sabe "separar o joio do trigo "por isso este assedio ao o melhor artista da folia no momento

Galeria do Carnavalesco