
Após uma audiência de conciliação no Tribunal Superior do Trabalho (TST), em Brasília, nesta segunda-feira (7), os funcionários dos Correios optaram por continuar com a greve que foi iniciada na semana passada. Hélio Costa, ministro das Comunicações, esteve presente na reunião.
A Federação Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresa de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect) informou que o governo havia proposto que houvesse a suspensão da greve para uma renegociação. Os trabalhadores, no entanto, só irão encerrar a greve caso os dias em que estão sem trabalhar não forem descontados e se houver o aumento dos salários (aumento do piso de R$ 603 para R$ 1.119), além de um plano de carreira.
Desde que a greve começou, na semana passada, aproximadamente 28 milhões de encomendas já deixaram de ser entregues em todo o país. Entretanto, na sexta-feira (4), o TST determinou que 50% dos trabalhadores parassem com a greve. Os Correios informaram que, atualmente, há cerca de 60% do quadro de funcionários ativos.
Os funcionários dos Correios de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins e Amapá não participam da greve.