Em 20/Nov/08 05:11:19

Adiado o depoimento do deputado Álvaro Lins

Os depoimentos do deputado Álvaro Lins (PMDB) e de dez testemunhas de defesa chamadas pelo parlamentar para depor no caso que apura a quebra de decoro do peemedebista, foram adiados para a próxima quarta-feira (9) pelo Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Assembléia Legislativa do Rio. O início da apresentação oral da defesa de Lins estava prevista para esta sexta-feira (4), mas o deputado se recusou a depor, alegando que o conselho não poderia funcionar durante o recesso parlamentar.

Das testemunhas, apenas a deputada federal Marina Magessi (PPS-RJ) marcou presença na Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), no entanto, seguindo as determinações do defensor dativo de Álvaro Lins, Yuri Sahione, Marina também não prestou depoimento.  Sahione afirma que, de acordo com o Código Penal, "as testemunhas deveriam ter sido intimadas e isso não aconteceu". O defensor protocolou ainda um recurso na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Alerj contra a convocação do conselho.

O deputado Paulo Melo, presidente do conselho, por sua vez, afirmou que caberia à defesa trazer as testemunhas, assim como apresentar os endereços das mesmas. Segundo ele, os endereços só foram informados nesta quinta-feira (3). Mesmo sem os depoimentos, os deputados realizaram a reunião do Conselho de Ética e votaram os pedidos registrados na defesa escrita de Álvaro Lins. Entre as especificações, a solicitação pelo conselho de cópias de processos de operações realizadas pela Polícia Federal, das interceptações telefônicas, dos registros de ocorrências de apreensão de máquinas caça-níqueis e dos ofícios relatando irregularidades na Delegacia de Meio Ambiente, além de outros documentos.

Os deputados votaram a favor apenas do pedido para que o Instituto Félix Pacheco (IFP) disponibilizasse cópias das folhas dos antecedentes criminais do delegado Luiz Carlos dos Santos, da ex-mulher de Álvaro Lins, Luciana Gouveia dos Santos e de Wanda Oliveira, ex-mulher do vereador Francisco Bullos, sogro de Lins.

Participaram ainda da reunião o corregedor-substituto da Casa, deputado Comte Bittencourt (PPS); o relator do processo contra o deputado Álvaro Lins no Conselho de Ética, deputado Audir Santana (PSC), e os deputados Olney Botelho e Paulo Ramos, ambos do PDT e, respectivamente, membro e suplente do conselho. 

Isto vai ficar enrolando até virar pizza. O medo etá fazendo isto!A QUEM ESTÃO ENGANANDO????? Ao realizarmos a leitura da notícia, fazemos uma rápida reflexão e concluímos que o Estado do Rio de Janeiro não é somente omisso, mas sim co-autor em todos os ilícitos praticados por seus agentes. Muitas pessoas podem ficar abismadas com tal afirmação, pensando que se trata de mera calúnia, porém gostaria que algum representante da Secretaria de Segurança explicasse como um ente da federação como o nosso, possui diversos órgãos de controle e fiscalização da Polícia Militar (Corregedoria Geral Unificada, Corregedoria Interna, PM/2, diversas Delegacias de Polícia Judiciária Militar (se não me falha a memória, são 4), Mini-Corregedorias nos Batalhões, Serviço Reservado - P/2) e mesmo assim, policiais militares continuam extorquindo livremente o povo carioca. Quantas pessoas trabalham nestes órgãos correcionais? Com certeza não são poucas e mesmo assim, continuam acontecendo fatos como este que não é novidade para a população e muito menos para as autoridades. Tenho certeza que se algum responsável pela PM for procurado pela imprensa e falar sobre o ocorrido, afirmará que nada sabe e que ao tomar ciência do dos fatos, serão tomadas as providências cabíveis e que tudo será apurado. Vocês acreditam? Mesmo com todos estes homens trabalhando na fiscalização da Corporação, ninguém soube o que ocorria? Foi necessário que a Presidente da Associação de Moradores de Botafogo tomasse uma atitude que nenhum agente do Estado, que tem a obrigação legal e todos os mecanismos a sua disposição tomou. Mesmo que apure e puna os responsáveis, será que não podia ter sido detectado antes por algum desses órgãos a mais tempo, evitando a exposição dessa senhora? Não concordam? Será que Dona Regina Chiarardia está realmente segura, ou entrará também para mais uma negra estatística como mais uma testemunha assassinada antes de conseguir depor? Assim, podemos concluir que há um acordo tácito ent

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