O futuro do samba está nas mãos dos julgadores. Deles será cobrada a fatura caso o resultado venha a diferir do apresentado na avenida. Depois de um ano conturbado, a Liesa, a Associação das Escolas e a Prefeitura do Rio têm batido, com muita propriedade, na tecla da lisura. O resultado disso tudo só veremos na quarta-feira de cinzas, mas acredito que este será o carnaval em que o público, por meio dos veículos de comunicação, estará mais atento às classificações das escolas.
Mesmo sem a devida comprovação de fraude nos resultados, o desfile do Grupo Especial de 2007 ficou marcado por injustiças que não necessariamente envolvem a primeira colocação. Responsabilidade foi a palavra mais dirigida aos julgadores pelo presidente da Liga, Jorge Castanheira.
E que responsabilidade é esta que queremos ver refletida nos mapas de notas?
Responsabilidade é ver o carnaval com olhos de artista e de folião, atribuindo notas justas às escolas. Responsabilidade é saber discernir entre o belo e a farsa. Responsabilidade é não se deixar levar pela suntuosidade dos camarotes das agremiações na avenida, e sim, pelo que carnaval que ali apresentam.
Este colunista saiu do carnaval de 2007 menos apaixonado pela festa. Os julgadores não tiveram com a minha escola, Acadêmicos do Salgueiro, a tal responsabilidade que o presidente da Liga clama em seu discurso. Fomos afrontados com uma posição injusta. Foi o fim da ingenuidade, do romantismo. Espero que em 2008 a história não se repita com nenhuma outra agremiação. Nada é tão doloroso quanto a injustiça, especialmente para um salgueirense, cuja escola tem Xangô como orixá de cabeça. Que seus raios iluminem os que julgam e atribuam notas coerentes com o que estão vendo. O futuro do samba está em jogo. E a sociedade está de olho.
Julgamento Paralelo
Você nota quando alguma coisa está fora da ordem quando os “experts” em samba começam a definir possíveis favoritas a partir de critérios um tanto quanto estranhos. De uns anos para cá, o quesito “poder político” tem elevado a cotação de algumas agremiações e rebaixado outras nas informais bolsas de apostas. Pois bem... É como a violência no Rio. É um absurdo, mas a gente acostuma, fazer o quê? Mas as coisas não deveriam ser assim.
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Pelo que vi das alegorias, a Gra
Amigo Gustavo, Sempre apreciando a qualidade dos seus textos, ouso apenas discordar quando você diz que "o futuro do samba está em jogo". Acho que foi
ah essa agora de chorar 95...Quem é que deveria ter sido rebaixada em 2005 mesmo hein?!
Onde essa zorra vai para , todo ano e a mesma coisa , ho
Antonio G. Xavier Alguém duvida da real intençao de se "infiltrar" um "ser humano" que joga
Rodrigo tb não esqueço. lembro bem desse 9,5 (mas esqueci o nome do bandido.) lembro que
para esse ano, espero q pelo menos as previsões de disputas estejam certas entre salgueiro, vila, mangueira, portela e bja flor, e correndo por fora, mocidade, imperatriz e viradouro.
Espero sinceramente um carnaval diferente de todos, a birra com a bja hj já foi a birra com a imperatriz q tbm ganhou capeonatos na mão grande, q o diga o de 95 q a Portela foi aclamada por todos a campeã e um imbecil vendido de 9,5 inexist
PERIGO ESTA EM JURADOS COMO O TAL BRUNO, EU GOSTARIA DE LER AJUSTIFICATIVA DE SUAS NOTAS COM CERTEZA ABSURDOS SERAO ESCRITOS O QUE UM EMPRESÁRIO DE FESTAS ENTENDE DE SAMBA .
em 23 anos de liesa das de 18 foram campêa era escola de patrono envolvido ao jogo do bicho só okoku mangueira que nunca teve bicheiro foi campea realmente no brasil oqui é serio é carnaval
E ao fato da escola de ramos ter fei
Eu não disse rivalidade colega entre nenhuma das agremiações, somente questionei o fato de se ter já escolas com suas devidas posições mesmo antes dos desfiles. Continua...
Quero dizer, Portela campeã, nos envelopes (INDEVASSÁVEIS??) na quarta-feira "travosa" da TV Globo... De niterói... De caxias... de Nilópolis... Haja goiaba!!! kkkkkkkkkkkkkkk
Concordo com o Fabricio. Imperatria conquistou "seus" titulos quando o Luizinho foi pres da Liesa. Foi logo ele sair e Rosa "perdeu" a competencia??? Em 95, a Portela foi a maior vítima. Quem