Meirelles diz que seu sucessor na presidência do BC é 'dureza'
Redação SRZD | Nacional | 26/11/2010 18h55
Em almoço com economistas nesta sexta-feira, o presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, voltou a fazer elogios a seu sucessor, Alexandre Tombini, que atualmente é diretor de Normas da instituição. Brincando, Meirelles disse que, apesar de pensarem que Tombini tem "personalidade amena", ele é "dureza".
Ele participou do 21º Congresso Nacional de Executivos de Finanças, em Vitória nesta sexta e, durante o almoço, voltou a falar que a escolha da presidente eleita, Dilma Rousseff, foi "excelente" e se disse "realizado" com ela.
Meirelles explicou porque não teria sido bom anunciar que ficaria à frente do BC até dezembro e citou o episódio do rombo de R$ 2,5 bilhões do banco Panamericano, do grupo Silvio Santos. Segundo ele, em um momento desses, não é aconselhável ter um "vácuo no poder" do BC. Ele também disse que a instituição financeira teve "perdas internas absorvidas pelo acionista controlador".
Em seu discurso, que durou mais de uma hora, ele apontou realizações do governo Luiz Inácio Lula da Silva e disse que há projeções indicando que mais 14,5 milhões de pessoas passarão a linha de pobreza positivamente até 2014, como aconteceu com 20 milhões de pessoas nos últimos sete anos. O presidente do BC também afirmou que mais de 36 milhões de brasileiros devem entrar na classe média no governo Dilma.
Oscar Oliveira
27/11/2010 06:45:08
Se há um setor com desempenho espetacular foi o econômico. Foi justamente esse setor que elegeu DILMA.Sem isso a falação do Presidente teria caido no vasio.O Brasil muito deve ao Meirelles.Sra. Dilma, EM TIME VENCEDOR NÃO SE MECHE.
LOURIVAL JOSE GONALVES
26/11/2010 20:44:32
HERIQUE MEIRELLES EU SOU DEFESOR SEU, VOTEI NA DILMA PARA VOCE FICAR NO BANCO CENTRAL ELA JA ME CONTRAREOU.U
Geraldo Nogueira Pereira
26/11/2010 20:01:02
Se o próximo sucessor for capaz de baixar os juros do cheque especial; baixar as taxas bancarias, de aumentar para 30% o minimo do pagamento no cartão de credito, de proibir carro forte de estacionar em vias públicas em horário de grande pico, se ele for capaz de discernir que quem presta o serviço é a instituição e não a sociedade, já estará de bom tamanho.








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