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Valdeci

Valdeci

POLÍTICA. Jornalista da área de política com atuação em jornais, rádios, assessorias de imprensa e produção de TV. Já trabalhou para "O Popular", de Goiânia, e para "Correio Braziliense", "Jornal de Brasília" e "JB". Foi repórter de rádios como "CBN", "BandNews FM" e "Jovem Pan", em Brasília, e noticiarista das rádios "Araguaia FM", "Executiva FM", "Anhaguera AM" e "Terra FM", de Goiânia.

* Os textos desta seção não representam necessariamente a opinião deste veículo e são de responsabilidade exclusiva de seu autor.



06/01/2016 22h09

Artigo: Brasília tem a cara do Brasil
Valdeci Rodrigues

Brasília tem a cara do Brasil. Faço a afirmação porque o IBGE estima a população daqui em quase três milhões de pessoas. Num universo populacional deste tamanho, há gente de todo tipo, obviamente. Incluídos aí, bandidos de todos os perfis. Mas os maiores ladrões de dinheiro público vêm, em quase sua totalidade, dos 26 estados da federação. Eles aparecem --- especialmente como autoridades --- para fazer a festa numa ininterrupta ladroagem.

Então a cidade simboliza o que há de pior no país. Eles fazem a fama da capital federal. Neste momento, então, vivemos uma situação inclassificável. Figuram em ações judiciais por corrupção os presidentes da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). Estão na mesma situação vários deputados e senadores. No Poder Executivo, aliados argumentam que nada há contra Dilma Rousseff, mas no momento ela está cercada de gente também sob investigação.

O partido da presidente da República tem nomes de presos e investigados --- exemplo do ex-líder do governo no Senado Delcídio do Amaral (PT-MS) e do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, ambos encarcerados. Já fica enfadonho citar todos eles, com situações emblemáticas, como a do ex-presidente da Câmara dos Deputados João Paulo Cunha. Altas autoridades, sim, condenadas ou indiciadas pelo crime de roubo de dinheiro dos contribuintes.

A face de Brasília é a do Brasil porque aqui, quarta cidade em número de habitantes, a grande maioria da população é honesta. Gente que trabalha arduamente para sobreviver. Temos dezenas de milhares de pessoas que nunca pisaram pés na Esplanada dos Ministérios ou só passaram por ali rapidamente como os turistas. Mas vamos lá. A cidade só é famosa assim por causa da administração federal.

Neste início de ano, estamos sem ter condições de dizer ainda como tudo isso vai acabar. Há o risco de todo este bafafá não provocar alteração nenhuma no comportamento dos que ocupam cargos públicos. E que o roubo dos engravatados continuará, com elevado número de foras-da-lei no governo federal. Esta possibilidade só já não é realidade porque sempre trabalhamos com o imponderável. Sem contar que jogamos uma dose de esperança na história, mas sem base em fatos reais.

O resultado está aí. O país no fundo do poço e, mesmo assim, a roubalheira continua sem freios. Some-se a isso a farra com dinheiro público em empregos para a turma que faz parte do grupo. Dizer, como repetem os petistas, que a situação só está assim porque agora há investigação, é balela. Mereceria uma sonora gargalhada se a situação não fosse tão trágica. Desconfio que este argumento tenha nascido na prancheta de algum profissional da propaganda. É conversa que só convence fiéis do PT e beneficiários do assalto generalizado ao erário!


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04/01/2016 20h38

Artigo: Pequeno delito não justifica um José Dirceu
Valdeci Rodrigues

Tenho ouvido e lido em enorme quantidade um raciocínio torto. Uma argumentação enviesada. É o tipo de ideia que tira a monstruosidade dos monstros: os assaltantes de dinheiro público. Sim, esses ladrões de colarinho branco que roubam incessantemente milhões e milhões de reais a cada hora. Gente como o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, condenado e preso por corrupção. E mais uma turma do PT, de outros partidos, doleiro, lobista etc.

As orações são recorrentes. Fulano que oferece uma propina para o guarda reclama de corrupção no governo. E por aí vai, com exemplos semelhantes. Eu mesmo já escrevi sobre essa propensão do ser humano para corromper. Esse raciocínio é um achado para os ladrões de colarinho branco. Nada poderia ser melhor para eles. É como se uma multidão dissesse: "Se eu estivesse lá, também roubaria".

E por que é enviesado? Essa propensão para levar vantagem do cidadão comum não pode ser comparada com a ladroagem dos homens de colarinho branco. Quem é flagrado cometendo pequenos crimes deve pagar por eles, claro. Mas no caso do político, por exemplo, não pode haver perdão por um motivo simples: ele usa raciocínios elaborados, convence milhares e milhares de eleitores de que é a pessoa certa para cuidar do dinheiro de todos.

Então não se trata mais da propensão generalizada para levar vantagem. É caso de indivíduo que não apenas sabe o que é errado. Ele propaga o que deve ser combatido e ainda persuade um mundaréu de gente a escolhê-lo como administrador dos recursos públicos.  Nesta condição, comete crime hediondo. Apropria-se de dinheiro dos contribuintes. Faz como vítimas mais de 200 milhões de pessoas. Não apenas um assaltado de bandido comum.

Esse tipo de gente vai além. Cria toda uma burocracia e legislação para lhe beneficiar. Tem seus crimes com nomes amenizados de propósito. Improbidade administrativa, peculato etc. Quando comete vários deles ao mesmo tempo, é apontado como alguém que "desviou" recursos públicos. Mas quase ninguém atenta-se para quantas pessoas morreram por causa disso. Seja na falta de hospitais, estradas e da própria segurança pública.

Igualar um "estudioso" para a criminalidade com um cidadão que oferece propina a um guarda é erro ou má-fé. Até porque os de colarinho branco, além de honestos, deveriam dar exemplo para os demais. Encabula-me como esse raciocínio torto ganhou tanta força nas redes sociais. Desconfio que tenha sido bolado por algum assaltante do dinheiro público. Como um José Dirceu e seu pares. Gente assim é uma espécie de "engenheiro" do crime elaborado nas entranhas do Estado. Não merece qualquer tipo de condescendência.



03/01/2016 19h12

Conto: Aceno a 2017
Valdeci Rodrigues

Pode parecer exagero pra ti. Eu sei. Nada altera a marcha das horas, minutos, segundos. Um minuto pode parecer uma eternidade? Sim. No mundo de emoções, ansiedades, cronômetros...

Por que este aceno, então? O 2016 promete turbulências demais. Faremos a travessia. Festejaremos tua chegada. Não desperdiçaríamos uma algazarra assim. Estou sendo apenas oportunista.

Quero ser o primeiro a dizer-te boas-vindas. Nada me custa falar logo. Espero-te de braços abertos. Desejo-te também como rótulo bom quando virares passado. Nunca precisei disso. Compreendas-me, dois mil e dezessete!



01/01/2016 20h05

Conto: Dois mil e dezesseis
Valdeci Rodrigues

De ti, nada espero. És como o outro que acabou ontem. Uma marcação de tempo apenas. Somente festejo tua chegada. Faz parte dos rituais. Inflexões em minha existência podem acontecer a qualquer hora.

Aliás, será como fiz com os outros anos passados. Adoro surpreendê-los. Mudo meu rumo em qualquer data dos teus marcadores. Na virada, sigo a festa. Se festejo sozinho, por que não acompanhar a alegria da humanidade inteira?

Não nego. Estou à espreita. Escolha de nova direção, não seria no teu primeiro dia. Sabes bem o que serás. Mais um número colado no meu destino... no futuro! Mesmo surpreendendo-te, não poderei ignorá-lo. Em quaisquer dia ou mês, acontecerá em ti, dois mil e dezesseis!!!



17/09/2015 20h04

Improviso do governo Dilma é assustador
Valdeci Rodrigues

O improviso no governo da presidente Dilma Rousseff é assustador. O resultado aí está: um país em crise econômica e política. A população já sente na pele a consequência de tamanha desorganização, corrupção e falta de rumo. E com a ocupante do Palácio do Planalto sem completar sequer um ano de seu segundo mandato, mais parlamentares ensaiando levar adiante um processo de impeachment.

Que país manteria na Presidência da República uma pessoa que confessa não dar conta de colocar as contas públicas em ordem? E que diz que um déficit calculado pelo próprio governo no orçamento da União de 2016 chega a R$ 30,5 bilhões? Que confessa que havia a percepção de que poderia gastar o tanto que quisesse?

Nesta quarta-feira, 16, Dilma Rousseff afirmou que qualquer tentativa de encurtar seu mandato é golpe. Argumentou que é necessário respeitar a democracia e a legitimidade do voto. Então, uma vez eleita ou eleito um ou uma presidente da República, o mandatário/a pode fazer o que bem entender? Mesmo que se constate a existência de crimes que legitima o seu impedimento?

O raciocínio da presidente nesta quarta-feira é enviesado. Não tem sustentação, como seu próprio governo. Exemplo de improviso está no próprio orçamento da União. Depois de enviado ao Congresso Nacional, os ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa, anunciam cortes de R$ 20,6 bilhões. Por que não foi feito antes?

Tentaram "empurrar com a barriga", ficou claro. Na mensagem da presidente Dilma Rousseff no Sete de Setembro, está escrito de forma oficial: "As dificuldades e os desafios resultam de um longo período em que o governo entendeu que deveria gastar o que fosse preciso". Para amenizar a confissão, vem o acréscimo: "para garantir um emprego e a renda do trabalhador, a continuidade dos investimentos e dos programas sociais". E a facada: "Agora temos de reavaliar todas essas medidas e reduzir as que devem ser reduzidas".

Alguém que pensa que poderia gastar "o que fosse preciso" pode ocupar a Presidência da República? E depois admitindo que não consegue controlar a situação? Leia, literalmente resposta da presidente, de forma titubeante, em entrevista coletiva no Palácio do Planalto dia nove deste mês, a respeito do déficit de R$ 30,5 bilhões.

"Nós não conseguimos. Nós, em situação normal, ou seja, com o país crescendo a taxas elevadas. Nós... Tem alguns processos que foram vetados que a gente não daria conta. O país não dava conta. Muito menos quando tem um déficit. Nós não damos conta". Precisa de confissão mais clara de incompetência do que do esta?

Mais declaração literal de Dilma Rousseff diante de vários repórteres no último dia 9. "Nós não achamos o déficit bom, tanto é assim que se a gente achasse o déficit bom, nós iríamos abraçá-lo. Nós não abraçamos o déficit. Nós queremos resolver o problema do déficit. Nós vamos buscar medidas pra resolver o déficit. Cês podem ter certeza que essa é uma forma correta de condução. Por quê? Qualquer tentativa de fazer diferente provocaria muito mais problema".

Se voto é "legítimo" para a manutenção de um mandato de presidente da República, legítima é também a maneira de impedir o ocupante do cargo de continuar. Basta que se prove condutas e crimes, como o de responsabilidade, que justifiquem o impeachment. A legitimidade do voto não blinda a ocupante do Palácio do Planalto de tudo que ela quiser.

Se a legitimidade vem do voto, o Congresso Nacional também a tem para analisar e impedir um presidente da República de continuar no cargo. Dizer que não dá conta não é crime, mas tiraria a presidente do cargo num país mais evoluído politicamente. Afirmar que pensava que poderia gastar o quisesse, idem.

Resta esperar julgamentos no Tribunal de Contas da União (TCU), sobre maquiagem nas contas públicas, e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por causa de suposto dinheiro de corrupção na camapanha, para se saber se a presidente Dilma Rousseff pode ser apeada do poder legitimamente pelo voto de deputados e de senadores que também receberam votos dos eleitores. Se o Congresso Nacional tem ou não moral para tanto, aí já é outra história.


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15/05/2015 18h55

Não há justificativa para corrupção
Valdeci Rodrigues

Eu mesmo já escrevi neste espaço sobre atitudes de cidadãos que querem levar vantagem em tudo. Situações que englobam tentativa de furar uma fila de banco e oferecimento de propina a um guarda de trânsito. Mas, depois, fiquei preocupado com a quantidade de pessoas usando este argumento para justificar a corrupção praticada por indivíduos que ocupam cargos públicos.

Essas "pequenas" transgressões, concretizadas ou não, jamais podem servir como justificativa para o roubo de dinheiro do contribuinte. Especialmente por parte de pessoas que se preparam para convencer eleitores de que são os melhores para estar no comando das administrações públicas municipais, estaduais e federal.

Quem tem o poder de convencimento pelo discurso não pode ser perdoado ao fazer o contrário do que afirmou que faria. Portanto, tem plena consciência de que não se deve corromper ou ser corrompido. Por isso, não devemos aceitar este argumento de que qualquer um faria o mesmo se fosse eleito, por exemplo.

Temos é de lutar, sempre, para que os assaltam os cofres públicos tenham punição exemplar. Nos discursos, os candidatos demonstram que têm plena consciência de que não devem cometer os crimes que grande parte deles pratica depois.

Outra batalha enorme deve ser travada para que a Justiça não seja tolerante com os apelidados de "colarinho branco". Se ao menos a maioria dos que assaltam dinheiro do contribuinte fosse presa, haveria um grande desestímulo para que outros ajam da mesma maneira.

Mas do jeito que o Judiciário atua, com tantas brechas legais --- feitas no Poder Legislativo --- para quem tem dinheiro e famosos advogados, quem rouba um pedaço de carne vai para o xilindró. E na outra ponta, infelizmente, quem embolsa milhões de reais dos pagadores de impostos continua livre para gastar a fortuna roubada.

Recentemente, tivemos um exemplo aqui em Brasília. Um grupo de policiais civis pagou a fiança e fez compra de supermercado para um eletricista desempregado. Ele havia sido preso por tentar roubar alguns quilos de carne num supermercado. Estava desesperado, há dois dias sem comer, e queria dar alimento ao filho de 12 anos.

Enquanto isso, no noticiário cotidiano, temos um desfile de figurões engravatados que roubaram milhões dos cofres públicos soltos. Todos beneficiados pelas tais "brechas", legais fora do alcance de punições exemplares. O dinheiro que eles embolsam faz falta na educação, na saúde, na segurança e na infraestrutura do país.

Em síntese, este tipo de ladroagem alimenta uma monstruosa cadeia de desigualdades sociais. Que, por sua vez, é o caldo de cultura para o aumento dos criminosos comuns. Boa parte deles livre também. A outra, lota cadeias imundas que acentuam exatamente o lado animalesco do ser humano. As pulsões ruins que podem ser neutralizadas com melhores condições de vida, educação e escolaridade.

Então, não existe desculpa para políticos e grupos empresariais que roubam o dinheiro do contribuinte como se nada estivesse fazendo de anormal. São também fora-da-lei, mas com status de gente de bem. Até onde a vista alcança, este triste e lamentável retrato do Brasil não será alterado.


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30/03/2015 19h40

Com a palavra Fernando Collor
Valdeci Rodrigues

O senador Fernando Collor (PTB-AL) fez Proposta de Emenda Constitucional (PEC) para alterar a forma de escolha e de recondução de um procurador-geral da República. Tem algum parlamentar mais qualificado para tal propositura?

Há alguém com maior conhecimento de causa do que o ex-presidente da República que foi tirado do cargo por causa de corrupção? Ainda mais agora que foi reabilitado pelos petistas ladrões e tornou-se aliado do governo do PT, de Dilma, de Lula, de Sarney...?.

Fernando Collor propõe que o chefe do Ministério Público Federal só poderá ficar no cargo por no máximo quatro anos ou dois mandatos. Não há limite para a recondução do procurador-geral atualmente. Collor deve ter o apoio de seus novos colegas de ladroagem.

Uma das 50 pessoas suspeitas de participação no esquema de roubo na Petrobras que tiveram inquéritos abertos no Supremo Tribunal Federal (STF), Fernando Collor sabe o que fala junto com seus novos parceiros, os "companheiros" ladrões.

No plenário do Senado, nesta segunda-feira 30, ele justificou sua emenda: "Sugerimos que o cargo do procurador-geral da República possa ser ocupado por qualquer um dos membros do Ministério Público brasileiro, seja da União, seja dos Estados. Não faria sentido, pois, limitar essa escolha dos membros do Ministério Público da União, como se tivessem ascendência natural sobre os demais ramos da instituição".

Quem imaginaria quando o PT investiu contra Collor de Mello que num tempo não muito distante estariam todos no mesmo barco da ladroagem? Embarcação que coube até o ex-governador de São Paulo Paulo Maluf (PP-SP), que não pode deixar o país para não ser preso pela Interpol?

Resumo da história, para tristeza de todo o Brasil: os ladrões de outrora estão agora juntos com os bandidos de agora, todos roubando o dinheiro do contribuinte. Quer destino mais cruel para esta nação!!!

 


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21/03/2015 12h38

Petistas estão realmente desesperados
Valdeci Rodrigues

Bateu. O desespero de petistas da quadrilha do ex-sindicalista profissional Luiz Inácio Lula da Silva é clara. Eles não conseguem sequer esconder mais. Sabem o risco que correm --- o de perderem o controle do erário.

A esta altura dos acontecimentos, ainda acreditam que poderão continuar roubando muito. Nesta hora, criador e criatura --- Lula e Dilma --- tentam salvar-se. E continuarem o assalto aos cofres públicos.

Mas a situação está muito embolada. Os neófitos ladrões petistas cismaram de peitar o "escoladíssimo" PMDB. O mesmo PMDB do vice-presidente da República, Michel Temer (SP), humilhado várias vezes pela grosseira ex-guerrilheira de araque Dilma Rousseff.

O descaramento da quadrilha do PT não tem nenhum limite --- repito sempre. Farão mesmo o "diabo" para continuar no poder. Veremos como se ajeitarão com o PMDB, que tem o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (RJ).

Aos brasileiros honestos nada resta a não ser esperar. Esperança também é algo difícil de ter neste momento. A chance de ladrões como Lula ir para a cadeia é praticamente zero. O Judiciário é controlado pela gangue.

Até agora, somente manifestantes nas ruas poderão tirar as excelências do Judiciário de suas interpretações de uma Constituição cheia de brechas. Mas, se depender dos ladrões do PT, o país irá até a uma guerra civil!!!


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09/03/2015 12h00

Deslealdade do PT não tem limites
Valdeci Rodrigues

A deslealdade do PT também não tem limites. O chamado Partido dos Trabalhadores fortaleceu-se com imprescindível ajuda de servidores públicos. Gente que tem tempo para ficar fazendo proselitismo.

Mas quando o PT chegou ao poder com o ex-sindicalista profissional Lula, passou a perseguir qualquer funcionário de repartição pública que não estivesse alinhado com o petismo. Bastava que algum deles entrasse portando a revista Veja. Tenho relatos pessoais sobre isso.

Então o PT loteou todos os cargos entre os "companheiros". Além de ter mais dinheiro --- petista precisa pagar parte do que ganha ao partido ---, colocou todo o Estado a serviço da legenda. Infelizmente, Aécio Neves não soube dizer isso direito na campanha.

O tucano falava em "aparelhamento". Esta palavra não é de domínio da esmagadora maioria dos eleitores. Não sei se foi falha do marqueteiro ou de sua própria assessoria. Mas alguém deveria ter avisado o senador do PSDB sobre esta questão.

Milhões de eleitores ficaram sem saber sobre o que ele estava falando durante a campanha eleitoral, no ano passado. Este "aparelhamento" é visto a olho nu em todos os órgãos públicos. A "companheirada" faz a festa. Dinheiro do contribuinte é uma maravilha, não é?

Agora, o Brasil está numa encruzilhada. Descobre antes de Dilma Rousseff assumir o segundo mandato que a petista mentiu descaradamente nos palanques. Vieram aumentos e arrochos que a ex-guerrilheira atribuía ao seu opositor, Aécio Neves.

O escândalo da Petrobras não para de crescer. Outros virão aí. São atingidos não apenas petistas graduados mas também graduados aliados do governo no Congresso Nacional. Não é possível ainda arriscar um desfecho para esta crise institucional.

Se Dilma disse ou o próprio Lula afirmou que o partido faria "o diabo" para eleger a ex-guerrilheira, imagine quantos "diabos" o PT fará para mantê-la no Palácio do Planalto. Mas entre eles próprios existem enormes divergências.

A popularidade de Lula também está sendo corroída. Logo ele, achando que poderia manobrar à vontade na sombra, tendo uma fantoche no comando da nação. Deu no que deu. Agora é esperar para ver. Está tudo turvo.  Judiciário? Ninguém acredita. Congresso Nacional, ninguém nunca acreditou.

Quando falo em descrédito dos três poderes da República, levo em consideração exatamente o povo. É o que ouço nas ruas. Sempre andei com ouvidos de repórter apuradíssimos. Agora, mais ainda. Não vejo no horizonte nenhum sinal de melhora para os brasileiros.

Mas eu posso afirmar, sem medo nenhum de errar, que o Brasil acabou de passar também pelo maior estelionato eleitoral de sua história. E os fatos estão aí muito recentes. Basta relembrar o que vivenciamos há poucos meses, durante a campanha eleitoral. 


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06/03/2015 09h35

Brasília, novo governo, práticas antigas
Valdeci Rodrigues

O novo governo de Brasília, Distrito Federal, entra em seu terceiro mês. O governador Rodrigo Rollemberg (PSB) escancarou a roubalheira comandada pelo seu antecessor, o petista Agnelo Queiroz. Não havia dinheiro em caixa. O Brasil inteiro soube disso.

Nestes três meses iniciais, porém, chegam-me a todo momento informações de que nada mudou. Do preenchimento de cargos ao resto do que não se deve fazer num governo. Nesta quinta-feira 5, eu presenciei cenas horríveis de desrespeito a trabalhadores humildes.

Eram 16h22. Três operários de uma empresa terceirizada aparavam grama ao lado do bloco onde moro. Do segundo andar, onde eu estava escrevendo, o barulho era ensurdecedor. Desci para verificar.  Mania de repórter. Não deu outra. Desconfianças minhas confirmadas.

Os três que estavam nas imediações operavam os aparadores de grama sem nenhuma proteção para os ouvidos. Um deles, quis defender o emprego. "Comecei há três dias, por isso não tenho".

Chamei seu parceiro, que estava do lado. Ele mostrou-me um "abafador" já sem muita serventia. Contou-me que a empresa não dá muita atenção a isso. O terceiro, do outro lado, nem abordei. Para mim já bastava. Daí, a escolha do título deste artigo. Sem contar essa contar esta história de terceirização...

Sinceramente, leitor, não posso deixar de registrar isto. Independente de partido político. O novo governador é do PSB. Mas tenho informações sobre preenchimentos de vagas obedecendo critérios "antigos". Rodrigo Rollemberg começou o governo sem dinheiro.

Mas já pude registrar nesta quinta feira 5, indícios de que ao menos a empresa terceirizada para tirar grama onde moro explora operários. Exploração de forma desumana. Com certeza já se trata de empresa que ganha do Governo do Distrito Federal --- como é de costume --- dinheiro que vai além do que vale o serviço prestado.

É uma aposta que faço sem receio de errar! 



04/03/2015 13h34

Lava-jato afunda o Congresso também?
Valdeci Rodrigues

Lascou-se. A operação Lava-Jato da Polícia Federal tem nomes de políticos importantes do Congresso Nacional. A informação é a de que os presidentes da Câmara e do Senado estão citados na lista. E agora?

O deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) é o terceiro na hierarquia da República. Ocuparia a Presidência em caso de impedimento de Dilma Rousseff (PT) e do vice-presidente, Michel Temer (PMDB-SP). O senador Renan Calheiros (PMDB-AL), vem em terceiro.

Esta informação sendo confirmada, já podemos trabalhar com algumas hipóteses. Nenhuma delas favoráveis ao cidadão. Como esperança, somente as ruas tomadas pelo povo.  "Povo" de verdade. Não militantes, pagos ou não.

Por quê? Há a possibilidade de "composição" entre Congresso Nacional e Presidência da República para livrar todos os responsáveis graduados pelo maior escândalo da história do país. E aí o roubo na Petrobras terminaria sem punição para os cabeças do esquema.

Mas existe também uma possibilidade, menos provável. Deputados e senadores que estão fora do esquema reagirem para proteger a instituição. Eu não acredito nisso. Mas estou trabalhando apenas com hipóteses. Um direito livre meu. Como cidadão e como jornalista.

Neste momento o que temos? Duas importantes instituições da dita democracia (?) chamuscadas. E o Judiciário? Não preciso nem dizer nada aqui sobre a Justiça. Basta perguntar nas ruas o que os cidadãos acham.

Tenho apenas uma certeza.  Ela pode ser provisória até. Sobrará para nós, jornalistas independentes. Fazer o quê? É o preço que temos de pagar para continuar a fazer nosso trabalho de forma isenta.


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03/03/2015 22h56

Quase elogio um médico!!!
Valdeci Rodrigues

Foi por um triz. Quase elogio um atendimento médico do sistema de saúde pública de Brasília. Quase, quase. Mas entre o primeiro atendimento e o segundo, nesta terça-feira 3, o que achei que seria uma exceção, está dentro da regra. Desgraçadamente faz parte do que há de pior no atendimento médico.

Final da manhã. Chego a um posto de saúde no Cruzeiro Novo, praticamente "colado" no Plano Piloto da capital da República. Este "colado" é de propósito. Conto por que algumas linhas abaixo. Fui apenas com intuito de pedir informação sobre tratamento para hipertensão.

Mesmo com o descaso característico dos funcionários públicos,  já fui atendido.  E saí com consulta marcada para o início da tarde. Bem. Tudo acabou aí. Quando entro no consultório descubro o quê? Mais um caso de profissional arrogante e, certamente, incompetente.

Além da soberba da médica, fico sabendo que o atendimento rápido tem outro motivo. Uma explicação: não deixo de ser repórter um minuto sequer. Mania minha (risos). Resolvi o que precisava, com auxílio dela  - mas a deixei sem saber disso. Contei a história ao guarda!

Sim, isso mesmo. O guarda. Ele logo me disse qual das médicas tem atendimento dentro do que se espera de um profissional desta área.  A realidade não me deixou fazer sequer um elogio. Depois, todos eles reclamam e sentem-se atingidos pelas críticas. Comecei a estudar a arrogância, de forma mais apurada, há mais de dez anos.

Coincidentemente, depois de observar como atendentes de um hospital particular também daqui de Brasília maltratava pacientes. Antes que você, leitor, pense que estou sendo apressado, informo que este início de meus estudos aconteceu há mais de dez anos.

Sucintamente: não dá para elogiar. Não é possível, a menos que separemos os bons profissionais. Isso é raridade. Fui atendido rapidamente porque --- disseram-me no posto de saúde --- a cidade está vazia. E assim permanecerá até o final da Quaresma.

Ufa!!! Foi por pouco. Quase errei!!! Sobre o Cruzeiro Novo, ainda não me convenceram a respeito da "nova" forma de denominar o Distrito Federal. No traçado original, haveria o Plano Piloto e as cidades-satélites. Mas isso passou a ferir os bacanas. Exemplo: a segunda maior favela do país fica aqui.

Então, eles querem chamar de Brasília apenas a área central e "nobre". Estas aspas são porque aqui também há miseráveis. Esses "burgueses" querem que o nome sirva apenas e tão-somente ao Plano Piloto e, claro, Lago Sul, Lago Norte... O restante são, para eles, cidades do Distrito Federal. Assim, imaginam distanciarem-se da esmagadora maioria da população. Gente que já soma mais de 2,2 milhões de pessoas.

Por muito pouco, leitor, eu estaria agora elogiando algo que não existe em lugar nenhum do Distrito Federal. A saúde pública em Brasília continua inclassificável. Claro, no mau sentido. Um horror!!!



03/03/2015 08h52

Alguém ainda acredita em Lula?
Valdeci Rodrigues

Positivo. Sim, há gente que ainda acredita em Lula.  Aliás, número considerável de pessoas. Além de seus adeptos, há uma multidão de desinformados, mais os informados que têm interesse na liderança do ex-sindicalista e ex-presidente da República.

Adeptos existem de vários tipos. Dos que ganham com a situação passada e com a atual, por exemplo. E até dos "cegos" politicamente e sem visão nenhuma da realidade. O homem tem um "exército" de seguidores. Mesmo com todos os escândalos de seus dois governos.

Nem  o "balaio de gatos" existente dentro do próprio PT afasta esse pessoal do cabra forjado já na enganação sindicalista. Gente que o segue apesar de tudo que já existe contra ele. Suas contradições, mudanças de posições, nada abala a liderança do político que foi operário há muito, muito tempo.

As divergências com o "poste" que ele criou igualmente não atrapalham sua imagem. Mas... Já é possível perceber seu desgaste com muita clareza. Quem quiser acreditar que Lula nada soube sobre os casos de roubalheira de dinheiro do contribuinte tem esse "direito".  E o "poste"? A presidente reeleita Dilma Rousseff? Esta está no olho furacão. Há possibilidade de ela sair incólume? Não existe mais esta chance. Se sair, escapará chamuscada.

O desgaste da igualmente contraditória primeira mulher a ocupar a Presidência da República dependerá ainda dos próximos acontecimentos. Mais casos de corrupção virão à tona, eu não tenho dúvidas. Ela poderá chegar ao fim de seu segundo mandato. Aos solavancos, obviamente.

Dilma Rousseff usa a mesma estratégia de seu criador. Aquela já famosa e desgastada do "não sei, não sabia de nada". O problema é que não ter conhecimento dos casos de corrupção não seria admissível num país minimamente sério e com nível razoável de pessoas informadas. Nem chego às "bem-informadas",  neste artigo.

Que os dois sabem e sabiam, para mim, não existe dúvida. A Justiça tem sua forma peculiar de atuar. O Congresso Nacional dispensa apresentação. Uma maioria é construída ali sem qualquer compromisso com o eleitor. Muito menos com o contribuinte.

Estão lá antigos inimigos figadais de mãos dadas. Na hora de manter e defender interesses próprios dos mais variados, passa-se uma borracha no passado. E de forma escancarada e sem nenhum pudor. Nenhuma novidade aí nos últimos 12 anos. A roubalheira continua. Não para nem agora com o megaesquema montado na Petrobras às escâncaras. Pode não dar em nada também. Mas...

Existe o perigo de que desta vez o resultado pode não ser o mesmo. As revelações sucedem-se de forma assustadora para o grupo que assalta os cofres públicos. Tanto o dos petistas quanto o de seus agregados na montagem da quadrilha. Ainda é usado o surrado argumento de que tudo não passa da atuação do PIG (Partido da Imprensa Golpista), uma invenção de "companheiros".

Quem noticia o assalto é da turma que quer dar um golpe para derrubar os governos populares que atendem à população "pobre" --- eu não gosto deste termo.  E por aí vai. Entram o Judiciário e o Legislativo com sua importante cota de contribuição para manter os governos mais corruptos da história do Brasil.

E agora? Existe chance de os ladrões do dinheiro do contribuinte safarem-se mais uma vez? Sim, há. Porém, a situação vai arrochando-se para o lado da turma. Enquanto isso, o Brasil naufraga. Já num nível igualmente assustador. E com divergências inadmissíveis em qualquer governo.

Enfim... Há esperanças dos dois lados. Dos que querem tirar Dilma Rousseff da Presidência da República e igualmente dos que desejam mantê-la até o fim. Até porque quem paga a conta mesmo está perdido ---- o eleitor, o cidadão, o contribuinte.

Só resta-nos aguardar os próximos lances. Eu, particularmente, como profissional e como cidadão,  acho que o nível de comprometimento de Dilma Rousseff neste último escândalo, o da Petrobras, já seria suficiente para perda de seu mandato. Mas... Trata-se apenas da opinião de um articulista.

Quem decide --- em sua maioria --- tem também interesses diretos no desfecho deste último caso e ainda no dos anteriores. Síntese: Brasil inteiro atolado por causa diretamente do roubo, da corrupção dos petistas e de seus aliados. Saída? Ainda está no nível do imponderável. Voltarei ao assunto, logo, logo.


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27/02/2015 00h14

Brasília, um mau exemplo completo
Valdeci Rodrigues

Brasília decepciona de forma completa: tanto nacionalmente, com o governo federal, quanto como uma unidade da federação. Tratarei neste artigo apenas de uma deficiência que atinge também os 26 Estados e o Distrito Federal: transporte coletivo. Não citarei uma possível exceção porque não conheço.

Não faz muito tempo, o problema crônico passou a ser denominado de "mobilidade urbana". Nesta questão, a capital do país é uma decepção total. Estou usando este tipo de transporte e posso dizer ainda com mais conhecimento de causa --- já que sou passageiro cotidiano do sistema.

Novidade? Nenhuma. As deficiências são as mesmas desde que quando aqui cheguei há 23 anos. Inclusive já fui assessor de imprensa da Secretaria de Transportes do governo local, conhecido aqui pela sigla GDF. Vi a situação por dentro.

Como repórter de cidades lá nos anos 1990 já fiz várias reportagens sobre o assunto. Incluindo aí matérias sobre a quantidade de carros em circulação na capital do país. No século passado já iniciei textos informando que toda a população do Distrito Federal poderia deixar a cidade usando os carros particulares registrados aqui.

Neste caso, era uma forma de ilustrar a quantidade de automóveis em relação ao número de habitantes. Atualmente o Distrito Federal tem quase três milhões de moradores. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) --- dados de agosto do ano passado --- o número exato referente a 1º de julho era 2.852.372, de acordo com reportagem do Correio Braziliense em agosto de 2014.

Brasília vive uma situação inadmissível em qualquer lugar. Poucos ônibus, veículos sucateados, horários despeitados, motorista que não param na parada (ponto) etc. Um caos. Ainda para completar a ideia disseminada num bordão: "Aqui, só de carro". 

Se em algumas outras capitais há pessoas que sentem vergonha de andar de ônibus, em Brasília então... Um motorista ou cobrador por exemplo --- já constatei isso pessoalmente --- trata qualquer passageiro com desdém.

É um tratamento que parte do princípio equivocadíssimo de que quem anda de ônibus é desvalido e um ser qualquer que não merece respeito. Existem as exceções de sempre, claro. Eu mesmo já pedi informação a um motorista enquanto ele descia do veículo e registrei um comportamento aparentemente inexplicável.

No caso que estou citando --- repito envolvendo-me como passageiro --- o motorista encarou-me e simplesmente não deu nenhuma resposta. Isso é leveza diante do que presenciei com outras pessoas e dos relatos que obtenho praticamente todos os dias.

Então, até onde a vista alcança nada mudará. Uma capital como Brasília, com amplas avenidas, enfrenta enormes engarrafamentos. Já observei em várias situações assim, que em cada carro há apenas o motorista.

O cidadão que tem condições de pressionar o poder público para solucionar a questão, tem vergonha de andar em transporte coletivo. Nos casos observados por mim, uma enorme fila de carros não teria gente para encher um ônibus!!!

Não há nenhum estímulo ao transporte de massa. Mas existem facilidades para se adquirir um carro. Não faz muito tempo eu e outro colega também jornalista esperamos ônibus na Rodoviária do Plano Piloto. Simplesmente os três últimos carros que deveriam sair dali naquela noite para o nosso destino não apareceram. 

Esperamos já de propósito até o fim. Fomos para casa de táxi. E nada aconteceu. Nada acontecerá. Outros passageiros reuniram-sem em grupos para chegar em seus lares também de táxi. Casos assim são corriqueiros na capital do país. 

Tudo que há de deficiência em serviços públicos em todo o território nacional existe também onde estão instalados os três Poderes da República.  É uma avacalhação geral e irrestrita!!! E não começou agora!!! Infelizmente não existe nenhum sinal de mudança no horizonte.


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07/02/2015 19h35

Dilma, um poste na Presidência da República
Valdeci Rodrigues

Está feito. O ex-sindicalista e ex-presidente Lula elegeu um poste duas vezes. E agora, Brasil? Temos uma haste de ferro na Presidência da República. Por ironia (?) ainda sem luz! O país está envolto no maior escândalo de corrupção da sua história. Acredite quem quiser que Dilma Rousseff e Lula são inocentes neste repugnante caso da Petrobras.

Se fossem inocentes não deveriam sequer ter ocupado cargo nenhum na administração pública. A presidente reeleita está paralisada. Dá sinais de que não sabe ao menos o que dizer sem o roteiro de seu marqueteiro. Não se governa com propaganda eleitoral.

Os brasileiros, enganados, pagam a conta pelos desgovernos dos "companheiros" com seus aliados --- gente do quilate de José Sarney, Paulo Maluf, Fernando Collor... ---, mais sua própria turma sedenta pelo fácil enriquecimento com dinheiro surrupiado do contribuinte.

Há "companheiros" que acreditam que tudo não passa de campanha de uma "mídia" de direita, blá-blá-blá... O Brasil está sem rumo há muito tempo. O PT já provou e comprovou sua verdadeira natureza. E a de sua estrela maior, o ex-sindicalista Lula. Ele escolheu Dilma para que ninguém fizesse sombra à sua popularidade.

Mas os tais avanços sociais estão neutralizados --- em termos de gastos --- com o roubo desenfreado dos cofres públicos. Não foi à toa que escrevi em novembro do ano passado um artigo com o título: "Brasil, feliz 2019!". A menos que esta mulher seja apeada do governo. Motivos não faltam!!!

Não se trata de golpe. Seria apenas e tão-somente a aplicação das leis já existentes. Elas são mais do que suficientes para condenar essa turma, incluindo aí o ex-presidente Lula.

Em tempo: eu não pertenço, não milito, não sou filiado a partido nenhum. Era chamado de petista no governo do tucano Fernando Henrique Cardoso por causa das críticas que fazia. Tomei esta decisão de não ter militância político-partidária praticamente no mesmo momento em que optei por ser jornalista. 


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