SRZD | Tigres


Chuvas atrapalham os treinamentos do Tigres

Redação SRZD | Tigres | 03/12/2008 18:23

As fortes chuvas que assolaram o distrito de Xerém, em Duque de Caxias, prejudicaram o primeiro dia de treinamentos do Tigres. Após a reapresentação do elenco, na última segunda-feira (01/12), estava prevista para o dia de hoje a primeira atividadade física comandada pelo preparado físico Jairo Porto.

A intenção era realizar um teste de velocidade, mas com o campo escorregadio e pesado, Porto achou por bem cancelar a atividade, e foi feito um outro trabalho e avaliações físicas dentro do vestiário do estádio.

Para a tarde de amanhã, segundo o ClimaTempo, a previsão é de sol encoberto por nuvens, mas a probabilidade de chuva é mais baixa do que hoje, e os trabalhos no campo devem ser iniciados.

Sem previsão de reforços

Um dos clubes de maior investimento financeiro no estado, o Tigres segue cauteloso e vem tratando as contratações de reforços com extremo sigilo. Viola foi especulado como possível nome, mas deve acertar com o Resende. A informação é de que enquanto o nome do treinador não for definido, nenhum contratado será anunciado. Lucho Nizzo está nos Estados Unidos, numa competição com a seleção brasileira sub-15, e só retorna no próximo dia nove para definir seu futuro no clube.


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Tigres se reapresenta cercado de indefinições

Redação SRZD | Tigres | 01/12/2008 16:53

Vice-campeão da Segundona deste ano, o Tigres do Brasil não perdeu tempo e, ao contrário do campeão Bangu, já está se preparando para debutar no Campeonato Estadual da Primeira Divisão em 2009. A maioria dos jogadores se reapresentou na manhã desta segunda-feira para o reinício dos trabalhos no CT do Tigres. Somente o volante Márcio e o atacante Roberto, artilheiro da equipe, são saídas certas: retornam à Cabofriense, que os emprestou ao time de Xerém.

Outro que não esteve na reapresentação da equipe foi Lucho Nizzo. O técnico está na Granja Comary com a seleção brasileira sub-16, e viaja nesta terça-feira (2) para a disputa do torneio amistoso Nike Friendlies 2008, em Los Angeles, nos Estados Unidos. A disputa vai do dia cinco ao dia oito deste mês, e assim que retornar ao Brasil Lucho Nizzo, que tem contrato até o fim do ano, é esperado para conversar com a diretoria do clube de modo a definir seu futuro em 2009.

O FutRio apurou que a permanência do treinador é tratada como prioridade pelo clube, mas ainda não há nada definido. Nomes de possíveis reforços também não foram especulados, e os jogadores treinarão até o término do contrato, no fim do mês, enquanto o nome do comandante e o futuro dos atletas são definidos.

Procurado, Lucho Nizzo não pôde atender pois lecionava no Sindicato dos Treinadores.


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Lucho Nizzo pode deixar o Tigres na temporada de 2009

Colin Foster | Tigres | 19/11/2008 14:36

Pode ter fim no mês de dezembro o trabalho vencedor de Lucho Nizzo à frente do Tigres do Brasil. Mesmo com o vice-campeonato da Segundona deste ano, o técnico ainda não foi procurado para negociar a renovação do seu contrato, que vai até o fim de 2008. E o destino do treinador pode ser do outro lado do mundo: o Qatar. Segundo o próprio treinador, ele foi procurado por um clube do OrienteMédio, cujo nome não foi revelado, além de ter tido uma proposta doSagrada Esperança, clube que é patrocinado por uma mineradora deAngola.

Certa mesma é a participação de Nizzo no Sul-Americano e no Mundial sub-15, disputados pela geração de 1992, grupo que participou da formação. O técnico contou, com exclusividade ao FutRio, que é uma questão de realização profissional fechar o ciclo dessa geração, já que ele havia iniciado o processo com a sub-17, que hoje é sub-20, e foi substituído no comando da equipe às vésperas das competições.

"Tive esses convites para sair, mas são apenas conversas e não há nada resolvido. Tenho essa viagem com a seleção no dia 30, e no dia 9 de dezembro eu retorno e resolvo o que fazer. A idéia é permanecer com a seleção sub-15 para o Sul-Americano e o Mundial, no fim do ano que vem. É minha meta profissional fechar o ciclo, e depois disso seguir independentemente de seleção. Se puder conciliar com o Tigres, ótimo. Se não, vou ver o que resolver", explicou o treinador. Depois, num tom que parecia de despedida, lembrou que o proposto a ele era levar o Tigres à elite.

"A nossa proposta era de segunda divisão, e o clube está bastante à vontade para resolver o futuro. O que importa é que o promeitodo foi cumprido, e se tiver um convite para permanecer, ótimo. Hoje, o Lucho é profissional da CBF", finalizou.


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Aperibeense estraga a festa com gol de empate aos 42 do segundo tempo

Stéfano Salles | Tigres | 12/11/2008 20:32

Estava tudo pronto para a comemoração. A torcida do Tigres, presente em um número até então jamais visto nesta Segundona. Tudo porque uma simples vitória poderia colocar a equipe de Xerém pela primeira vez na divisão de elite do futebol do Rio de Janeiro. Em campo, um belo jogo. Eduardo abriu o placar aos 14 minutos da segunda etapa. Muita dramaticidade nos minutos finais, até que Fábio Tosca aproveitou cobrança de falta para igualar o marcador: 1 a 1, aos 42 minutos. Com o resultado, além de o Tigres não ter garantido vaga na Primeira Divisão, o Bangu, que venceu o Olaria em casa por 2 a 1, também precisará da última rodada para garantir o acesso.

Extra-campo, nenhum problema. Os gandulas, ausentes na rodada anterior, na partida entre Aperibeense e Olaria, marcaram presença. Em campo, uma partida limpa e agradável. Apenas um ponto separava as duas equipes. Como uma derrota poderia eliminar o time "da casa", o Aperibeense buscou o jogo e não sentiu o peso do desfalque de jogadores experientes como o goleiro Zé Romário e o lateral Neném. As melhores jogadas de ataque começavam nos pés de Jorginho, pela esquerda.

Com o passar dos minutos o Tigres cresceu na partida e passou a controlar as ações ofensivas. Clayton era a principal opção de ataque do time de Xerém. Com muita velocidade e passes precisos, municiava a dupla Roberto e Eduardo, que passou em branco no primeiro tempo.

Gols, só no segundo tempo

A pressão do Tigres aumentou na segunda etapa, mas a receita ofensiva foi a mesma e foi a partir dela que saiu o primeiro gol da partida. Aos 14 minutos, Clayton avançou pela esquerda, cruzou para a área, a meia altura e contou com a colaboração da defesa do Aperibeense, que permitiu que passasse por dois zagueiros. A bola sobrou para Roberto, que ainda perdeu o lance, mas Eduardo não perdoou e bateu forte, no canto esquerdo de Jefferson: Tigres 1 a 0. Muita comemoração no banco de reserva do Tigres para o que poderia ser o gol do acesso.

O Aperibeense acordou depois do gol sofrido e equilibrou o jogo. Aos 17, falta perigosa feita por Serginho em Jorginho, no bico esquerdo da área. Magal cobrou com força e assustou o goleiro Marcos Paulo, mas a bola foi para fora.

Haja coração!

Aos 25 minutos, Wallace, do Aperibeense, assustou a todos os presentes no Estádio Giulite Coutinho. O jogador caiu no gramado e parecia inconsciente. Os jogadores da equipe de Aperibé tiraram a camisa para abaná-lo e pediam a presença da ambulância, que só entrou em campo quando a torcida do Tigres começou a gritar: "Cadê a ambulância?". Depois de um minuto, o jogador levantou sem qualquer problema e continuou em campo.

Moreno, que há tinha um cartão amarelo, fez falta dura e recebeu mais um, antes de ser expulso pelo árbitro Gutemberg de Paula Fonseca, aos 38. Três minutos depois, falta a favor do Aperibeense. Walace cobrou, a bola passou pela barreira e sobrou livre para Fábio Tosca bater cruzado, do lado direito do goleiro Marcos Paulo: 1 a 1 e esperanças renovadas para o Gigante da Beira Linha, que precisa vencer o Bangu em Moça Bonita neste sábado e torcer por tropeço do Tigres contra o já eliminado Olaria, em Xerém. Bangu e Tigres ainda dependem apenas de si e, em caso de vitória, estarão classificados para o Campeonato Estadual da Primeira Divisão de 2009.

A partida

Estádio Giulite Coutinho (Mesquita-RJ)

Árbitro: Gutemberg de Paula Fonseca

Assistentes: Wagner Almeida Santos e Jackson Lourenço Massara dos Santos

Aperibeense: Jefferson; Vitinho (Fabiano), Ronzei (Giovane), Arthur e Jorginho; Everton, William, Magal e Moreno; Walace e Fábio Tosca. Técnico: Índio.

Tigres: Marcos Paulo; Guerra, Gustavo, Zé Carlos e Oziel; Leão (Dênis), Jorginho, Marquinhos e Clayton; Eduardo (Lino) e Roberto (Aílson). Técnico: Lucho Nizzo.

Cartões amarelos: Jeferson e Moreno (Aperibeense); Leão e Marquinhos (Tigres)

Cartão vermelho: Moreno (Aperibeense)

Gols: Eduardo (14/2°t) - Tigres; Fábio Tosca (42/2°t) - Aperibeense.


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Aperibeense estraga a festa com gol de empate aos 42 do segundo tempo

Stéfano Salles | Tigres | 12/11/2008 19:57

Foto: Jorge R Jorge
Foto: Jorge R Jorge

Estava tudo pronto para a comemoração. A torcida do Tigres, presente em um número até então jamais visto nesta Segundona. Tudo porque uma simples vitória poderia colocar a equipe de Xerém pela primeira vez na divisão de elite do futebol do Rio de Janeiro. Em campo, um belo jogo. Eduardo abriu o placar aos 14 minutos da segunda etapa. Muita dramaticidade nos minutos finais, até que Fábio Tosca aproveitou cobrança de falta para igualar o marcador: 1 a 1, aos 42 minutos. Com o resultado, além de o Tigres não ter garantido vaga na Primeira Divisão, o Bangu, que venceu o Olaria em casa por 2 a 1, também precisará da última rodada para garantir o acesso.

Extra-campo, nenhum problema. Os gandulas, ausentes na rodada anterior, na partida entre Aperibeense e Olaria, marcaram presença. Em campo, uma partida limpa e agradável. Apenas um ponto separava as duas equipes. Como uma derrota poderia eliminar o time "da casa", o Aperibeense buscou o jogo e não sentiu o peso do desfalque de jogadores experientes como o goleiro Zé Romário e o lateral Neném. As melhores jogadas de ataque começavam nos pés de Jorginho, pela esquerda.

Com o passar dos minutos o Tigres cresceu na partida e passou a controlar as ações ofensivas. Clayton era a principal opção de ataque do time de Xerém. Com muita velocidade e passes precisos, municiava a dupla Roberto e Eduardo, que passou em branco no primeiro tempo.

Gols, só no segundo tempo

A pressão do Tigres aumentou na segunda etapa, mas a receita ofensiva foi a mesma e foi a partir dela que saiu o primeiro gol da partida. Aos 14 minutos, Clayton avançou pela esquerda, cruzou para a área, a meia altura e contou com a colaboração da defesa do Aperibeense, que permitiu que passasse por dois zagueiros. A bola sobrou para Roberto, que ainda perdeu o lance, mas Eduardo não perdoou e bateu forte, no canto esquerdo de Jefferson: Tigres 1 a 0. Muita comemoração no banco de reserva do Tigres para o que poderia ser o gol do acesso.

O Aperibeense acordou depois do gol sofrido e equilibrou o jogo. Aos 17, falta perigosa feita por Serginho em Jorginho, no bico esquerdo da área. Magal cobrou com força e assustou o goleiro Marcos Paulo, mas a bola foi para fora.

Haja coração!

Aos 25 minutos, Wallace, do Aperibeense, assustou a todos os presentes no Estádio Giulite Coutinho. O jogador caiu no gramado e parecia inconsciente. Os jogadores da equipe de Aperibé tiraram a camisa para abaná-lo e pediam a presença da ambulância, que só entrou em campo quando a torcida do Tigres começou a gritar: "Cadê a ambulância?". Depois de um minuto, o jogador levantou sem qualquer problema e continuou em campo.

Moreno, que já tinha um cartão amarelo, fez falta dura e recebeu mais um, antes de ser expulso pelo árbitro Gutemberg de Paula Fonseca, aos 38. Três minutos depois, falta a favor do Aperibeense. Walace cobrou, a bola passou pela barreira e sobrou livre para Fábio Tosca bater cruzado, do lado direito do goleiro Marcos Paulo: 1 a 1 e esperanças renovadas para o Gigante da Beira Linha, que precisa vencer o Bangu em Moça Bonita neste sábado e torcer por tropeço do Tigres contra o já eliminado Olaria, em Xerém. Bangu e Tigres ainda dependem apenas de si e, em caso de vitória, estarão classificados para o Campeonato Estadual da Primeira Divisão de 2009.

A partida

Estádio Giulite Coutinho (Mesquita-RJ)

Árbitro: Gutemberg de Paula Fonseca

Assistentes: Wagner Almeida Santos e Jackson Lourenço Massara dos Santos

Aperibeense: Jefferson; Vitinho (Fabiano), Ronzei (Giovane), Arthur e Jorginho; Everton, William, Magal e Moreno; Walace e Fábio Tosca. Técnico: Índio

Tigres: Marcos Paulo; Guerra, Gustavo, Zé Carlos e Oziel; Leão (Dênis), Jorginho, Marquinhos e Clayton; Eduardo (Lino) e Roberto (Aílson). Técnico: Lucho Nizzo

Cartões amarelos: Jeferson e Moreno (APE); Leão e Marquinhos (TIG)

Cartão vermelho: Moreno (APE)

Gols: Eduardo (14'/2°T) - TIG / Fábio Tosca (42'/2°T) - APE


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Zé Carlos quer time motivado para partida contra o Aperibeense

Redação SRZD | Tigres | 10/11/2008 17:18

Zé Carlos, zagueiro do Tigres.
Zé Carlos fez boa marcação sobre Bruno Luiz, e no único lance de descuido, o atacante marcou o gol.

Um único deslize da defesa do Tigres durante o jogo, e o Bangu marcou o gol da vitória. Símbolo do setor defensivo do time de Xerém, o zagueiro e capitão da equipe, Zé Carlos, lamentou a primeira derrota do time em casa, mas também afirmou que não é o momento de desanimar, pois o acesso pode vir na próxima quarta-feira (12), contra o Aperibeense.

"O gol acabou saindo depois de uma falha do lado direito da defesa, que foi muito devagar em cima do Baiano. Fomos derrotados, mas isso não é motivo para abaixar a cabeça, e quarta-feira vamos ganhar do Aperibeense para ficarmos tranqüilos na competição", garantiu Zé Carlos.

Para o capitão, a receita para que o Tigres consiga a promoção para a primeira divisão já na próxima rodada é simples: descanso e tranqüilidade. Falar sobre arbitragem? Nem pensar.

"Agora temos que manter a calma, não reclamar de arbitragem, pois quem tem que fazer isso são os dirigentes, e não nós, os jogadores. Vamos descansar para o jogo de quarta-feira e ganharmos para conquistar nosso objetivo", finalizou.


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Jogo contra o Olaria é considerado fundamental para Lucho Nizzo

Redação SRZD | Tigres | 04/11/2008 15:40

Após conquistar quatro pontos em dois jogos, o Tigres pode dar um grande passo rumo ao inédito acesso à primeira divisão nesta quarta-feira (05). Caso vença o Olaria, em Édson Passos, e o Aperibeense perca para o Bangu, em Aperibé, o time de Xerém abre uma vantagem de quatro pontos sobre o adversário do norte-fluminense, terceiro colocado na tabela.

O que, teoricamente, poderia ajudar o Tigres são os desfalques do Olaria. Silas, Marcos Vinícius, o artilheiro Assumpção estão suspensos, e não jogam mais na Segundona, assim como o treinador Toninho Andrade, que não dirige mais a equipe neste ano. Na derrota por 2 a 1 para o Bangu, no último sábado (01), David e Uilian receberam o terceiro cartão amarelo, Jordan foi expulso, e todos desfalcam o time leopoldinense. Vida mais fácil? No pensamento de Luco Nizzo, é bem diferente.

"Vamos ter dificuldades contra o Olaria, não será diferente do que tem sido. Não pode achar que vai ser fácil porque o titular saiu, pois quem está na reserva vem buscando seu espaço. Quando o treinador dá oportunidade, é a chance da vida desse jogador. Às vezes pegamos uma equipe desfalcada, achando que vai ser fácil, e é o jogo mais dificil. Quem entra, entra querendo mostrar para o treinador que pode jogar", declarou o treinador do Tigres, que poderá contar com os retornos de André e Leão, que estavam suspensos.

Ainda de acordo com Lucho Nizzo, outro fator motivacional para a equipe do Olaria é a situação do clube na tabela. Sem nenhum ponto ganho nos dois jogos disputados, os leopoldinenses ficariam em situação dificílima em caso de derrota nesta quarta-feira.

"O Toninho (Andrade, técnico do Olaria) é experiente, e teve a infelicidade de ser suspenso. Com certeza ele complicou muito o Bangu no jogo, haja visto o placar, e vai criar problemas para nós também. Vai ser difícil, porque também vai ser a chance deles de se reerguer, já que vêm de duas derrotas seguidas. Se tiverem mais um resultado negativo, acredito que eles estarão praticamente fora. Vai ser um jogo chave para nós, e se conseguirmos vencer, vamos dar um passo muito grande para chegar à classificação", finalizou.

Cadê o gol?

Nas duas partidas já disputadas entre as duas equipes na Segundona deste ano, dois empates sem gols. No dia 08/10, em Xerém, e no dia 18/10, na Bariri, em jogos válidos pela terceira fase da competição.


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Defesa do Tigres inicia bem o quadrangular final

Redação SRZD | Tigres | 03/11/2008 15:30

Foram 21 gols sofridos em 24 jogos, o que credencia o Tigres como a segunda melhor defesa do campeonato. O time de Xerém sofreu dois  gols a mais do que o Bangu, mas tem tido melhor desempenho no quadrangular final do que o principal adversário ao acesso. Nos dois jogos decisivos já disputados, o goleiro Marcos Paulo buscou a bola no fundo da rede apenas uma vez.

Nas partidas contra o alvirrubro, em Moça Bonita, e contra o Aperibeense, em Xerém, o goleiro brilhou. Em Bangu, defendeu um pênalti aos 49 minutos do segundo tempo, mas a cobrança teve de ser repetida, e o lateral Valdir perdeu novamente. No sábado (01), mostrou reflexo, e fez três defesas providenciais, que garantiram a vitória por 1 a 0. Discreto e de poucas palavras, o goleiro preferiu destacar o trabalho em conjunto a ressaltar sua boa fase na competição.

"O nosso trabalho está sendo demonstrado dentro de campo. A comissao técnica toda também está fazendo um ótimo trabalho. Temos esse ponte forte, que é a zaga, e aos pouquinhos, degrau por degrau, a gente vai chegar lá e conquistar nosso objetivo principal, que é o acesso a primeira divisão, e depois o titulo", declarou o goleiro, que é um dos destaques do Tigres na temporada.


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Lucho Nizzo afirma que esperava mais da equipe, mas lembra lado emocional

Colin Foster | Tigres | 02/11/2008 02:53

Lucho Nizzo não saiu satisfeito.

Dois treinadores, duas opiniões. Enquanto Índio, mesmo derrotado, saiu satisfeito de Xerém, Lucho Nizzo, apesar da vitória, não estava totalmente satisfeito. Na análise do treinador do Tigres, a equipe poderia ter jogado melhor, mas se afobou em alguns lances, na ânsia de querer "matar" rapidamente o jogo, o que atrapalhou o desempenho dos jogadores em campo.

"Dentro de uma competição difícil, onde restam quatro equipes bem qualificadas, o importante foi conquistar essa vitória em casa. Eu não gostei muito do desempenho do meu time, achei que poderiam ter rendido mais. Nossa idéia no primeiro tempo era pegar o Aperibeense mais em cima, mas demos algumas cochiladas, e não trabalhamos bem a posse de bola. Estávamos muito afobados, querendo fazer logo o gol", comentou o técnico.

Ainda de acordo com Nizzo, um outro fator fez com que o Tigres não repetisse o bom futebol de fases anteriores: o lado psicológico dos jogadores. Para o técnico, os atletas estavam ansiosos por verem que o sonho da primeira divisão está cada vez mais próximo e real, e não se eximiu de culpa por não ter visto isso antes do jogo.

"Acredito que o lado emocional, o fato de eles verem que está chegando ao final, afetou. A nossa torcida começou tímida e, graças ao trabalho dos jogadores, está cada vez maior. Essa ânsia de querer mostrar um bom futebol, de ver que está próxima a oportunidade única de trabalhar na primeira divisão, atrapalhou. Eu me incluo como responsável de não ter detectado e trabalhado essa ansiedade antes do jogo, mas vamos consertar para tentar melhorar na próxima partida", completou o também técnico da seleção brasileira sub-17.


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Roberto se diz aliviado com gol marcado e quer a artilharia

Colin Foster | Tigres | 01/11/2008 23:20

Roberto batalhou muito pela bola

Contratado para ser o homem-gol do Tigres na Segundona deste ano, Roberto experimentou os dois lados da vida de um atacante durante a competição: após marcar nove vezes e figurar entre os artilheiros, o jogador teve um jejum de quatro jogos sem balançar as redes e ficou no banco de reservas nas duas últimas partidas do time, contra o Nova Iguaçu, na terceira fase, e contra o Bangu, na estréia no quadrangular final.

Mas tudo mudou na tarde deste sábado (01). Dessa vez como titular, Roberto sofreu o pênalti que ele mesmo cobrou, com categoria, e garantiu a vitória que colocou o Tigres na liderança da fase final da Segundona. Para o atacante, o sentimento era claro: alívio.

"Eu estava me cobrando muito, pois atacante vive de gols. Mas quantas vezes vemos jogadores ficarem sem marcar e depois voltarem com tudo? Hoje eu fui feliz ao fazer o gol, estou aliviado, mas a vitória é que é o mais importante", declarou.

Em 2007, Roberto bateu na trave. O atacante disputou rodada a rodada com Wesley Pipico, então no Floresta, para ver quem seria o artilheiro da Segundona. Melhor para Pipico. Neste ano, Roberto tem como rival Bruno Luiz, do Bangu. Ambos têm 10 gols e brigam pelo posto, já que Assumpção, com 13, foi suspenso e não joga mais na competição, e o Angra, de Viola, com 12, foi eliminado. O goleador do Tigres promete brigar.

"Vou me empenhar ao máximo e me concentrar muito nessas quatro partidas que faltam para marcar e, se possível, chegar à artilharia da segunda divisão neste ano", concluiu Roberto.


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Tigres bate o Aperibeense por 1 a 0 e divide liderança com o Bangu

Colin Foster | Tigres | 01/11/2008 21:40

Foto: Colin Foster/FutRio

Deu para o gasto. Assim pode ser definida a vitória do Tigres por 1 a 0 sobre o Aperibeense na tarde deste sábado (01), no CT do Tigres, em Xerém. Numa partida de baixo nível técnico, o gol de pênalti marcado por Roberto, ainda no primeiro tempo, levou o time do distrito de Duque de Caxias à liderança do quadrangular final da Segundona, após empatar em quatro pontos com o Bangu, que venceu o Olaria na Rua Bariri por 2 a 1.

Na próxima rodada, o Tigres enfrenta o Olaria, que ainda não pontuou, em Édson Passos, já que o time leopoldinense perdeu o mando de campo por duas partidas. O Aperibeense, que se manteve com três pontos, recebe o Bangu no estádio José Gomes Brandão Filho.

Campo pesado e times afobados na primeira etapa

A chuva que caiu no estado do Rio de Janeiro na madrugada de sexta para sábado deixou o gramado do CT do Tigres bastante pesado, e a dificuldade de ambas as equipes saírem jogando era visível. Clara também era a afobação e ansiedade dos times, talvez pela fase decisiva que vivem, e as jogadas ríspidas e entradas duras eram comuns.

As melhores jogadas vinham do time da casa, que ameaçou por duas vezes antes de abrir o marcador: aos sete minutos, em chute de fora da área de Guerra, e aos oito com Clayton, que mandou nas mãos de Zé Romário.

Apenas três minutos depois, aos 11, o atacante Roberto avançou pela esquerda e foi derrubado dentro da área. Pênalti que o próprio Roberto bateu, deslocando o goleiro Zé Romário, que foi para o lado direito, enquanto a bola foi no ângulo esquerdo. Foi o décimo gol na competição do vice-artilheiro da Segundona de 2007.

O Tigres era mais eficiente em campo e desarmava bem, mas não aproveitou o bom momento e as dificuldades de passe do Aperibeense para matar o jogo. Aos 26, após lançamento da ponta esquerda, a zaga do alvinegro furou e a bola sobrou para Serginho, livre na pequena área, mandar para fora.

O Gigante da Beira Linha administrou bem o golpe, e foi crescendo em campo, ganhando terreno, mas esbarrou no excelente goleiro Marcos Paulo. Aos 31 minutos, após rebote da zaga, Jonathan bateu de esquerda, e o goleiro do Tigres, num lance de puro reflexo, espalmou. Dois minutos depois, Neném, também de canhota, chutou com força e a bola passou muito perto da trave direita do Tigres.

Segundo tempo muito ruim e de poucas chances

Sem alterações no intervalo, as duas equipes não mantiveram a mesma batida do primeiro tempo. O Aperibeense se fechou bem, e as dificuldades de jogar passaram para o lado do Tigres, que tentava acionar mais o lateral-esquerdo Oziel, sem grande sucesso.

Mas foi o lateral-direito do Aperibeense que iniciou a jogada de mais perigo do segundo tempo. Neném cobrou escanteio pela direita, Aécio desviou de cabeça, a bola bateu na perna de Marquinhos e, novamente mostrando reflexo, Marcos Paulo pegou, evitando o empate.

Tanto Lucho Nizzo quanto Índio tentaram mudar o rumo da partida com substituições, mas as alterações não surtiram efeito algum. No momento em que Roberto, autor do gol, foi sacado, o técnico do Tigres foi chamado de burro e até mesmo de "Dunga Junior" pela torcida.

Ciente dos desfalques que tinha, o treinador do Aperibeense fechou seu time, e a última chance da partida foi mesmo da equipe da casa. Aos 44 minutos, Daniel recebeu na ponta direita, puxou para o meio e chutou, mas Zé Romário pegou com segurança.

A partida

CT do Tigres (Xerém)

Árbitro: Adricélio André dos Santos

Assistentes: Ivan Silva Araújo e André Luiz da Silva Soares

Tigres: Marcos Paulo; Guerra, Gustavo, Zé Carlos e Oziel; Fábio, Marquinhos, Serginho (Daniel) e Clayton (Denis); Roberto (Lino) e Eduardo. Técnico: Lucho Nizzo

Aperibeense: Zé Romário; Neném, Elemo, Artur e Éverton; Ronzei (Vander), Jonathan (Vitinho), Giovani e Wallace; Fábio Tosca e Aécio (Ronaldo). Técnico: Índio

Gol: Roberto (11'/1ºT) - TIG

Cartões amarelos: Lino - TIG / Neném; Elmo; Ronzei e Wallace - APE


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Lucho Nizzo: "O futebol do Rio de Janeiro precisa evoluir"

Colin Foster | Tigres | 30/10/2008 12:41

Ativo e sempre orientando seus jogadores à beira do campo durante todo o jogo, o técnico do Tigres, Lucho Nizzo, foi um dos principais responsáveis por manter a ordem - dentro do que se podia - no momento do pênalti marcado para o Bangu, aos 49 minutos do segundo tempo. Quando o árbitro mandou repetir a cobrança, Nizzo novamente pediu tranqüilidade, enquanto todos rodeavam João Batista de Arruda, indignados com a decisão.

Ao término do jogo, o treinador foi um dos que mais comemorou. Nizzo desabafou, elogiou muito todos os membros do clube, se absteve de polêmicas, mas pediu mais profissionalismo ao futebol do estado.

"Primeiro, quero parabenizar esse grupo que tenho a honra de comandar, são profissionais na concepção da palavra. O Rio de Janeiro tem presenciado os jogos, e não precisa o Lucho estar falando, basta que observem. Vamos evoluir o futebol do estado, precisamos ser mais profissionais, decidir as coisas no jogo, basta que observem. Sou treinador de futebol e estou apenas focado no meu trabalho", declarou o técnico.

Lucho Nizzo também fez uma breve análise do jogo, não fez projeção de quantos pontos o Tigres precisa para subir, e novamente elogiou o clube.

"Minha equipe foi maravilhosa. Fizemos um primeiro tempo não muito bom, mas fiz algumas correções no intervalo e fomos melhores na segunda etapa. Estamos chegando devagarinho, sem fazer projeções, pensando passo a passo. Temos uma estrutura maravilhosa, e o Tigres é isso aí o que viram: amor, garra e dedicação", concluiu.


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Tigres vence o Nova Iguaçu fora de casa e segue na liderança

Anderson Luis Morais da Silva | Tigres | 15/10/2008 19:10

O Tigres do Brasil não encontrou dificuldades para bater o Nova Iguaçu, fora de casa, por 2 a 0, em partida válida pela terceira rodada do grupo I. Ao todo, 127 iguaçuanos foram ao Estádio Jânio de Moraes acompanhar a derrota do time da casa.

Os visitantes abriram o placar aos 18 minutos do primeiro tempo, com o zagueiro Gustavo. A equipe sentiu a pressão pelo gol sofrido e passou a errar muitos passes. Os jogadores estavam visivelmente nervosos e o segundo gol surgiu ainda no primeiro tempo. Aos 45, quando se esperava uma reação do time Laranja, Oziel ampliou: 2 a 0 Tigres.

As duas equipes atuaram burocraticamente na segunda etapa, o que facilitou a vida do Tigres, que não encontrou resistência. Foi a primeira derrota do Nova Iguaçu em seu estádio. Agora resta à equipe vencer seus três compromissos e torcer para tropeços de seus adversários diretos. Ao Tigres, uma vitória e um empate garantem vaga para o quadrangular final.

 

Outros resultados: Olaria 5 x 2 Goytacaz; Bangu 3 x 1 Aperibeense; e CFZ 1 x 0 Portuguesa. Classificação: Grupo I: 1º) Tigres e Olaria, 7; 3º) Nova Iguaçu e Goytacaz, 1. Grupo J: 1º) Bangu, 5; 2º) Portuguesa e CFZ, 4; 4º) Aperibeense, 3.

A partida

Estádio Jânio de Moraes (Nova Iguaçu-RJ)

Arbitragem: Antônio Frederico Schineider

Assistentes: Rodrigo Pereira Jóia e Silbert Faria Sisquim

Nova Iguaçu: Diogo; Sérgio Gomes, Juan, Naylhor e Amarildo (Diego Sales); Paulo Henrique, Marcus Vinícius, Rafael Soeiro (Dieguinho) e Alex Faria; Capixaba e Zambi (Gilcimar). Técnico: Cleimar Rocha.

Tigres: Marcos Paulo; Guerra, Gustavo (Pedrão), Zé Carlos e Oziel; Leão (Márcio), Denis (André), Marquinhos e Clayton; Roberto e Eduardo. Técnico: Lucho Nizzo.

Cartões amarelos: Sérgio Gomes, Amarildo e Marcus Vinícius (NIG); Gustavo, Oziel e Denis (TGR).

Gols: Gustavo, Tigres (18/1ºt) e Oziel, Tigres (45/1ºt).


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Tigres é recompensado por empenho com gol no fim

Leandro Nunes | Tigres | 12/10/2008 00:03

Em partida de muitos gols, o Tigres levou a melhor sobre o Goytacaz e saiu de campo com vitória por 3 a 2, com o gol da vitória marcado aos 45 minutos do segundo tempo, em partida realizada em Xerém. Com o resultado a equipe de Duque de Caxias chegou a ponta do Grupo I, ao lado do Olaria, com quatro pontos, enquanto o time campista permaneceu com um ponto, ao lado do Nova Iguaçu, que na Rua Bariri perdeu para o Olaria por 1 a 0.

O Tigres com seu time ofensivo começou melhor e criou duas ótimas oportunidades antes dos cinco minutos. Na primeira delas, o artilheiro Roberto entrou livre de frente com o goleiro Gesse, que praticou arrojada defesa por baixo e, no rebote, o próprio atacante bateu por cima.

Na seqüência o lateral-direito Guerra roubou bola e, na linha de fundo, cruzou na medida para Roberto bater de primeira, mas o chute saiu prensado e Ciro salvou o alvi-anil de sofrer o gol.

Sem conseguir sequer passar do meio-campo, o Goytacaz mostrava-se um time nervoso em campo, errava muitos passes e via o adversário se crescer. As bolas alçadas e os chutes de fora da área não davam resultado e o time da casa seguia superior.

Para tentar conter as ações do Tigres no meio-campo, o Goytacaz buscava as saídas em velocidade ,o que pouco aconteceu. O primeiro chute do Goytacaz a gol foi aos 24 minutos, com Tenório.

Mas a máxima de quem não faz leva se repetiu. Aos 30, Schneider acertou um lindo chute de fora da área no ângulo direito de Marcos Paulo, que nada pôde fazer para evitar a abertura do placar, 1 a 0.

Um minuto depois, no terceiro chute a gol, o alvi-anil por pouco não ampliou. Rondinelli chutou de fora da área, a bola explodiu no travessão e quicou em cima da linha e o árbitro mandou o lance seguir.

A vantagem, injusta pelo que demonstravam as duas equipes, foi desfeita aos 37. O zagueiro Gustavo cobrou falta da intermediária pela esquerda, a barreira abriu e comprometeu o goleiro Gessé, que ainda tentou evitar que a bola fosse no fundo da rede, mas não teve jeito: 1 a 1. A igualdade no marcador também durou pouco tempo.

Três minutos depois, o lateral Oziel contou com a sorte e com o fato de o goleiro Gessé estar adiantado. Ao tentar o cruzamento, surpreendeu ao acertar o ângulo esquerdo do arqueiro que, atônico, acompanhou a bola com os olhos e a viu morrer dentro do gol: 2 a 1.

A pressão do Tigres permaneceu e, atordoado, o Goytacaz procurava o equilíbrio para não ver o adversário ampliar a vantagem, o que quase aconteceu aos 43, quando Roberto chegou para finalizar e desperdiçou.

O Goytacaz se limitava a defender mas, nas tentativas de longa distância, foi contemplado ainda no primeiro tempo com novo empate, em mais um chute de fora da área. Deni recebeu passe em profundidade e foi derrubado na meia-lua. Rondinelli cobrou com violência e contou com o desvio na barreira que, que abriu para que ele marcasse o seu décimo gol na competição. 2 a 2.

As equipes foram para o vestiário com sentimentos distintos. Enquanto o Goytacaz comemorava a igualdade no marcador, o Tigres lamentava não vencer até mesmo com boa diferença.

Expulsão de Índio foi determinante

Mesmo com o domínio das ações e chegando com freqüência na área do adversário, o Tigres não chegava ao terceiro gol. Um lance aos 16 minutos facilitou a vida dos donos da casa: o meia Índio fez falta violenta em Oziel e recebeu o cartão vermelho. A vantagem numérica em campo incendiou o Tigres e fez o Goytacaz se retrancar ainda mais.

O treinador Lucho Nizzo, vendo o desespero do adversário que não criava jogadas de ataque, fez duas mudanças colocando homens de ataque enquanto, acuado, Eugênio Carlos colocou mais um defensor, o zagueiro André Bahia no lugar de Bill, que puxava as jogadas em velocidade para o ataque.

Dois lances seguidos definiram o resultado final da partida que permanecer igual até o último lance de jogo. Aos 44, Rondinelli que já havia pedido para sair devido ao desgaste que o setor de meio-campo foi submetido por ter um jogador a menos, recebeu passe em profundidade e, marcado por um adversário, entrou na área e tentou deslocar o goleiro Marcos Paulo, que fez bela defesa pelo alto.

Pressionando, o Tigres conseguiu um escanteio pela esquerda. Cobrança feita, o zagueiro Gustavo desviou e o atacante Maicon, que havia substituído Roberto, completou para a rede. Os jogadores do Goytacaz pediram impedimento ignorado pelo árbitro: 3 a 2.

Mesmo com a partida interrompida diversas vezes para atendimento médico e substituições, o árbitro Adricélio André dos Santos não acrescentou mais de dois minutos e deu por encerrada a parida.

O time da casa comemorou o resultado que lhe mantém em boa situação para brigar por uma das duas vagas para a fase seguinte, enquanto o Goytacaz amargou o resultado negativo e sabe que para reverter o quadro, terá que melhorar muito.

A partida

CT do Tigres (Xerém-RJ)

Árbitro: Adricélio André dos Santos.

Assistentes: Márcio Fernando da Silva e Ivan Silva Araújo.

Tigres: Marcos Paulo, Guerra, Gustavo, Zé Carlos e Oziel; Leão (Serginho), Dênis (André), Marquinhos e Clayton; Roberto (Maicon) e Eduardo. Técnico: Lucho Nizzo.

Goytacaz: Gessé, Schneider, Dermerson, Ciro e Bill (André Bahia); Índio, Joel, Leandro Leite e Rondinelli; Tenório (Fábio) e Denni (Gérson). Técnico: Eugênio Carlos.

Cartões amarelos: Dênis, André e Gusavo (TIG); Bill, Joel e Deni (GOY).

Cartão vermelho: Índio (GOY).


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Lucho Nizzo: "O campeonato começou agora"

Colin Foster | Tigres | 09/10/2008 16:39

Com apenas oito times restando na Segundona de 2008, o campeonato se torna cada vez mais difícil, e só as melhores equipes se enfrentam. Segunda melhor campanha de toda a competição, o Tigres acabou tropeçando na estréia do grupo I. Ao menos essa foi a avaliação do treinador Lucho Nizzo após o empate em 0 a 0 com o Olaria, em Xerém.

"Respeitamos a equipe do Olaria, que é muito bem treinada pelo Toninho, mas, para mim, o empate teve gosto de derrota. Sabíamos que o time deles viria para segurar o empate e a obrigação de vencer era nossa. Não fizemos um bom primeiro tempo, melhoramos no segundo e acabamos perdendo um pênalti, mas isso foi uma fatalidade. Agora é o momento de refletir sobre o que podemos consertar. Na outra partida também foi 0 a 0 e está tudo igual. O campeonato começou de verdade e agora é que é o pega pra capar", resumiu.

Muito sereno nas declarações, Nizzo fez questão de elogiar o trabalho de todos do clube na excelente campanha, e garantiu que a falta de reconhecimento só fortalece o grupo.

"Foi o primeiro jogo em casa que não tivemos boa atuação. A campanha, para nós do clube, está sendo magnifica. Ainda não tivemos a notabilidade que queríamos, mas continuamos fazendo nosso trabalho e isso só nos fortalece para chegar entre os dois finalistas e subir para a primeira divisão", garantiu o treinador, que também acumula o cargo de técnico da seleção brasileira sub-17.

 


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