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Sidney Rezende

Sidney Rezende

ATUALIDADE. Jornalista, diretor do SRZD e um dos profissionais mais inovadores do país.

* Os textos desta seção não representam necessariamente a opinião deste veículo e são de responsabilidade exclusiva de seu autor.



31/01/2016 11h37

Beleza e talento de mais, cavalheirismo de menos
Sidney Rezende

A queda da bela Cris Vianna não macula em absolutamente nada seu talento. E ela fez o que precisou ser feito. Levantou e seguiu em frente. O grave foi aparecer apenas um rapaz para ajudá-la a se levantar.

Queda de Cris Viana. Foto: Reprodução

Veja o vídeo da queda na página do SRZD-Carnaval no Facebook aqui!



27/01/2016 14h54

Marcelo Freixo dá a receita para enfrentar a desigualdade no Rio
Sidney Rezende

O deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL-RJ) esteve no SRZD nesta quarta-feira e ele falou sobre como a cidade pode ser menos desigual, uma agenda propositiva, protagonismo da mulher e outros assuntos...

Assista ao vídeo da entrevista:

 


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25/01/2016 18h08

Beleza negra nos ensaios técnicos 2016
Sidney Rezende

Ensaios técnicos 2016. Fotos: Hellen Manhães

Fotos: acima, de Hellen Manhães | abaixo, de Igor Gonçalves

Ensaios técnicos 2016. Fotos: Igor Gonçalves

 



22/01/2016 16h21

Gratidão
Sidney Rezende

Quando comecei minha carreira, Daisy Lucidi já tinha um programa de sucesso na Rádio Nacional. Ela, sempre generosa, abriu as portas de seu programa para que eu comparecesse e participasse de seus debates. Mais tarde, eu tive o prazer de trabalhar na mesma rádio do saudoso Luiz Mendes, seu marido. O casal é uma joia rara da comunicação brasileira. 

Mauro Magalhães é um dos tricolores que nunca perde o espírito carioca. Está na sua juventude, no seu bronzeado e na sua simpatia.

Wylma Guimarães é outro nome do rádio que valoriza o nosso veículo. 

Me senti muito honrado em me reunir com eles nesta foto.

Wylma Guimarães, Mauro Magalhães, Sidney Rezende e Daisy Lucidi. Foto: Acervo pessoal



19/01/2016 10h24

A beleza feminina nos ensaios técnicos do Sambódromo
Sidney Rezende

Ensaios técnicos. Fotos: Igor Gonçalves
Ensaios técnicos. Fotos: Igor Gonçalves



14/01/2016 16h30

Boas ideias que infernizam a vida das pessoas
Sidney Rezende

Os meus amigos adoram relembrar sempre que me encontram. Ainda universitário, eu criei uma frase que até hoje me persegue: "tudo é marketing,  só Deus é poder". Adaptando-a aos nossos dias, é como se uma tremenda equipe de comunicação, no conforto do escritório, descobrisse a pólvora e, com o apoio da direção da companhia, determinasse que todos implementassem aquela ideia luminosa do jeitinho que eles imaginaram. Mesmo que isso signifique infernizar os clientes.

A forma de atendimento das empresas de telemarketing é um destes fracassos de público e de crítica. Quem é que aguenta algo como "Eu vou estar tentando estar pesquisando. Agora não posso, porque estou no meio do protocolo de cancelamento"?

O gerúndio foi desmoralizado em público, coitadinho.

Analisemos duas boas ideias gestadas por Gol Linhas Aéreas Inteligentes e Banco Itaú.

Com o objetivo de cortar custos e aumentar os lucros em certos voos da companhia de aviação, os lanches passaram a ser pagos. Para o cliente não morrer de sede, eles fornecem um copo d'água.

Para não morrer de fome, é ofertado um saquinho de 20g de salgadinho dito orgânico.

Apesar do alarde da existência de fibras, basta ver na própria embalagem que ele é industrial, possui gordura saturada, além de glúten.

Se pelo menos o cliente fosse avisado desta prática mercantilista na hora do check-in, ele poderia comprar algo mais sadio na lanchonete mais próxima. Em terra firme, bem entendido.

Mas por que é uma ideia?

Porque a empresa repassa para os clientes que estão a no mínimo 800 mil metros do solo a obrigação de comprar comida de um único fornecedor: a própria Gol. E o cash vai ajudar a engordar os lucros da empresa. Os acionistas agradecem.

Quer um sanduíche? Perfeitamente. Compre. Quer uma latinha de refrigerante? Sem problemas. Leve cédulas e moedas, de preferência, afinal nem sempre os "constrangidos" membros da tripulação contam com troco.

Não deve ser fácil para os comissários saírem de fileira em fileira oferecendo guloseimas e alimentos salgados. São os baleiros do século 21, com todo o respeito.

Quanto será que a Gol fatura com estas vendas? O passageiro já pagou a passagem, as taxas, encarou os atrasos e ainda é obrigado a pagar por um fornecimento de alimentos de um único fornecedor. É tenso.

Parabéns aos que bolaram esta ideia. Ela é mesmo "muito boa". Mas um inferno para o coitado do passageiro assistir a si próprio cair nas garras desta cantina alada.

A outra preciosidade já em pleno funcionamento é o gerente virtual do Itaú. Para desafogar as agências, cada cliente ganhou um funcionário personalizado.

Ele tira dúvidas por chat, telefone e email. Tem nome e existe. Desde que o problema exija um tratamento mais próximo. Excelente... se funcionasse.

Vamos a um caso concreto. O correntista tem uma dúvida e recorre ao consultor. Por azar era hora de almoço. O seu gerente virtual também almoça, nada mais justo. Só se descobre isso dez minutos depois. Após seis frases com perguntas-chaves que poderiam dirimir o problema, o que se percebe é o silêncio. "Ué, o que houve? Cadê o gerente?" 

Minutos mais tarde, alguém dá sinal de vida. "Olá, boa tarde! Sou o fulano, posso ajudá-lo?". O cliente repete as perguntas e o silêncio sepulcral está de volta. Para desespero do já "desesperado" cliente, só resta a ele mandar por chat o seu número do telefone com uma frase resignada: "Creio que o senhor esteja ocupado. Pode me ligar no número tal?

Ninguém liga de volta.

Chat ainda aberto, aparece um terceiro "ser". Não é o seu gerente, que foi almoçar. Não é o substituto, que o cumprimentou com tanto zelo. Este terceiro dá uma informação vazia e também desaparece.

O correntista sai da sua sala e vai cordatamente a uma agência física, lá deve ter um gerente que o atenda. No passado era assim, pelo menos.

Em resumo, ideia boa é a que atende as partes. Ideia boa é a que funciona na prática. Caso contrário, vale aquela frase do início do texto: "Tudo é marketing, mas só Deus é poder".


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09/01/2016 13h42

O que o medo de andar nas ruas é capaz de fazer com a sua cabeça...
Sidney Rezende

 

 



08/01/2016 16h04

As polêmicas reações dos moradores da Barra
Sidney Rezende

 

 


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07/01/2016 22h08

Como enfrentar o mau atendimento nos hospitais, delegacias e aeroportos...
Sidney Rezende

 



07/01/2016 22h06

Obama chorou. O que a mulher tem a ver com isso?
Sidney Rezende

 



01/01/2016 16h41

Papa Francisco também está cansado de notícias ruins
Sidney Rezende

Em sua mensagem de ano novo, o Papa Francisco fez uma crítica aos meios de comunicação. Para ele, é preciso ter mais histórias positivas em vez de tantas notícias ruins.  

O papa argentino disse que houve "muitos grandes gestos de bondade" para ajudar as pessoas, "mesmo que eles não apareçam em programas noticiosos da televisão (porque) as coisas boas não fazem notícia".



23/12/2015 11h34

A quem interessa raivosos soltos por aí?
Sidney Rezende

Um homem pediu uma pizza ao restaurante Mamma Rosa, em Laranjeiras, Rio de Janeiro, e foi informado pela atendente que a casa não disponibilizava de máquina de cartão de crédito em entregas em domicílio. Inconformado, ele foi pessoalmente ao estabelecimento e simplesmente destruiu o restaurante inteiro.

Passada a ira, o agressor ainda acha que agiu certo?

O cantor e compositor Chico Buarque foi abordado por um grupo de rapazes no bairro que frequenta, Leblon, e questionado por ser simpatizante do PT. Em dada altura, um deles, diz "você é um merda". O homem estava aparentemente alcoolizado.

 

Depois do efeito da droga, será que o jovem tem realmente convicção que Chico Buarque é o excremento a que ele se referiu?

Na internet, tem um vídeo em que um homem ao volante do seu carro explicita sua ira contra o que ele chama de "os vermelhos, Dilma, Lula, comunistas e petistas". E ele, aos berros, finaliza a gravação liberando seus monstros interiores.

Será que este senhor pensa isso realmente ou estava representando um personagem?

Um outro homem, também ao volante de um carro, engarrafado no trânsito, se revolta contra o prefeito da cidade e a opção do governo municipal pela construção de ciclovia.

Passada a ira, será que este tipo de revolta ajuda a construir a solução para o caos urbano?

Existem radicais também na esquerda, que, com intolerância, não conseguem conviver com os demais que pensam diferente.

Aos raivosos de ambos os lados, fica o pedido de calma, tolerância, tranquilidade, espírito democrático. Aos demais da sociedade recomendo ação enérgica e veemente a favor da sensatez e da serenidade. Já temos brutalidade demais. Firmeza contra desmandos precisa ser regra e não exceção. Mas qual o melhor caminho a trilhar?

Uni-vos em favor do Brasil e não na crença de que com ódio construiremos algo de bom. É um engano. Um lamentável equívoco.


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22/12/2015 20h46

Indignação e responsabilidade civil
Sidney Rezende

Estou arrasado. Acabo de chegar em casa. Ao abrir o computador, encontro na rede social um vídeo de uma adolescente que aparenta 14 anos de idade, ainda de uniforme escolar, agredida e humilhada por outra menina.

Apesar do tamanho avantajado da agressora, é possível que não tenha mais de 16 anos. Cercadas por uma plateia de crianças e jovens que ali se prestaram ao papel de incentivadores da agressão, aos berros, basicamente meninas também, estimulam o round de saraivadas.

A maior tira os óculos da menor, a pega pelos fartos cabelos e a arremessa no chão. Começa a perversa sessão de chutes, socos, murros e tapas desmoralizadores. Uma barbaridade não encontrada nem no octógono do MMA.

O ambiente é hostil e a violência corre solta. A agressora fica longos minutos esmurrando a outra no chão, na grama, na calçada. E ainda a agride pelas costas quando a vítima, pacificamente, sem esboçar nenhuma reação - sequer defensiva -, tenta ir embora. E ninguém intervém.

Igualmente repugnante é o registro de "cinegrafista amador". Alguém se deu ao trabalho de filmar e postar no Facebook. Uma humilhação covarde. Física e moral.

Uma sucessão de horrores que estende seus tentáculos aos pais, educadores e autoridades. A nós todos. Vejamos:

1) A agressora e sua ira. Esta moça é portadora de um distúrbio sério e precisa ser tratada e/ou punida de acordo com o que diz a lei;

2) Os demais que incentivaram a violência, ao lado da autora do ataque, devem ser chamados na polícia, e os pais severamente responsabilizados pela educação que deram aos seus filhos;

3) A escola tem o dever de se pronunciar, mesmo que a agressão tenha ocorrido em local público;

4) Quais as providências da Polícia?

5) O que fez o Ministério Público?

6) Quem filmou e por que achou por bem postar nas redes sociais?

7) O Facebook publicou a barbaridade expondo o rosto das crianças. A rede social é também responsável pela superexposição da agredida que urinou nas vestes e a plateia a enxovalhou aos gritos de "mijona, mijona". Esta jovenzinha hoje é motivo de chacota. Ela é uma vítima. Uma vítima e ponto. Não importa a causa que motivou esta sucessão de agressões.

A internet hospeda muitos outros vídeos de jovens menores de idade se atracando. Está certo isso?

Quem terá peito de enfrentar as agressões entre os jovens e esta cultura da violência disseminada também no Brasil?

O que você está fazendo para impedir que isto continue acontecendo?


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22/12/2015 18h02

Feliz Natal!!
Sidney Rezende

Falo aqui em meu nome e dos meus companheiros do SRZD. Nós desejamos os nossos melhores votos de felicidade, união e harmonia. Este é um período do ano que costumamos sentir mais intensamente o nosso coração e a nossa alma. É um sentimento bom. Paz é o mínimo que precisamos. E saúde, é claro!

No ano que vem, completaremos 10 anos de existência. Estamos bolando várias novidades.

Muito obrigado pelo carinho de sempre e contamos com você para apresentar o SRZD para seus amigos e parentes.

Feliz Natal, galera!!


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18/12/2015 19h05

Carnaval é tema de filme romântico
Sidney Rezende

No início do ano que vem, o público brasileiro vai se deliciar com um filme divertido e bem brasileiro. "Apaixonados - O Filme" tem o Carnaval como o cenário ideal para encontros e desencontros de personagens que se amam e se desentendem como qualquer outro da chamada vida real.

Veja o trailer em primeira mão:

 


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