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Rod Carvalho

Rod Carvalho

Jornalista formado na UniverCidade, ator formado na CAL, onde ministra curso "Enfrentando os testes". Atualmente produz e dirige documentário "The Brazilian Way", em que pretende elucidar olhar estrangeiro em relação ao cinema nacional.

* Os textos desta seção não representam necessariamente a opinião deste veículo e são de responsabilidade exclusiva de seu autor.



04/04/2014 14h09

"Os Mercenários 3": Enfim, o primeiro trailer!
Rod Carvalho

Eis que finalmente entra no ar o primeiro trailer de "Os Mercenários 3", dirigido por Pratick Hughes, Com Sylvester Stallone, Jason Statham, Jet Li, Antonio Banderas, Wesley Snipes, Dolph Lundgren, Mel Gibson, Harrison Ford e Arnold Schwarzenegger.

 



21/12/2013 21h02

FIM do CINECLUBE JARDIM BOTÂNICO- RJ
Rod Carvalho

O FIM DO CINECLUBE DO JARDIM BOTÂNICO

 

Não mais teremos o Cineclube do Jardim Botânico nas noites de terça-feira. A partir de janeiro suas sessões serão suspensas por decisão da atual presidente do Jardim Botânico. As atividades culturais no mais famoso parque botânico do Brasil sofrem com isso uma perda significativa. A argumentação, dada pela sra.Samyra Crespo ao cineasta Walter Lima Júnior, que criou e fez a curadoria do cineclube desde a sua fundação em 2007 a convite do então presidente da entidade Liszt Vieira, é de que "precisamos criar o Jardim Botânico do futuro, mais voltado aos estudos científicos".
O temor de que as demais atividades culturais do parque estejam ameaçadas "no futuro" passou a inquietar alguns sócios da Associação dos Amigos do Jardim Botânico, insatisfeitos com o fim da atividade do cineclube. Ora, todos sabemos que não existe conflito entre arte e ciência, muito pelo contrário. A arte é um importantíssimo instrumento complementar à ciência e à técnica. A arte é necessária. Ela argumenta, refina a sensibilidade e estimula a insatisfação que mantém viva a própria vida. A arte cinematográfica como instrumento de sensibilização do espectador é, sem dúvidas, uma das grandes invenções do homem na idade moderna. Tê-la como fonte de
estudo e ampliação da consciência humana num campo de integração entre o homem e
a natureza, entre a técnica e a ciência, entre o saber e a prática como o Jardim Botânico é, no mínimo, inspirador.
A notícia do fim do cineclube do Jardim Botânico não nos causou maior surpresa. De alguma forma já contávamos com isto, pois raríssimos são, entre nós, os administradores que, ao assumirem novos encargos, somam seus esforços às inovações de seus predecessores. Preferem diminuir ao invés de somar esforços ao que fizeram os anteriores e assim tentar qualificar suas administrações como inovadoras ao abandonarem o que de melhor foi pensado e realizado antes deles. Inútil vaidade, pois quase sempre nada conseguem e assim perdemos todos.
O exemplo do abandono do programa dos Cieps criado por Darcy Ribeiro ainda é muito recente e já podemos avaliar o quanto estamos andando para traz em termos de educação pública.
No caso do Jardim Botânico do Rio de Janeiro a experiência da administração anterior criativa e dinâmica, trouxe ao parque o olhar de toda a cidade. Foi uma redescoberta. Progressivamente, aquilo que era considerado o mais belo e rico segredo do Rio de Janeiro passou a ser palco de atividades culturais múltiplas, conquistando com isto um novo público além dos habituais turistas estrangeiros. À sombra de suas árvores criou-se o Espaço Cultural Tom Jobim, com teatro e salas de concerto e todo o arquivo do grande músico, o Museu do Meio Ambiente com sucessivas exposições de nossos artistas ligados às questões da natureza e assim nasceu o Cineclube, como conseqüência direta de todo o fluxo cultural que veio humanizar o parque criado por D.João VI.

 Esta rica experiência de administração também não recuou ao questionar a ocupação de vasta área do parque por uma população cada vez mais significativa. A idéia era recuperar parte do território do parque em suas dimensões originais e assim expandir seus departamentos de estudos. Isto gerou delicados (e perigosos) conflitos de ordem política, como a imprensa tão bem divulgou. No confronto entre Direito e Política o Ministério do Meio Ambiente resolveu aceitar o temor de um confronto fundiário às vésperas de um ano eleitoral e a administração anterior foi levada à renúncia.

Como professor do vizinho curso de cinema da PUC e, simultaneamente, curador da programação do cineclube conseguimos ampliar o público criando ciclos de estudos sobre cineastas e cinematografias diversas como a italiana, francesa, norte-americana, indiana, japonesa, soviética ou a brasileira além de outras mostras dedicadas à natureza como os realizados durante oito meses consecutivos no Museu do Ambiente, a partir do evento Rio+20. Ao todo foram seis anos de bom trabalho a um custo ínfimo.

Nada do que foi feito interessou à nova administração. A suspensão das atividades do cineclube, por exemplo, foi tomada sem grandes pesquisas.
A atual presidente do Jardim Botânico alega querer priorizar maiores cuidados com as questões científicas e menos com as questões culturais. Gostaria de, por exemplo, implantar placas de captação de energia solar ou mesmo biodigestores que certamente diminuirão a conta de luz do parque. Tudo isto podendo ser feito sem maiores danos à curiosidade cultural do público estudioso e freqüentador do parque.
De qualquer forma foi uma maneira de se opor ao perfil abrangente, em termos culturais, da administração anterior. Esperemos que o ano eleitoral não danifique os seus planos."

Walter Lima Júnior,
Dezembro de 2013


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19/12/2013 17h08

10 Melhores acordadas no começo de um filme
Rod Carvalho

 As 10 melhores acordadas

Seja com Tom Cruise ou Mazzaropi, filmes usam e abusam dos clichês. Desde perseguições de carros onde os bandidos se machucam todos e o mocinho sofre apenas um arranhão acima do supercílio a cenas de bailes de formatura onde a menina nerd solta os cabelos, tira os óculos, coloca um vestido provocante e vira a mais cobiçada da festa - e seu amigo de infância, nesse momento, perceberá como a ama -, os clichês estão presentes no melhor e no pior da sétima arte. Diante de tanta opção este que vos escreve escolheu um clássico dos clássicos para ilustrar essa máxima: a cena inicial de filmes que começam com o despertador tocando e o personagem principal acordando.

Passando por despertadores digitais e analógicos a relógio de pulso, muitos astros já deram o ar de sua graça logo na primeira cena de um filme, acordando. Porque o filme começa assim? Tem a ver com a trama ou apenas é uma desculpa para a falta de criatividade de certos roteiristas?
Depois de uma árdua pesquisa que tomaram deste repórter muitas noites de sono assistindo a centenas de filmes horrorosos e alguns muito bons - além de engordar o bolso de certos donos de locadoras por aí -, conseguimos selecionar dez destas melhores acordadas para o deleite dos leitores:

- Vanilla Sky - Vista geral da cidade de Manhattan , por cima. Câmera entra no apartamento do personagem de Tom Cruise , ele está dormindo, com a TV ligada passando um filme de época, e o despertador toca com uma música e a voz de uma mulher falando "Open your eyes".

- Sai da Frente - Vistas gerais do centro da cidade e da periferia. Beco, vila suburbana. Dois bêbados trocam uma garrafa de uísque por uma de leite que está depositada na porta da casa de Isidoro (Mazzaropi), que se levanta com o tilintar explosivo de seu despertador. Veste-se, apanha a garrafa de uísque, sem perceber a troca. Vai à cozinha, beija a mulher e a filha e sai de casa.

- Doce Novembro - Filme começa já em close no despertador que toca. Personagem de Keanu Reeves desliga-o, levanta rapidamente da cama - vemos que esta acompanhado de uma mulher - e vai tomar banho.

- Quatro Casamentos e um Funeral - Filme começa no quarto, com o personagem de Hugh Grant dormindo. O despertador toca, ele acorda, desliga e volta a dormir. Em seguida, em outra cena, o despertador toca em outro quarto; James Fleet acorda e levanta correndo pra se arrumar para o casamento. Depois uma moça que também mora com eles faz o mesmo, em meio a uma sucessão de "fucks".

- World Trade Center - Filme começa com despertador digital em close desfocado. Vai entrando em foco e vemos que marcar 3:29 da manhã. Ele não toca. Antes de bater 30 o herói na pele de Nicholas Cage desliga. Levanta para tomar banho e vemos que o motivo de não deixar o maldito tocar foi em respeito ao sono da esposa, que dormia tranquilamente ao seu lado.

- Mais Estranho que a Ficção - O filme começa com a câmera entrando no quarto do personagem de Will Ferrel (Harold), com ele dormindo. Narração em off, falando sobre o quanto Harold, é metódico. Toca o despertador do seu relógio de pulso, que se encontra em cima da mesa de cabeceira toca. Ele acorda e o desliga tranquilamente.

- Dia de Treinamento - Filme começa com o sol amanhecendo em close. Corta para o quarto onde o personagem de Ethan Hawke dorme. O despertador esta marcando 4:59 da manhã. Na hora de dar 5 ele toca e imediatamente Ethan o desliga. Ele olha em volta, então vemos sua mulher já acordada na cadeira de balanço dando de mamar para o filho.

- Te Pego Lá Fora - Filme começa com Casey Siemaszko dormindo em sua cama. Ele acorda com o despertador tocando alto. Logo em seguida, sua irmã entra no quarto falando que o despertador estava tocando a uma hora e ele esta atrasado pro trabalho. Ele sai correndo e vai tomar banho.

- Leonera - Filme começa com personagem de Martina Guzman deitada na cama de lado. O despertador toca, ela acorda desligando-o em seguida. Ao levantar, vemos que o travesseiro e o lado oposto do rosto manchado de sangue.

- Premonição - O filme começa com um sonho que a personagem de Sandra Bullock tem, no qual ela e o marido chegam em uma casa recém-comprada por ela para eles. Corta para ela deitada na cama. Ela acorda com o despertador e a filha entra no quarto gritando perguntando pelo pai.

 

Obs: Lembra de alguma outra? Cite ai embaixo, por favor!



07/12/2013 01h17

"Rio, Eu Te Amo":Harvey Keitel bate papo com fãs no Rio de Janeiro

      "Se um ator tem chance de se dar bem começando a carreira aos 40 anos…hummm..melhor arrumar uma namorada! (risos)" . Nesse clima descontraído e passando um ar de pessoa comum, longe de ser uma estrela inacessível, o ator americano Harvey Keitel, que está no Brasil filmando sua participação em um dos curtas do longa "Rio, Eu Te Amo", foi a atração de um bate-papo com o público hoje de manhã, no Teatro Laura Alvim, em Ipanema (RJ).


      Conhecido por seus personagens clássicos em filmes reverenciados pelos amantes da sétima arte como "Caminhos Perigosos" e "Taxi Driver", ambos de Martin Scorsese; "Cães de Aluguel" e "Pulp Fiction", de Quentin Tarantino; "Os Duelistas", de Ridley Scott; "Vicio Frenético", de Abel Ferrara; "O Piano", de Jane Campion, entre outros, Keitel respondeu as variadas perguntas do público que lotava praticamente todo o espaço, intercalando com algumas feitas pelo produtor, Leonardo Monteiro de Barros, e do diretor Cacá Diegues, que intermediavam o debate.


     

      Como a maioria das perguntas era sobre curiosidades sobre sua carreira, Keitel enfileirava sorrisos e gracinhas atrás da outra, dando dicas para atores e diretores, e relembrando historias interessantes de construção de personagens - como a vez que tomou um fora de uma garota de programa em frente ao teatro que estava atuando em uma peça: "Eu fazia uma peça perto da Broadway, quando ganhei o papel de Sport, o cafetão de "Taxi Driver". Resolvi então a começar a puxar papo com uma prostitua do outro lado da rua para saber mais sobre seu patrão. O problema foi que ela não deu bola nenhuma pra mim, mesmo quando mostrei meu nome na fachada do teatro (risos). Só fui entender bem o papel que ia viver quando comecei a ensaiar com um verdadeiro cafetão, intercalando os papéis. Um dia eu era ele e ele fazia a prostitua. No outro invertíamos. Foi perfeito para eu entender o mundo em que viviam e como deveria agir".

      Como a oportunidade de estar com essa lenda do cinema a disposição era única, os cartões com as perguntas do público não paravam de chegar às mãos dos intermediadores que, fazendo certo tipo de peneira, escolhiam quais seriam lidas - o tempo marcado de uma hora previsto para durar a conversa parecia voar.
E eis que o tão aguardado momento, pelo menos para mim, apareceu. Fui um dos agraciados:
- O senhor, mesmo sendo um excelente ator, já passou por altos e baixos na sua carreira. Qual foi seu maior aprendizado durante os momentos mais difíceis e como o senhor vê e encara o medo?
Keitel: "Bom, todo ator tem seus momentos de altos e baixos. Temos que saber extrair sempre o melhor de cada situação. Com relação ao medo, vou contar uma história. Quando eu estava treinando no meio do mato, ainda jovem, assim que entrei para o exército, teve um momento que me senti muito amedrontado. Mas eu não queria demonstrar isso. Estava escuro e eu não conseguia ver nada a minha frente. Não tinha ideia do que poderia acontecer. Foi quando um oficial falou do meio da escuridão: "Vocês estão com medo, certo"? Porra, como ele sabia disso? (risos). Então ele continuou: "O medo vem do desconhecido. Vocês não sabem o que está atrás do escuro. Meu objetivo aqui é ensina-los a enfrenta-lo." A partir daí, minha relação com o medo mudou completamente."


      Minutos depois encerrava a gloriosa manhã. Keitel, super solicito, tirou fotos com fãs, autografou alguns DVDs, e foi embora com sua família para curtir mais um pouco dessa cidade maravilhosa que, de acordo com o próprio, "é um dos lugares mais bonitos que já vi na minha vida. Vocês são afortunados".



30/10/2013 19h06

CINEMA BRASILEIRO NO CANADÁ
Rod Carvalho

Montreal - de 1 a 7 de novembro

Toronto - de 28 de novembro a 1 de dezembro

 

A sétima edição do Brazil Film Festival vai exibir 19 longas em Montreal, no Cinema du Parc e 10 em Toronto, no TIFF Bell Lightbox.

O aclamado Gonzaga: de pai pra filho, de Breno Silveira será o longa de abertura nas duas cidades.

Na seleção, filmes de diversos temas e gêneros, como a cativante dança do passinho (A Batalha do Passinho); histórias de personalidades (Lota de Macedo Soares e Elizabeth Bishop em Flores Raras e Margareth Mee) e lugares marcantes (Serra Pelada a lenda da história de Ouro); um filme totalmente realizado na Amazônia, baseado em uma história real, capaz de misturar culturas indígena e ucraniana (Floresta de Jonathas); o filme representante do Brasil na disputa pelo Oscar (O Som ao Redor); a premiada animação Histórias de Amor e Fúria e mais sucessos de crítica e público e inéditos comercialmente no Brasil completam a programação. (abaixo lista completa)

Em Toronto, o Festival conta com as presenças do diretor Breno Silveira, que vai apresentar Gonzaga e À Beira do Caminho e de Raphael Aguinaga, diretor de Juan e a Bailarina (coprodução entre Argentina, Brasil e França. Vencedor do prêmio de público no Festival de Cinema Brasileiro em Paris 2013).

‘Este ano teremos o privilégio de exibir uma seleção especialmente variada e importante ao já tradicional Cinema Du Parc, em Montreal e em Toronto, teremos a honra de levá-la ao TIFF Bell Lightbox considerado o templo do cinema moderno.’ analisa Kátia Adler, diretora dos Festivais de Montreal, Toronto e de Paris.


OS FILMES:

Festival de Cinema Brasileiro de Montreal
De 1 a 7 de novembro: Cinéma du Parc / Montreal

ficção
- Gonzaga, de Breno Silveira (abertura)
- Minha mãe é uma peça, de André Pellenz
- Uma História de amor e fúria, de Luiz Bolognesi
- Tainá - a origem, de Rosane Svartman
- O som ao redor, de Kleber Mendonça
- Chamada a Cobrar, de Anna Muylaert
- A floresta de Jonathas, de Sérgio Andrade
- Vendo ou Alugo, de Betse de Paula
- Flores Raras, de Bruno Barreto
- À beira do caminho, de Breno Silveira
- Entre Vales, de Philippe Barcinski
- Juan e a Bailarina, de Raphael Aguinaga
- Olga, Jayme Monjardim

documentário
- Armados, de Rodrigo Mac Niven
- A Batalha do Passinho, de Emílio Domingos
- Serra Pelada a lenda da Montanha de Ouro, de Vitor Lopes
- Tropicália, de Marcelo Machado
- A Memória que me contam, de Lucia Murat
- Margaret Mee e a Flor da Lua, de Malu de Martino

*

TORONTO
Festival do Cinema Brasileiro em Toronto De 28 de novembro a 1 de dezembro
TIFF Bell Lightbox

- Gonzaga, de Breno Silveira (abertura)
- Uma História de amor e fúria, de Luiz Bolognesi
- Vendo ou Alugo, de Betse de Paula
- Flores Raras, de Bruno Barreto
- À beira do caminho, de Breno Silveira
- Juan e a Bailarina, de Raphael Aguinaga
- Olga, de Jayme Monjardim
- Tainá - a origem, de Rosane Svartman

- Serra Pelada a lenda da Montanha de Ouro, de Vitor Lopes
- A Batalha do Passinho, de Emílio Domingos.



23/10/2013 16h03

Dia 25, sexta-feira, começa a Primeira Mostra de Animação Francesa

Aliança Francesa, Cinemateca da Embaixada da França no Brasil e Institut Français apresentam I Mostra de Animação Francesa

APENAS COM TÍTULOS INÉDITOS, MOSTRA REÚNE 15 LONGAS-METRAGENS COM FOCO NO TRABALHO DOS RENOMADOS JEAN-FRANÇOIS LAGUIONIE, JACQUES-RÉMY GIRERD E MICHEL OCELOT, ALÉM DE CURTAS-METRAGENS RECENTES E PREMIADOS, A PARTIR DE 25 DE OUTUBRO, EM BOTAFOGO.

Fundador do estúdio La Fabrique, Jean-François Laguionie venceu a Palma de Ouro de Melhor Curta-metragem no Festival de Cannes com "A Travessia do Atlântico em um Barco à Remo" ("La Traversée de l'Atlantique à la rame"), em 1979; o diretor Jacques-Rémy Girerd fundou o não menos importante estúdio Folimage; já Michel Ocelot, além de ter sido presidente da International Animated Film Association, já foi premiado com César ("A Lenda do Pobre Corcunda"/ "La Légende du pauvre bossu", 1982) e Bafta ("Os Três Inventores"/"Les Trois inventeurs", 1980).

Juntem-se a eles a nova - e talentosa - geração de nomes como Bastien Dubois ("Madagascar, Caderno De Viagem"/ "Madagascar, Carnet de Voyage", indicado ao Oscar 2011 na categoria Melhor Curta de Animação), Serge Avedikian (vencedor da Palma de Ouro de Melhor Curta-Metragem em Cannes 2010 com "História de Cão"/ "Chienne d'histoire") e temos a I Mostra de Animação Francesa. Uma parceria entre a Aliança Francesa do Rio de Janeiro, a Cinemateca da Embaixada da França no Brasil e o e Institut Français, a mostra, gratuita, vai ocupar o auditório da Aliança Francesa de Botafogo, nos dias 25, 28, 29, 30 e 31 de outubro.

"Além de se tratarem de artistas reconhecidos internacionalmente, é uma programação diversificada, unindo tradicionais animadores franceses e novos diretores para essa mostra que acontece justamente em outubro, mês das crianças", explica Jean-Paul Lefevre, Delegado Geral da Aliança Francesa no Brasil. "Mas, claro, são filmes para todas as idades", completa.

 

Reunindo filmes de variados formatos, a mostra será aberta no dia 25 com a exibição do longa-metragem "Aprovado Para Adoção"/ "Couleur de Peau: Miel" (Bélgica / França, 2012), de Jung e Laurent Boileau, Prêmio do Público no tradicional Festival de Animação de Annecy 2012. Outro destaque é o filme "O Quadro"/ "Le Tableau" (Bélgica / França / Suíça, 2011), último longa dirigido por Jean-François Laguionie até hoje, e que mistura animação e live action.

 

Serviço:

Aliança Francesa do Rio de Janeiro, Cinemateca da Embaixada da França no Brasil e e Institut Français apresentam:
I MOSTRA DE ANIMAÇÃO FRANCESA

25 de outubro: "Aprovado para adoção" (das 19h às 20h15m)

28 de outubro: Foco "Jean-François Laguionie" (das 19h às 20h35m)

29 de outubro: Curtas-Metragens de Animação Recentes e Premiados (19h às 20h10m)

30 de outubro: Foco Jacques-Rémy Girerd (19h às 21h15m)

31 de outubro: Foco Michel Ocelot (19h às 20h15m)

Local: Aliança Francesa de Botafogo (auditório)

Endereço: Rua Muniz Barreto, 746 - Botafogo
Telefone: 2286-4248 / 2539-4118

Capacidade: 55 lugares

Entrada: livre (por ordem de chegada)

Mais infos no site: http://www.cinefrance.com.br/cinemateca



23/10/2013 15h58

Finalistas do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro
Rod Carvalho

12ª EDIÇÃO DO GRANDE PRÊMIO DO CINEMA BRASILEIRO

TERÁ HOMENAGEM À ATRIZ RUTH DE SOUZA

 

"Gonzaga de Pai Para Filho" é o filme com maior número de indicações, 15 no total, seguido por "Xingu" (13), "Corações Sujos" (10),

"Heleno" (9) e "2 Coelhos" (8)

 

Maior premiação do cinema nacional, o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro entra em sua segunda fase de votação para definir os filmes e profissionais de cinema que se destacaram no ano de 2012. Escolhidos pelos membros da Academia Brasileira de Cinema e também pelo público, os vencedores receberão o Troféu Grande Otelo durante a cerimônia de premiação que será realizada no dia 13 de novembro, às 21h, na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro. O Grande Prêmio será exibido ao vivo, a partir das 20h45 no Canal Brasil, e também no site www.canalbrasil.com.br. O evento terá mais uma vez a direção artística de Ivan Sugahara, um dos diretores teatrais mais requisitados da atualidade ("A Serpente", "Vida, O Filme"), com cenografia de Nello Marrense e iluminação de Paulo César Medeiros.

 

VOTAÇÃO POPULAR

 

Após a primeira fase de votação - restrita aos membros da Academia, os cinco mais votados em cada uma das 25 categorias configuram a lista dos finalistas. A votação dos acadêmicos é auditada pela PwC. Nesta segunda fase, o público também participa da votação para escolher os melhores longas-metragens de ficção, estrangeiro e documentário através do site www.academiabrasileiradecinema.com.br ou pela fan page (www.facebook.com/GPdoCinemaBrasileiro). A votação popular começa no dia 25 de outubro (sexta-feira) e termina um dia antes da cerimônia, em 12 de novembro.

 

"Do ponto de vista profissional, ao premiar os realizadores todos os anos, a Academia consolida o cineasta de cinema junto aos seus pares e à opinião pública; fortalece a família do cinema brasileiro e ressalta a importância da nossa atividade na economia", explica Roberto Farias, presidente da Academia Brasileira de Cinema. "Do ponto de vista afetivo, é uma consagração, um carinho que os colegas dedicam ao premiado, reconhecendo seu trabalho e sua importância no cinema brasileiro", completa.

 

O Grande Prêmio do Cinema Brasileiro é organizado pela Academia Brasileira de Cinema e realizado pela Espaço/Z, e conta com o patrocínio da TV Globo através da Lei Federal de Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura e da Prefeitura do Rio de Janeiro através da RioFilme. A premiação tem ainda copatrocínio da Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, Cinemark e Telecine e apoio da Globo Filmes, Canal Brasil, PwC, Kinoplex, Filme B, Clear Channel, UCI Cinemas, AdoroCinema, Sony Pictures, Downtown Filmes, Lereby, Warner Bros., Paris Filmes, Fox Filmes, Europa Filmes, Mixer, O2 Filmes e Paramount Pictures.

 

FINALISTAS

 

Liderando a lista dos finalistas está o filme "Gonzaga de Pai para Filho", de Breno Silveira, que recebeu 15 indicações, seguido de perto por "Xingu", de Cao Hamburguer, com 13. "Corações Sujos", de Vicente Amorim, teve dez indicações e "Heleno", de José Henrique Fonseca, recebeu nove indicações. "2 Coelhos", Afonso Poyart, foi indicado em oito categorias e "Febre do Rato", de Claudio Assis, e "Paraísos Artificiais", de Marcos Prado, teve cinco indicações. Concorrendo em três categorias aparecem os filmes "À Beira do Caminho" e "Boca", além dos documentários "A Música segundo Tom Jobim", "Raul - O início, o fim e o meio" e "Tropicália". Os filmes "Sudoeste", "Reis e Ratos", "Luz nas Trevas - A Volta do Bandido da Luz Vermelha" e "E aí... Comeu?" receberam duas indicações cada. Com uma indicação estão "Era uma vez eu, Verônica", "Os Penetras", "Astro - Uma Fábula Urbana em um Rio de Janeiro Mágico", "Disparos", "Menos que nada", "Violeta foi para o Céu", "5x Pacificação", "Marighella", "Marcelo Yuka no caminho das Setas" e "Uma Longa Viagem".

 

Os finalistas na categoria Melhor Longa-Metragem Infantil são "31 Minutos", de Álvaro Díaz e Pedro Peirano; "Brichos - a Floresta é Nossa", de Paulo Munhoz; "Cocoricó Conta Clássicos", Fernando Gomes e "Peixonauta - Agente Secreto da O.S.T.R.A", de Célia Catunda e Kiko Mistrorigo. "Brichos - a Floresta é Nossa" e "Peixonauta - Agente Secreto da O.S.T.R.A" também disputam o prêmio de Melhor Longa-Metragem de Animação.

 

Na categoria Melhor Longa-Metragem Estrangeiro participam: "A Invenção de Hugo Cabret", dirigido por Martin Scorsese (distribuição de Paramount Pictures); "A Separação", de Asghar Farhadi (Imovision); "Argo", de Ben Affleck (Warner Bros.); "As Aventuras de Pi", dirigido por Ang Lee (Fox Filmes); e "Intocáveis", de Olivier Nakache (California Filmes).

 

"A Mão que Afaga", "A Melhor Idade", "A Onda traz o Vento Leva", "Laura" e "O Duplo" foram selecionados para o prêmio de Melhor Curta de Ficção de 2012, enquanto "A Cidade", "Desterro", "Elogio da Graça", "Filme para Poeta Cego" e "Quem tem Medo de Cris Negão?" disputam o prêmio de Melhor Curta-Metragem Documentário. Na categoria Curta-Metragem Animação foram classificados "Cabeça de Papelão", "Dia Estrelado", "O Ogro", "Realejo" e "Valquíria".

 

HOMENAGENS

 

Pioneira no cinema, teatro e televisão, a atriz Ruth de Souza será a grande homenageada do XII Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Ela começou a carreira nos palcos em 1945 com o Teatro Experimental do Negro, criado por Abdias do Nascimento e Agnaldo Camargo, na peça O Imperador Jones, de Eugene O´Neil. Tornando-se a primeira atriz negra a se apresentar no Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Nos cinemas, Ruth estreou em 1948 no filme Terra Violenta, adaptação do romance Terras do Sem Fim, dirigido por Edmond Bernoudy. Focada em trabalhos no cinema, participou de diversas produções das três empresas pioneiras do mercado: Atlântida, Maristela Filmes e Vera Cruz. Seu elogiado desempenho no filme Sinhá Moça, dirigido por Tom Payne, rendeu a primeira indicação de uma atriz brasileira a um prêmio internacional: o Leão de Ouro do Festival de Veneza, em 1954. A vasta carreira no cinema soma mais de 30 filmes, entre eles Ravina, O Assalto ao Trem Pagador (1962), A Grande Arte (1991), Um Copo de Cólera (1999), e As Filhas do Vento (2004), pelo qual ganhou o prêmio de melhor atriz no Festival de Gramado.

 

Diretor, produtor, roteirista, professor e assistente de direção dos mais importantes do cinema nacional, Roberto Santos será homenageado post morten do Grande Prêmio. Já Ismail Xavier, um dos mais respeitados críticos e estudiosos do cinema nacional e internacional, receberá o Prêmio Especial de Preservação.

 

MESTRES DO RISO

 

A identificação do público brasileiro com as comédias será o tema da cerimônia do Grande Prêmio deste ano. Mestres do riso que fazem parte da história de sucesso das comédias no cinema nacional desde Oscarito, Grande Otelo, Mazzaroppi, Dercy Gonçalves, Os Trapalhões até os grandes sucessos lançados nos últimos anos serão lembrados pela Academia. Por sinal, 2012, foi um ano especial para o gênero: os três filmes nacionais de maior bilheteria eram comédias e somaram mais de 8 milhões de espectadores.

 

"Este não é um fenômeno novo. O brasileiro gosta de se divertir e o cinema nacional sempre soube atender a sua expectativa. Desde os tempos de Oscarito e Grande Otelo as comédias divertem nosso público", diz Roberto Farias. "O cinema brasileiro sempre foi diversificado. Para um país de dimensões continentais, nossos cineastas produzem filmes de diferentes tendências, buscam novos caminhos, sempre preocupados em penetrar na alma do brasileiro, na sua história, nos costumes e no comportamento de nosso povo. Essa é a riqueza do nosso cinema", afirma.


FINALISTAS GP2013



MELHOR LONGA-METRAGEM DE FICÇÃO

CORAÇÕES SUJOS de Vicente Amorim. Produção: Vicente Amorim, João Daniel Tikhomiroff, Gil Ribeiro, Michel Tikhomiroff e Caique Ferreira por Mixer
FEBRE DO RATO de Claudio Assis. Produção: Claudio Assis por Parabólica e Julia Moraes por Belavista.
GONZAGA DE PAI PARA FILHO de Breno Silveira. Produção: Breno Silveira, Eliana Soárez por Conspiração Filmes e Marcia Braga por D+ filmes
HELENO de José Henrique Fonseca. Produção: José Henrique Fonseca, Rodrigo Teixeira, Eduardo Pop e Rodrigo Santoro por RT Features
XINGU de CaoHamburger. Produção: Fernando Meirelles, Andrea Barata Ribeiro e Bel Berlinck por O2 Filmes

MELHOR LONGA-METRAGEM DOCUMENTÁRIO

5X PACIFICAÇÃO de Cadu Barcellos, Luciano Vidigal, Rodrigo Felha e Wagner Novais. Produção:Renata Almeida Magalhães e Carlos Diegues por Luz Mágica Produções
A MÚSICA SEGUNDO TOM JOBIM de Dora Jobim e Nelson Pereira dos Santos. Produção: MarciaPereira dos Santos por Regina Filmes, Mauricio Andrade por Videofilmes, Rodrigo Saturnino Braga porSony Pictures
RAUL - O INÍCIO, O FIM E O MEIO de Walter Carvalho. Produção: Denis Feijão por ElixirEntretenimento e Alain Fresnot por A.F Cinema e Vídeo
TROPICÁLIA de Marcelo Machado.Produção: Denise Gomes e Paula Cosenza por BossaNovaFilms
UMA LONGA VIAGEM de Lucia Murat. Produção: Lucia Murat por Taiga Filmes

MELHOR LONGA-METRAGEM INFANTIL

31 MINUTOS de Álvaro Díaz e Pedro Peirano. Produção: Juan Manuel Egaña por Aplaplac e User T38, Mascos Didonet, Vilma Lustosa e Walkiria Barbosa por Total Entertainment
BRICHOS - A FLORESTA É NOSSA de Paulo Munhoz. Produção: Daniella Michelena e Paulo Munhoz por Tecnokena
COCORICÓ CONTA CLÁSSICOS de Fernando Gomes. Produção: Giseli Malafronte, Patricia Barretos, Fernanda Pedroso, Regina Aranha por TV Cultura
PEIXONAUTA - AGENTE SECRETO DA O.S.T.R.A de Célia Catunda e Kiko Mistrorigo. Produção: Célia Catunda, Kiko Mistrorigo e Ricardo Rozzino por TV PinGuim

MELHOR LONGA-METRAGEM ANIMAÇÃO

BRICHOS - A FLORESTA É NOSSA de Paulo Munhoz. Produção: Daniella Michelena e Paulo Munhoz por Tecnokena
PEIXONAUTA - AGENTE SECRETO DA O.S.T.R.A de Célia Catunda e Kiko Mistrorigo. Produção: Célia Catunda, Kiko Mistrorigo e Ricardo Rozzino por TV PinGuim

MELHOR DIREÇÃO

AFONSO POYART por 2 Coelhos
BRENO SILVEIRA por Gonzaga de pai para filho
CAO HAMBURGER por Xingu
CLAUDIO ASSIS por Febre do rato
WALTER CARVALHO por Raul - o início, o fim e o meio

MELHOR ATRIZ

ALESSANDRA NEGRINI como Julia por 2 Coelhos
DIRA PAES como Rosa por À beira do caminho
HERMILA GUEDES como Verônica por Era uma vez eu, Verônica
NANDA COSTA como Eneida por Febre do Rato
SIMONE SPOLADORE como Clarice por Sudoeste

MELHOR ATOR

CAIO BLAT como Leonardo Villas Boas por Xingu
DANIEL DE OLIVEIRA como Hiroito por Boca
JOÃO MIGUEL como Claudio Villas Boas por Xingu
JÚLIO ANDRADE como Gonzaguinha 35/40 anos por Gonzaga de pai para filho
RODRIGO SANTORO como Heleno por Heleno

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE

ANDREA BELTRÃO como Laura por Os Penetras
ÂNGELA LEAL como Dona Marieta por Febre do Rato
DIRA PAES como Conceição por Sudoeste
LEANDRA LEAL como Silvia por Boca
ZEZÉ MOTTA como Priscila por Gonzaga de pai para filho

MELHOR ATOR COADJUVANTE

ÂNGELO ANTÔNIO como Afonso por À beira do caminho
CLAUDIO CAVALCANTI como Dr. Ismael por Astro, uma fábula urbana em um Rio de Janeiro mágico.
DOMINGOS MONTAGNER como Coronel Raimundo por Gonzaga de pai para filho
EDUARDO MOSCOVIS como Subdelegado por Corações sujos
JOÃO MIGUEL como Miguelzinho por Gonzaga de pai para filho

MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA

ADRIAN TEIJIDO, ABC por Gonzaga de pai para filho
ADRIANO GOLDMAN,ABC por Xingu
LULA CARVALHO por Paraísos Artificiais
RODRIGO MONTE por Corações Sujos
WALTER CARVALHO por Heleno

MELHOR DIREÇÃO DE ARTE

CASSIO AMARANTE, ABC por Xingu
CLAUDIO AMARAL PEIXOTO por Gonzaga de pai para filho
CLAUDIO AMARAL PEIXOTO por Paraísos Artificiais
DANIEL FLAKSMAN por Corações Sujos
MARLISE STORCHI por Heleno

MELHOR FIGURINO

ANA AVELAR E CLAUDIA KOPKE por Gonzaga de pai para filho
CLAUDIA KOPKE por Paraísos Artificiais
CRISTINA KANGUSSU por Corações sujos
RITA MURTINHO por Heleno
VERÔNICA JULIAN por Xingu

MELHOR MAQUIAGEM

ANNA VAN STEEN por Xingu
DOEL SAUERBRONN por 2 Coelhos
LU MORAES por Reis e Ratos
MARILU MATTOS por Corações Sujos
MARTÍN MARCÍAS TRUJILLO por Gonzaga de pai para filho
MARTÍN MARCÍAS TRUJILLO por Heleno

MELHOR EFEITO VISUAL

CARLOS FAIA, GUS MARTINEZ E XICO DE DEUS por 2 Coelhos
CLAUDIO PERALTA por Gonzaga de pai para filho
HUGO GURGEL por Xingu
ROBSON SARTORI por Paraísos Artificiais
SERGIO FARJALLA JR por Corações sujos

MELHOR ROTEIRO ORIGINAL

AFONSO POYART por 2 Coelhos
ANNA MUYLAERT, CAO HAMBURGER E ELENA SOAREZ por Xingu
FELIPE BRAGANÇA, FERNANDO CASTETS E JOSE HENRIQUE FONSECA por Heleno
HILTON LACERDA por Febre do Rato
PATRÍCIA ANDRADE por Gonzaga de pai para filho

MELHOR ROTEIRO ADAPTADO

CARLOS GERBASE por Menos que nada. Adaptado do conto "O diário de Redengonga" de ArthurSchnitzler
DAVID FRANÇA MENDES por Corações sujos. Adaptado da obra "Corações Sujos" de FernandoMorais
FLAVIO FREDERICO E MARIANA PAMPLONA por Boca. Adaptado da Obra "Boca do Lixo" de Hiroitode Moraes Joanides
HELENA IGNEZ por Luz nas trevas - a volta do Bandido da luz Vermelha. Adaptado da Obra "Luz nastrevas - a volta do Bandido da Luz Vermelha" de Rogério Sganzerla
LUSA SILVESTRE E MARCELO RUBENS PAIVA por E ai... Comeu? Adaptado da obra teatral "E ai...Comeu?" de Marcelo Rubens Paiva

MELHOR MONTAGEM DE FICÇÃO

AFONSO POYART, ANDRÉ TOLEDO E LUCAS GONZAGA por 2 Coelhos
DIANA VASCONCELLOS por Corações sujos
GUSTAVO GIANI E VICENTE KUBRUSLY por Gonzaga de pai para filho
GUSTAVO GIANI por Xingu
SERGIO MEKLER por Heleno

MELHOR MONTAGEM DE DOCUMENTÁRIO

JORDANA BERG por Marcelo Yuka no caminho das setas
LUELANE CORREA por A música segundo Tom Jobim
OSWALDO SANTANA por Tropicália
PABLO RIBEIRO por Raul - o início, o fim e o meio
VÂNIA DEBS por Marighella

MELHOR SOM

ALESSANDRO LAROCA, ARMANDO TORRES JR. E VALÉRIA FERRO por À beira do caminho
ALESSANDRO LAROCA, ARMANDO TORRES JR., EDUARDO VIRMOND LIMA E LEANDRO LIMApor Paraísos Artificiais
ALESSANDRO LAROCA, ARMANDO TORRES JR., EDUARDO VIRMOND LIMA E PAULO RICARDO
NUNES por Xingu
ALESSANDRO LAROCA, ARMANDO TORRES JR.; EDUARDO VIRMOND LIMA, RENATO CALAÇA
E VALÉRIA FERRO por Gonzaga de pai para filho
ANDRÉ TADEU, RODRIGO FERRANTE, LIA CAMARGO E TIDE BORGES por 2 Coelhos

MELHOR TRILHA SONORA

ALEXANDRE KASSIN por Tropicália
CAETANO VELOSO E MAURO LIMA por Reis e Ratos
HELENA IGNEZ, LUCIO BRANCO, RODRIGO LIMA E SINAI SGANZERLA por Luz nas trevas - avolta do bandido da luz vermelha
PAULO JOBIM por A música segundo Tom Jobim
PLÍNIO PROFETA por E aí... Comeu?
JOSE MIGUEL MIRANDA E JOSE MIGUEL TOBAR por Violeta foi para o céu

MELHOR TRILHA SONORA ORIGINAL

AKIHIKO MATSUMOTO por Corações sujos
ANDRÉ ABUJAMRA E MARCIO NIGRO por 2 Coelhos
BERNA CEPPAS por Gonzaga de pai para filho
BERNA CEPPAS por Heleno
BETO VILLARES por Xingu

MELHOR CURTA-METRAGEM FICÇÃO

A MÃO QUE AFAGA, dirigido por Gabriela Amaral Almeida
A MELHOR IDADE, dirigido por Angelo Defanti
A ONDA TRAZ O VENTO LEVA, dirigido por Gabriel Mascaro
LAURA, dirigido por Thiago Valente
O DUPLO, dirigido por Juliana Rojas

MELHOR CURTA-METRAGEM DOCUMENTÁRIO

A CIDADE, dirigido por Liliana Sulzbach
DESTERRO, dirigido por Cláudio Marques e Marília Hughes
ELOGIO DA GRAÇA, dirigido por Joel Pizzini
FILME PARA POETA CEGO, dirigido por Gustavo Vinagre
QUEM TEM MEDO DE CRIS NEGÃO?, dirigido por René Guerra

MELHOR CURTA-METRAGEM ANIMAÇÃO

CABEÇA DE PAPELÃO, dirigido por QuiáRodrigues
DIA ESTRELADO, dirigido por Nara Normande
O OGRO, dirigido por Márcio Junior e Márcia Derétti
REALEJO, dirigido por Marcus Vinícius Vasconcelos
VALQUÍRIA, dirigido por Luiz Henrique Marques

MELHOR LONGA-METRAGEM ESTRANGEIRO

A INVENÇÃO DE HUGO CABRET (Hugo, ficção, EUA) - dirigido por Martin Scorsese. Distribuição:
Paramount
A SEPARAÇÃO (The Separation, ficção, Irã) - dirigido por AsgharFarhadi. Distribuição: Imovision
ARGO (Argo, ficção, EUA) - dirigido por Bem Affleck. Distribuição: Warner Bros
AS AVENTURAS DE PI (Life ofPi, ficção, EUA) - dirigido por Ang Lee. Distribuição: Fox Filmes
INTOCÁVEIS (Intouchables, ficção, França) - dirigido por Olivier Nakache e Eric Toledano.
Distribuição: California Filmes



11/10/2013 03h49

Vencedores do FESTIVAL DO RIO 2013
Rod Carvalho

MELHOR DOC - HISTÓRIAS DE ARCANJO - UM DOCUMENTÁRIO SOBRE TIM LOPES, de Guilherme Azevedo
PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI DOCUMENTÁRIO- A FARRA DO CIRCO, de Roberto Berliner e Pedro Bronz
MENÇÃO HONROSA DO JÚRI DOCUMENTÁRIO - CATIVAS - PRESAS PELO CORAÇÃO, de Joana Nin; DAMAS DO SAMBA, de Susanna Lira
MELHOR ATOR COADJUVANTE - RODRIGO GARCÍA (TATUAGEM)
MENÇÃO HONROSA DO JÚRI ATOR COADJUVANTE - SILVIO GUINDANE ( JOGO DAS DECAPITAÇÕES), JULIO ANDRADE ( ENTRE NÓS)
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE - MARTHA NOWILL ( ENTRE NÓS)
MELHOR FOTOGRAFIA - PEDRO URANO (QUASE SAMBA)
MELHOR MONTAGEM - MAIR TAVARES ( ESTRADA 47)
MELHOR ROTEIRO - PAULO MORELLI (ENTRE NÓS)
MELHOR ATOR - JESUÍTA BARBOSA ( TATUAGEM)
MENÇÃO HONROSA DO JÚRI ATOR - FRANCISCO GASPAR ( ESTRADA 47)
MELHOR ATRIZ - LEANDRA LEAL ( O LOBO ATRÁS DA PORTA)
MELHOR DIRETOR - CAO GUIMARÃES + MARCELO GOMES ( O HOMEM DAS MULTIDÕES)
MELHOR FILME - DE MENOR, de Caru Alves de Souza + O LOBO ATRÁS DA PORTA, de Fernando Coimbra
PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI FICÇÃO - TATUAGEM, de Hilton Lacerda
MELHOR CURTA-METRAGEM - CONTRATEMPO, de Bruno Jorge

 

NOVOS RUMOS
Juri presidido Anna Azevedo e composto por Maria Flor e António Ferreira
MELHOR FILME - TÃO LONGE É AQUI, de Eliza Capai
MENÇÃO HONROSA DO JÚRI MELHOR FILME- O MENINO E O MUNDO, de Alê Abreu
MELHOR CURTA - TODOS ESSES DIAS EM QUE SOU ESTRANGEIRO, de Eduardo Morotó
MENÇÃO HONROSA DO JÚRI CURTA - LIÇÃO DE ESQUI, de Leonardo Mouramateus, Samuel Brasileiro


PRÊMIO FIPRESCI
uri Fipresci, presidido por Carmem Gray e composto por Juan Manuel Dominguez, Ricardo Largman e Luiz Fernando Gallego - TATUAGEM, de Hilton Lacerda

***

Mostra Geração
PRÊMIO GERAÇÃO FORNO DE MINAS
A Galinha que Burlou o Sistema,
de Quico Meirelles
Ficção / Cor / Digital / 15 min.
São Paulo /2012

O JURI FOI COMPOSTO POR ALUNOS (QUE TEM ENTRE 14 E 8 ANOS) DAS SEGUINTES ESCOLA QUE TRABALHAM COM CINEMA (OU QUE POSUEM CINEMA NOS SEUS CURRICULOS)
ESCOLA TÉCNICA ESTADUAL ADOLPHO BLOCH - ETEAB
NAVE RIO(Núcleo Avançado em Educação) SEE
PRODUTORA ESCOLA CINEMA NOSSO
ESCOLA LIVRE DE CINEMA DE NOVA IGUAÇU
COLÉGIO ESTADUAL D. PEDRO II
CINECLUBE NAS ESCOLAS- SME
OI KABUM



01/10/2013 14h55

Revista do Cinema traz dois grandes nomes do cinema brasileiro
Rod Carvalho

O Revista do Cinema Brasileiro deste sábado traz uma matéria com o cineasta Neville de Almeida, diretor, roteirista, fotógrafo e artista plástico, que é responsável pela terceira maior bilheteria do cinema brasileiro com A Dama do Lotação.

Também por detrás de um grande sucesso está Paulo Halm, roteirista de A Casa da Mãe Joana, que aparece no último bloco do programa em entrevista com Natália Lage no estúdio do programa.

Na sequência, a dupla Luhli e Lucina vira história em um documentário com participação de Ney Matogrosso e Gilberto Gil. O filme mostra a vida das cantoras cariocas que são responsáveis por boa parte das composições da MPB dos anos 1970.

Em seu quadro, o crítico de cinema Marcelo Janot fala sobre cinebiografias.

O programa exibirá também uma matéria sobre o documentário Flutuantes, de Rodrigo Savastano. Esse longa surgiu quando o diretor estava em busca de uma casa flutuante para servir locação e acabou encontrando no proprietário o personagem da história.

O Revista do Cinema Brasileiro vai ao ar na TV Brasil Brasil (RJ: Canal 2, 18 Net, 116 Sky. SP: Canal 62, 4 Net, 116 Sky), sábado, às 22h.



13/09/2013 12h05

Dores de Amores, estrelado por Fabíula Nascimento e Milhem Cortaz, estreia nos cinemas
Rod Carvalho

A comédia romântica Dores de Amores, primeiro longa-metragem dirigido por Raphael Vieira, estreia nos cinemas do Rio, dia 13 de setembro, e de São Paulo dia 27. Estrelado por Fabíula Nascimento e Milhem Cortaz, o filme marca também a estreia do diretor da TV Globo Roberto Talma na produção de longas-metragens, assinada em parceria com Diogo Dahl, da Coqueirão Pictures.

Dores de Amores é uma adaptação da peça escrita por Léo Lama, que fez enorme sucesso nos palcos do Rio entre 1989 e 1994, quando foi encenada por Malu Mader e Taumaturgo Ferreira. Na versão para o cinema, Fabíula e Milhem vivem o jovem casal em crise que busca uma solução inusitada para os seus problemas. "As mulheres se identificam muito com a personagem porque o que ela faz é tentar salvar o casamento. E esta é uma atitude muito mais das mulheres do que dos homens. É uma tomada de poder das mulheres", diz Fabíula.

Para o diretor Raphael Vieira, apesar de ter uma veia favorável às mulheres, o homem também brilha no filme. "O personagem do Milhem faz com que muitos homens se identifiquem com a história. Ao menos os homens sinceros. Aqueles que por si não sabem se relacionar ou que nunca tiveram um longo relacionamento, terão dificuldade em entender o papel do homem no filme", comenta Raphael. O elenco conta ainda com o português Ricardo Pereira, a veterana Walderez de Barros, e as participações especiais dos artistas plásticos Os Gêmeos, e do músico Gabriel Moura.

Dores de Amores entra em circuito no Rio de Janeiro com duas cópias, no Ponto Cine, em Guadalupe, e no Cine Joia, em Copacabana. Em São Paulo o filme ficará em cartaz no Shopping Frei Caneca.

Projeto Cinema Popular: Dores de Amores é o primeiro de uma série de três filmes que a Coqueirão Pictures irá lançar dentro do Projeto Cinema Popular. Trata-se do primeiro projeto de pacote audiovisual com patrocínio único e de longo prazo realizado no Brasil, conceito já presente no mercado cinematográfico internacional há
muitos anos. Os outros filmes da franquia são Bamo Nessa, com filmagem marcada para janeiro de 2014, e Gota D'àgua, em desenvolvimento de roteiro. A iniciativa é patrocinada pelo Banco BMG.



Dores de Amores (Ficção / Cor / 77 minutos)
Sinopse: Vamos falar de amor. Um típico casal. Ela e Ele procuram em desespero um acerto para o amor e suas dores. Na carta do Tarot, uma traição. O que você daria por amor?
Ficha Técnica

Direção: Raphael Vieira
Roteiro: Léo Lama
Empresa Produtora: Coqueirão Pictures
Produção: Roberto Talma e Diogo Dahl
Fotografia: Felipe Renheimer
Montagem: Natara Ney
Música: Miguel Gandelman
Elenco completo (em ordem de importância): Milhem Cortaz, Fabiula Nascimento, Walderez de Barros, Ricardo Pereira, Nilton Bicudo, Gustavo Novaes, Gabriel Moura.

Classificação Etária: 14 anos



29/08/2013 19h02

Faculdade CCAA realiza "Os Direitos Humanos na América Latina"
Rod Carvalho

Faculdade CCAA realiza "Os Direitos Humanos na América Latina"

Após a sessão, será realizada mesa de debate

O Cineclube da Faculdade CCAA realiza, no dia 10 de setembro, às 13h30, a exibição do documentário "Mais náufragos que navegantes", de Guillermo Planel. Depois da sessão, o diretor participará do debate "Os direitos humanos na América Latina", que contará com a presença do produtor do filme, José Henrique Camello, e da jornalista e doutora em Ciências Sociais Denise dos Santos Rodrigues, e do professor e sociólogo Ronald Garcia.

O evento acontece no Teatro da Faculdade CCAA, 2º andar do prédio A. O endereço é Avenida Marechal Rondon, 1460, Riachuelo. A entrada é franca.

 

O filme

Os diversos, variados e plurais conceitos de Direitos Humanos na América Latina são discutidos do ponto de vista de personagens que são, em alguns casos, protagonistas da história contemporânea do continente. Músicos, escritores, arquitetos, professores, pessoas comuns em países que estão em constante processo de transformação de suas sociedades. Em seus depoimentos são abordadas questões que estão além daquilo que tradicionalmente define os direitos humanos.

Apresentado em capítulos, o filme trata do entendimento de direitos individuais e coletivos como questões de gênero, orientação sexual, educação, comunicação, meio ambiente, povos originários, segurança pública e ditaduras militares. Ao apresentar estas questões, a proposta é analisar como os Direitos Humanos podem ser um elemento de integração na América Latina por meio de uma nova visão dos conceitos que definem a vida como um direito básico a ser conquistado.

Para assistir ao trailer, clique aqui http://www.youtube.com/watch?v=wUfbcXqDPqQ

Diretor

Guillermo Planel, é natural de Montevidéu, Uruguai, tem 53 anos, e vive no Rio de janeiro desde 1971. É fotógrafo, jornalista e documentarista, com pós-graduação em Imagem pela PUC-RIO. Um dos principais focos de seu trabalho atual é a relação da imprensa e do fotojornalismo com a sociedade civil, através das questões que envolvem assuntos relacionados a Direitos Humanos, Comunicação e Segurança Pública.

 

Filmografia de Guillermo Planel:

2006 - Viola Caipira (Viola Caipira, Chawaqkw & Tiples) - 20´

2007 - Abaixando a máquina - (Lowering the Camera) - 65´

2008 - Som & Furia - Inocentes (Inocentes live at São Paulo) - 60´

2009 - Imagens do Jongo (The Images of Jongo) - 26´

2010 - Vivendo um outro olhar (Living another perspective) - 80 ´

2011 - Quilombolas e Indigenas: território e cidadania - 70´

2013 - Mais náufragos que navegantes (More shipwrecked than navigators) - 97´



29/08/2013 19h01

Municípios do RJ e da Bahia: próximas paradas do Cinema Petrobras em Movimento
Rod Carvalho

Municípios do Rio de Janeiro e da Bahia serão as próximas paradas do Cinema Petrobras em Movimento

Décima Quarta edição do projeto leva cinema gratuito para mais de 70 mil brasileiros

Municípios como Maragogipe, Madre de Deus e Salina das Margaridas, na Bahia, além de São Gonçalo, Macaé e o bairro do Caju, na região Metropolitana do Rio de Janeiro, serão as próximas paradas do Cinema Petrobras em Movimento ao longo do mês de setembro. Estes são apenas alguns dos 150 municípios contemplados pelo projeto, que promove uma série de exibições gratuitas de filmes nacionais, formando o maior circuito de exibição não comercial da América Latina, com patrocínio do Sistema Petrobras. O projeto teve início em maio e acontece até dezembro, com a estimativa de realizar 600 sessões para um público de cerca de 70 mil espectadores.

Nesta décima quarta edição do Cinema Petrobras em Movimento, os filmes exibidos são a animação infantil "Peixonauta - Agente Secreto da O.S.T.R.A." de Célia Catunda e Kiko Mistrorigo, a emocionante história de Breno Silveira "À Beira do Caminho" e a grande aventura Xingu, de Cao Hamburguer. Eles são projetados em comunidades sem acesso a salas de cinema, sedes de projetos sociais, pontos de cultura, agremiações, associações comunitárias, logradouros públicos, e escolas da rede pública de ensino. Em cada um desses lugares há agentes culturais contratados e capacitados pelo projeto.

Os títulos escolhidos cobrem todas as faixas etárias e seguem o critério de qualidade técnica e artística, além da relevância de seus temas na geração de reflexões e debates. "De seis anos para cá, o projeto tem lançado foco sobre as escolas da rede pública de ensino, como forma de complementar a vivência cultural e gerar conteúdo para as aulas que sucedem as exibições. Ano passado os alunos de escolas públicas representaram quase 70% do nosso público. Este ano esperamos atender a 200 escolas e 50 mil estudantes", diz Luciana Boal Marinho, produtora executiva do projeto.

 

O Projeto

O maior projeto de difusão do cinema brasileiro com abrangência em 23 estados da federação, o Cinema Petrobras em Movimento trabalha de forma contínua pela democratização do acesso ao cinema nacional, formando plateias para os produtos audiovisuais brasileiros e revigorando a carreira dos filmes através de sessões gratuitas. O projeto reconhece a cultura e o audiovisual nacional como ferramentas para a educação e a transformação social, estimulando o fortalecimento de imaginários e identidades brasileiras e fomentando debates em torno de temáticas de interesse nacional abordadas nos filmes.

Em 14 anos de atividade, o Cinema Petrobras em Movimento já capacitou mais de 580 Agentes Culturais, realizou mais de 16,104 mil sessões gratuitas em 1.317 municípios e 478 universidades, atingindo mais de 2 milhões de espectadores em todo o território nacional. Trata-se do maior circuito não comercial de exibição da América Latina.

Os Filmes

Peixonauta - Agente Secreto da O.S.T.R.A.
Trailer: http://www.youtube.com/watch?v=yVOUcUuopwY
Ficha Técnica
Título original: Peixonauta - Agente Secreto da O.S.T.R.A
Gênero: Animação
Duração: 95 min.
Classificação Livre / Polifilmes
Lançamento: 2012 (Brasil)
Direção: Paulo Tatit
Sinopse:
Peixonauta prepara-se para uma nova aventura, agora para ser agente especial O.S.T.R.A. (Organização Secreta Para Total Recuperação Ambiental). Para conquistar a insígnia, ele terá de cumprir sete missões com a ajuda de seus amigos Marina e Zico e toda a turma do Parque das Árvores Felizes.

À Beira do Caminho
Trailer: http://www.youtube.com/watch?v=mnSgPo22gzA
Ficha Técnica
Título original: À Beira do Caminho
Gênero: Drama
Duração: 102 min.
Classificação 14 anos / FOX
Lançamento: 2010 (Brasil)
Direção: Breno Silveira
Sinopse
A história de João (João Miguel), um homem que encontra na estrada uma saída para esquecer os dramas de seu passado. Por acaso ou sorte, seu caminho se cruza com o de um menino (Vinicius Nascimento) em busca do pai que nunca conheceu. A partir desse encontro, nasce uma bela relação que movimentará o delicado equilíbrio construído por João para enfrentar seus fantasmas.

Xingu
Trailer: http://www.youtube.com/watch?v=OQwTWLwKLIM
Ficha Técnica
Título original: XINGU
Gênero: Drama
Duração: 102 min.
Lançamento: 2011 (Brasil)
Classificação 12 anos
Direção: Cao Hamburger
Sinopse:
Três irmãos decidem viver uma grande aventura. Orlando (Felipe Camargo), 27 anos, Cláudio (João Miguel), 25, e Leonardo (Caio Blat), 23, Villas-Bôas alistam-se na expedição Roncador-Xingu e partem numa missão desbravadora pelo Brasil Central. A saga começa com a travessia do Rio das Mortes e logo os irmãos se tornam chefes da expedição e se envolvem na defesa dos índios e de sua cultura, registrando tudo num diário batizado de "Marcha para o Oeste".

Serviço:

Bahia:
Data: 2 de setembro, às 8h
Cidade: Madre de Deus
Local: Escola Maria Guarda - Largo da Igreja, S/N - Centro
Filme: Peixonauta

Data: 3 de setembro, às 8h e às 14h
Cidade: Madre de Deus
Local: Escola Municipal Antônio Carlos Magalhães - Av. do Contorno, 292 - Contorno
Filme: À Beira do Caminho

Data: 4 de setembro, às 8h
Cidade: Madre de Deus
Local: Escola Municipal Antônio Carlos Magalhães - Av. do Contorno, 292 - Contorno
Filme: Xingu

Data: 5, 6 e 9 de setembro
Cidade: Maragogipe
Local: São Roque, Maragogipe e Enseada do Paraguaçu
Filme: Peixonauta


Data: 9 de setembro, às 8h30 e às 14h
Cidade: Maragogipe
Local: Escola Desembargador Oscar Dantas, Enseada do Paraguaçu, S/N
Filmes: 8h30 À Beira do Caminho, 14h: Peixonauta

Data: 10 de setembro, às 8h30
Cidade: Maragogipe
Local: Escola Municipal Bom Pastor - Encruzilhada, S/N
Filme: Peixonauta

Rio de Janeiro

Data: 2 de setembro, às 9h e às 14h
Cidade: Região Metropolitana do Rio de Janeiro, bairro do Caju
Local: Escola Municipal Professora Laura Sylvia Mendes Pereira, R. Gal. Sampaio, 71
Filme: Peixonauta

Data: 3 de setembro
Cidade: Região Metropolitana do Rio de Janeiro, bairro do Caju
Às 10h
Local: Hospital Nossa Senhora do Socorro, Rua Monsenhor Manoel Gomes, 503
Filme: À Beira do Caminho
Às 14h
Local: Casa de Saúde São Luiz, R. Gal.Gurjão, 533
Filme: À Beira do Caminho

Data: 11 de setembro
Cidade: São Gonçalo, bairro do Salgueiro (RJ)
Local: CIEP 248 - Prof. Túlio Rodrigues Perlingeira

Data: 26 de setembro
Cidade: Macaé (RJ)



15/08/2013 18h07

Cinema Pela Verdade leva filmes sobre a ditadura
Rod Carvalho

Em sua segunda edição, o Cinema Pela Verdade leva filmes sobre a ditadura Civil Militar na América Latina para o país todo, em sessões gratuitas e sempre seguidas de uma mesa de debate. A mostra é uma realização do ICEM, em parceria com o Ministério da Justiça e conta sempre com a participação de jovens universitários de cada estado em sua organização.


20 de agosto, terça-feira
14h - Exibição do filme Eu Me Lembro, de Luiz Fernando Lobo
Local: Auditório do Colégio Pedro II - Unidade Engenho Novo
Debate: ás 15h40
Debatedores: Luiz Fernando Lobo, Tarcísio Motta, Leonardo Brito

22 de agosto, quinta-feira
13h - Exibição do filme Infância Clandestina, de Benjamín Àvila
Local: Auditório Hilton Sales, UFRRJ
Debate: às 15h
Debatedores: Marcelo Muller, co-roteirista do filme

18h - Exibição do filme Marighella, de Isa Grinspum Ferraz
Local: Auditório Hilton Sales, UFRRJ
Debate: às 20h

23 de agosto, sexta-feira
9h - Exibição do filme NO, de Pablo Larraín
Local: Auditório da FACHA - Unidade Botafogo
Debate: logo após o filme durante a aula inaugural de Radialismo
Debatedores: Oswaldo Munteal (mediador), Roberto Mader, Jackson Saboya

23 de agosto, sexta-feira
14h - Exibição do filme Marighella, de Isa Grinspum Ferraz
Local: Auditório do Colégio Pedro II - Unidade Humaitá
Debate: às 16h

28 de agosto, quarta-feira
19h - Exibição do filme Marighella, de Isa Grinspum Ferraz
Local: Auditório João Goulart, UERJ
Debate: às 20h, durante o evento do ENEH - Encontro Nacional de Estudantes de História



23/07/2013 14h22

Revista do Cinema Brasileiro: uma amostra do que as mulheres são capazes
Rod Carvalho

No Revista do Cinema Brasileiro deste sábado são as mulheres que ganham a cena. O programa vai mostrar séries e filmes dirigidos por elas. E revelar ainda os bastidores de um filme de terror protagonizado por três mulheres.

O repórter Igor Cotrim conversou com as mulheres de As Canalhas, série do canal GNT baseada no livro de Martha Mendonça, Canalhas: substantivo feminino. Dirigida por Anna Muylaert, a série retrata casos inusitados e divertidos que o sexo feminino apronta com amigas, parentes e homens. No elenco estão Mel Lisboa, Zezeh Barbosa e Monica Martelli.

E, para relembrar a canalhice dos velhos tempos, o quadro ‘Memória RCB’ traz de volta o filme Os Cafajestes, dirigido por Ruy Guerra, em 1962. No longa, a personagem de Norma Bengell sofre nas mãos do cafajeste vivido por Jece Valadão.

Ainda nesta edição, a equipe de reportagem visitou o set do filme Pandemônia, que conta a história de três amigas, uma casa de campo isolada e um livro de rituais para unir o mundo dos vivos ao dos mortos. O longa, dirigido por Daniel Moreno, é uma produção independente e mais um exemplo de que o gênero terror vem crescendo aos poucos no Brasil.

No último bloco, a apresentadora Natália Lage recebe no estúdio o ator Fabrício Boliveira. No bate-papo, o ator fala sobre sua atuação no filme Faroeste Caboclo e sobre seus novos projetos.

O Revista do Cinema Brasileiro vai ao ar na TV Brasil (RJ: Canal 2, 18 Net, 116 Sky. SP: Canal 62, 4 Net, 116 Sky), sábado, às 22h.



12/07/2013 17h52

Mostra Cinema pela Verdade: terça-feira, dia 16, na UERJ, documentário brasileiro sobre Marighella
Rod Carvalho

A Mostra Cinema pela Verdade volta ao Rio semana que vem, e exibe, no Auditório 91, da UERJ, o filme Marighella, de Isa Grinspum Ferraz, no dia 16 de julho. Esta sessão conta especialmente com um bate-papo com o filho de Marighella, também chamado Carlos, que virá de Salvador especialmente para participar do Cinema pela Verdade. A mostra começou em maio e acontecerá simultaneamente em universidades dos 27 estados da federação até o mês de agosto. Cada estado do país terá pelo menos oito sessões de filmes, totalizando mais de 200 exibições.

Em sua segunda edição, a Mostra Cinema pela Verdade foi criada com o objetivo de promover exibições de filmes seguidas de debates sobre o período da Ditadura Civil-Militar e seus desdobramentos, bem como a relação com as ditaduras contemporâneas do Cone Sul.
Realizada pelo Instituto Cultura em Movimento (ICEM), em parceria com o Ministério da Justiça, a Mostra Cinema pela Verdade foi contemplada pelo edital "Marcas da Memória", da Comissão de Anistia, que visa à promoção de eventos e projetos com foco neste período marcante da história brasileira.

O ponto de partida foi um encontro, durante a primeira semana de maio, no Rio de Janeiro, entre os "agentes mobilizadores" - 27 universitários de diferentes áreas, que foram capacitados para serem os produtores locais em suas respectivas cidades. No Rio, a agente mobilizadora é Clarice Green, de 24 anos, estudante de Ciências Sociais da UFRJ.

Este ano, foram selecionados para a mostra dois documentários sobre a ditadura no Brasil e dois filmes de ficção sobre o período da ditadura na Argentina e no Chile. Entre as produções brasileiras estão Eu Me Lembro, de Luiz Fernando Lobo, e Marighella, de Isa Grinspum Ferraz. Já a ficção Infância Clandestina, de Benjamín Ávila, é uma coprodução Brasil-Argentina, e No, de Pablo Larraín, faz um recorte sobre a ditadura chilena. Na primeira semana de julho, novas sessões serão agendadas em Natal, de maneira que todos os quatro filmes sejam exibidos na capital potiguar.

"O projeto Cinema pela Verdade cria um ambiente de mobilização em todo o país. Especialmente junto à juventude, em favor da memória, em favor da construção da verdade
para que o país possa, finalmente, passar a limpo a sua história e possa enfrentar os seus erros de frente, para que eles não se repitam mais. E, ao mesmo tempo, possa gerar consciência crítica na juventude para que ela assuma para si um legado de resistência, de lutas e de conquistas dos nossos direitos", ressalta o presidente da Comissão de Anistia, Paulo Abrão.

A vice-presidente do ICEM, Luciana Boal complementa: "Por vivermos em um país em que 92% dos municípios não possuem salas de cinema, nós do ICEM acreditamos que projetos como o Cinema pela Verdade são fundamentais para dar mais acesso à produção nacional. E ter as universidades como palco dessas sessões é investir na formação de um público crítico e articulado. Nada melhor do que trabalhar com os próprios universitários para estimular o contato com o cinema nacional e para que possam compreender localmente como é possível produzir um festival, além de formarem uma rede de agentes culturais".

Sobre os Filmes Selecionados:

Eu me lembro, de Luiz Fernando Lobo: exibido no Festival Internacional do Rio de Janeiro. O documentário acompanhou cinco anos das caravanas da Anistia e reconstrói a luta dos perseguidos por reparação, memória, verdade e justiça por meio de imagens de arquivo e de entrevistas.

Infância Clandestina, de Benjamín Ávila: representante argentino ao Oscar 2013, categoria melhor filme estrangeiro. Argentina, 1979. Juan, assim como seus pais e seu tio leva uma vida clandestina. Fora do berço familiar ele precisa manter as aparências pelo bem da família, que luta contra a ditadura militar que governa o país.

Marighella, de Isa Grinspum Ferraz, ganhador do Prêmio de melhor longa-metragem da Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul em 2012. Carlos Marighella foi o maior inimigo da ditadura militar no Brasil. Este líder comunista e parlamentar foi preso e torturado, e tornou-se famoso por ter redigido o Manual do Guerrilheiro Urbano.

NO, de Pablo Larraín, concorreu ao Oscar 2013 na categoria melhor filme estrangeiro. Pressionado pela comunidade internacional, o ditador Augusto Pinochet aceita realizar um plebiscito nacional para definir sua continuidade ou não no poder. Os líderes do governo contratam René Saavedra para coordenar a campanha contra a manutenção de Pinochet.

Serviço

16 de julho, terça-feira

18h - Exibição do filme Marighella, de Isa Grinspum Ferraz
Local: AUDITÓRIO 91, 9º andar, UERJ
Capacidade do local: 230 pessoas
Debatedores: Carlos Augusto Marighella, Mário Magalhães e Oswaldo Munteal
Horário do debate: 20h