SRZD | Dr. Golden


Cortar calorias pode melhorar memória

| Dr. Golden | 29/09/2009 11:32

Uma pesquisa realizada na Alemanha indica que cortar em 30% a ingestão de calorias pode melhorar a memória.

Na pesquisa, voluntários, que tinham em média 60 anos de idade, foram divididos em três grupos. O primeiro seguiu uma dieta normal; o segundo teve um regime semelhante, mas com mais ácidos graxos insaturados (encontrados no azeite de oliva e nos peixes, por exemplo); e o terceiro adotou a dieta com 30% menos calorias.

Depois de três meses, os dois primeiros grupos refizeram testes de memória e seus resultados foram os mesmos. Já os 50 voluntários do terceiro grupo conseguiram mais pontos após a dieta.

Eles também apresentaram outros sinais de melhora física, com uma queda nos níveis de insulina.

Segundo os cientistas, essas mudanças poderiam explicar o melhor desempenho da memória, ao manter as células cerebrais mais saudáveis.

"As descobertas podem ajudar a desenvolver novas estratégias de prevenção e tratamento para manter a saúde cognitiva até a velhice", disseram os autores da pesquisa em um artigo publicado na revista do Proceedings of the National Academy of Sciences.

A pesquisa aumenta ainda mais o interesse nos possíveis benefícios de dietas de restrição de calorias. Pesquisas recentes com animais tinham sugerido que as dietas podem ajudar a ampliar a longevidade e a retardar o início de doenças relacionadas ao envelhecimento.

Mas ainda não se sabe ao certo se esse seria o caso em humanos e se o corte nas calorias deveria ser ou não "radical".

O mecanismo que pode trazer esses benefícios ainda estão sendo investigados. Há teorias de que a redução calórica diminuiria a produção dos chamados radicais-livres, que provocam o envelhecimento celular.

Especialistas em nutrição, no entanto, alertam para os riscos de se adotar uma dieta alimentar sem acompanhamento médico.

"Todos - especialmente aqueles que já estão com peso normal ou abaixo do normal - precisam ser extremamente cuidadosos ao tentar fazer uma dieta", disse à BBC uma porta-voz da British Dietetic Association.

"Existem outros estudos que mostram que a redução de calorias ou de refeições pode interferir na memória e nas funções cerebrais."

Fonte: BBC Brasil

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Música pode retardar Alzheimer, diz estudo

| Dr. Golden | 24/09/2009 13:29

Estudos feitos nos Estados Unidos indicam que pacientes com Mal de Alzheimer talvez possam retardar o desenvolvimento da condição por meio de musicoterapia.

O pesquisador Petr Janata, da Universidade da Califórnia, monitorou a atividade cerebral de um grupo de voluntários enquanto ouviam música e concluiu que a região do cérebro associada à música também está associada às memórias mais vívidas de uma pessoa. A área do cérebro parece servir de centro que liga música conhecida, memórias e emoções.

Seu estudo foi publicado na edição online da revista científica Cerebral Cortex e será  incluído na edição impressa da revista, ainda neste ano.

Segundo Janata, a revelação pode ajudar a explicar por que música pode despertar reações fortes em pessoas com o Mal de Alzheimer.

A região ativada durante o experimento, o córtex pré-frontal (logo atrás da testa), é  uma das últimas áreas do cérebro a se atrofiar à medida em que a doença progride.

"O que parece acontecer é que uma música conhecida serve de trilha sonora para um filme mental que começa a tocar em nossa cabeça", disse o especialista.

"Ela traz de volta as lembranças de uma pessoa ou um lugar, e você pode de repente ver o rosto daquela pessoa na sua mente".

"Agora podemos ver a associação entre essas duas coisas - música e memória".
Estimulante 
Trabalhos anteriores de Janata já haviam indicado que música serve como um potente estimulante no resgate da memória.

De forma a aprender mais sobre o mecanismo por trás desse fenômeno, ele reuniu 13 voluntários (estudantes da Universidade da Califórnia) para um novo estudo.

Enquanto os voluntários ouviam trechos de 30 canções diferentes em fones de ouvido, Janata monitorou a atividade em seus cérebros com um exame de ressonância magnética (fMRI).

Para aumentar as chances de que os estudantes associassem ao menos algumas das canções com lembranças do passado, o pesquisador selecionou músicas que foram sucesso no período em que cada voluntário tinha entre oito e 18 anos de idade.

Depois de ouvir cada trecho, os participantes responderam perguntas sobre a canção, entre elas, se a música era conhecida, se era boa e se estava associada a algum acontecimento, incidente ou lembrança.

Logo após o exame de ressonância magnética, os voluntários completaram um questionário sobre o conteúdo e a vividez das lembranças que cada canção familiar havia despertado.

Os questionários revelaram que, em média, cada participante reconheceu entre 17 e 30 trechos. Desses, cerca de 13 eram moderadamente ou fortemente associados com uma lembrança autobiográfica.

Músicas que estavam associadas a lembranças mais importantes foram as que provocaram as respostas mais emotivas.

Mais tarde, comparando os questionários com as imagens registradas pelo exame de ressonância magnética, Janata descobriu que o grau de importância da lembrança era proporcional à quantidade de atividade no córtex pré-frontal do estudante.

O experimento confirmou a hipótese de Janata de que esta região do cérebro associa música e memória.

Segundo Janata, lembranças de canções importantes do ponto de vista autobiográfico parecem ser poupadas em pessoas com o Mal de Alzheimer.

Tendo isso em vista, um dos objetivos do especialista é usar suas pesquisas para desenvolver terapia baseada em música para pessoas que sofrem da condição.

"Equipar pacientes com tocadores de MP3 e listas personalizadas de canções", ele especula, "pode talvez ser uma estratégia efetiva e econômica para melhorar sua qualidade de vida".

Fonte: BBC Brasil

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Apnéia do sono: Ronco e obstrução nasal são as queixas mais comuns em crianças e adolescentes, diz estudo

| Dr. Golden | 27/08/2009 13:52

A apnéia obstrutiva do sono, melhor chamada de síndrome (conjunto de sinais e sintomas) da apnéia obstrutiva do sono (SAOS), é uma doença caracterizada por um estreitamento recorrente, completo ou parcial, das vias aéreas respiratórias superiores, durante o período do sono.

Nos adultos, o resultando deste processo são períodos de apnéia (falta total da respiração),queda dos níveis de oxigênio no sangue, despertares freqüentes e, como conseqüencia, cansaço e sonolência durante o dia.

Um estudo teve como objetivo investigar os sintomas mais freqüentes encontrados em crianças com diagnóstico polissonográfico de SAOS. Foram avaliadas 38 crianças encaminhadas ao laboratório do sono com suspeita de SAOS no período de junho de 2003 a dezembro de 2004.
 
Os pacientes foram submetidos a um questionário pré-sono e a polissonografia. A idade média foi de 7,8 anos,sendo que 50% das crianças eram do sexo masculino.Observou-se maior freqüência de casos severos de apnéia entre crianças menores de seis anos (idade pré-escolar).

Dentre as crianças com SAOS, os sintomas mais citados foram ronco e obstrução nasal, presentes em 74,3 e 72,7% das crianças, respectivamente. Sonolência excessiva e bruxismo ocorreram em, respectivamente, 29,4 e 34,3% dos casos.Agitação das  pernas e dificuldade para iniciar o sono foram encontradas em, respectivamente, 65 e 33% dos avaliados.

Todas as crianças que apresentaram SAOS de grau severo tinham queixa de ronco e bruxismo.Os autores do estudo concluem que os sintomas mais freqüentes em crianças e adolescentes com SAOS são o ronco e obstrução nasal. Além disso, quadros mais graves da SAOS estão associados à menor faixa etária.
 

Fonte: J Bras Pneumol(2008). www.portaldocoracao.com.br
 

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Gengivite e Cárie em Crianças

Equipe Bibliomed | Dr. Golden | 24/08/2009 15:43

A saúde da boca é essencial para o desenvolvimento harmônico da face e para aquisição das funções relacionadas, como: respiração, mastigação, deglutinação e fala. Na infância e na adolescência a doença bucal de maior importância é a cárie.

O que é e como se forma a cárie?
A cárie consiste na perda de mineral pelo dente. Podem ocorrer lesões de tamanhos variáveis, desde manchas esbranquiçadas até lesões em estruturas profundas dos dentes. O aparecimento da cárie está relacionado com a presença de alguns microorganismos, que se alojam em fissuras e nas superfícies lisas dos dentes. Nestes locais, ocorre a formação da placa bacteriana.

 O que vem a ser a placa bacteriana?
A placa bacteriana é formada com a deposição de açúcares na superfície do dente, gerando uma fina camada. Esta camada é, então, invadida por microorganismos. Eles destroem parte desta camada, entram em contato direto com o dente, multiplicam e produzem substâncias que retiram os minerais dos dentes, produzindo as lesões da cárie.

 O que favorece a formação de cáries?
A presença de açúcares favorece a proliferação de microorganismos formadores de cárie na boca. Quanto mais cedo ocorre este processo, maior o risco de ter cáries ao longo da vida.

Como prevenir as cáries?
Os cuidados com a saúde bucal das crianças devem ser iniciados desde antes do aparecimento dos dentes. É neste período que forma a flora bacteriana da boca do bebê. São medidas importantes o controle da saúde bucal da mãe, a restrição do consumo de alimentos com açúcar, o aleitamento materno e os cuidados com a higiene bucal. Desde esta fase, é importante limpar a boca do bebê com algodão embebido em água após a alimentação.

Nas crianças maiores, deve-se ter cuidados com a alimentação, evitando o consumo de alimentos ricos em açúcar simples (doces, balas e chicletes). Além disto, escovar os dentes ao acordar, antes de dormir e após as refeições. A limpeza da língua e o uso do fio dental também são importantes. É recomendável evitar ingerir alimentos com açúcar após a escovação, inclusive sucos e refrigerantes com açúcar. Os cuidados são complementados pela consulta odontológica.
 
O que é gengivite?

 Gengivite é a inflamação da gengiva. A gengivite ocorre quando há acúmulo de placa bacteriana e de restos alimentares nas regiões adjacentes à gengiva. Este processo provoca a formação de inchaço, vermelhidão e sangramento.

 O que favorece a ocorrência de gengivite?
A presença de fatores que irritam a gengiva favorece a ocorrência e manutenção da gengivite. Restos de raízes de dentes e cavidades muito grandes são fatores importantes. Algumas doenças como as leucemias e doenças do sangue também contribuem. Alguns medicamentos e a respiração pela boca provocam alterações na gengiva, aumentando o risco de gengivite.
 
Como prevenir?
As gengivites são prevenidas por meio da higienização e remoção da placa bacteriana.


Referência Bibliográfica:
Vasconcelos M, Viana MCR. Saúde Bucal. In: Leão E, et al. (ed). Pediatria Ambulatorial. 4ª ed. Belo Horizonte: COOPMED, 2005.

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Atividade física e risco de quedas em homens idosos

| Dr. Golden | 17/08/2009 16:07

Pesquisadores da universidade de Oregon (Estados Unidos) realizaram um estudo no qual examinaram a relação entre a prática de atividade física , o desempenho físico e o risco de quedas, em homens idosos; além disso, avaliaram também os tipos de atividades associados ao risco de queda.

O estudo incluiu 5.995 homens com idade igual ou superior a 65 anos.A ocorrência de quedas, no período entre 2000 e 2005, foi avaliada em até 17 questionários trianuais de acompanhamento por participante.O acompanhamento médio foi de 4,5 anos. O risco médio de queda, nos primeiros quatro meses de acompanhamento, foi de 6,6%. O grupo de homens com maior grau de atividade física apresentou maior risco de queda do que aquele grupo com homens menos ativos (risco relativo 18% maior).

Os homens com maior força nos membros inferiores apresentaram risco de queda significativamente reduzido. A separação de componentes do nível de atividade física não mostrou associação entre o risco de queda e as práticas de lazer, mas uma relação positiva com as atividades domésticas.


Fonte:Am J Epidemiol (2007). www.portaldocoracao.com.br

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A elevação do colesterol materno durante a gravidez pode afetar as crianças

| Dr. Golden | 13/08/2009 12:31

Um novo estudo, sugere que as crianças cujas mães que tinham o colesterol elevado durante a gravidez tem uma tendência a apresentar uma quantidade de gorduras aumentada em suas artérias.Pacientes normais, com elevação do colesterol, podem ser tratadas com drogas que o reduzam; tais medicamentos, entretanto, não podem ser usados durante a gravidez. O Dr. Claudio Napoli e seus colaboradores, da Universidade da Califórnia, em San Diego, Estados Unidos, e também da Itália, haviam demonstrado previamente que estrias gordurosas, que são pequenas manchas superficiais de colesterol depositadas no interior das artérias de fetos causadas pelo acúmulo de colesterol, podem se transformar em verdadeiras lesões ateroscleróticas nas crianças.

Neste trabalho atual, os autores demonstram a progressão destas lesões. O estudo denomina-se Fate of Early Lesions in Children (FELIC).Os autores estudaram 156 crianças com até 13 anos de idade, que haviam morrido de outras causas que não cardíacas. Cerca de um terço das mães destas crianças apresentavam elevação do colesterol durante a gravidez. Foram estudados cortes da aorta destas crianças, em sua porção torácica e abdominal. Para medir as estrias gordurosas, os autores usaram técnicas de digitalização de imagem.

As estrias gordurosas foram mais numerosas em crianças de menos de 3 anos de idade, e cujas mães apresentavam hipercolesterolemia durante a gestação. Estas lesões eram, entretanto, uma média de 64% menores do que aquelas encontradas previamente nas aortas de fetos correspondentes, o que sugere que estas lesões possam diminuir após o nascimento.A progressão das lesões foi mais rápida em crianças nascidas de mães com aumento do colesterol do que em crianças nascidas de mães com colesterol normal. Estes achados sugerem que a "hipercolesterolemia materna durante a gravidez induz a alterações na aorta do feto, que por sua vez determinam a susceptibilidade a longo prazo das crianças às estrias gordurosas e aterosclerose subsequente".

Nos dois grupos de crianças (mães com colesterol alto e com colesterol normal durante a gestação), o tamanho das lesões de colesterol aumentou com o passar dos anos, mas no grupo de crianças com mães com colesterol elevado a evolução deste aumento foi muito mais rápida.Os autores concluem que as intervenções para se reduzir os níveis de colesterol durante a gravidez podem diminuir a aterogênese (Nota - formação de placas de aterosclerose) nas crianças.


Fonte: Lancet ( 1999 ) - www.cardiol.org - www.portaldocoracao.com.br

 

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A importância dos ambientes livres do fumo

| Dr. Golden | 10/08/2009 17:56

A fumaça ambiental do tabaco corresponde à fumaça da queima de produtos derivados do tabaco, gerada pelo ato das pessoas fumarem. A indústria do tabaco também chamou isso de fumaça ambiental do tabaco (FAT). Quando a fumaça do tabaco polui o ar, principalmente em espaços fechados, ela é respirada por todos, expondo tanto fumantes quanto não fumantes a seus efeitos nefastos. Por ser inalada, também, por pessoas que não estão fumando ativamente, o fenômeno também é com freqüência denominado de tabagismo involuntário, ou tabagismo passivo.

A fumaça ambiental do tabaco contém substâncias tóxicas nocivas à saúde? Sim. A fumaça do tabaco possui mais de quatro mil substâncias tóxicas. É prejudicial à saúde e leva a formação de duas correntes de fumaça: a corrente principal (CP) que é gerada durante as tragadas, ou seja, é a que entra pela boca do fumante; e a corrente secundária (CS), formada no intervalo entre as tragadas e emitida livremente da ponta do cigarro aceso, diretamente no ar ambiente. Esta última possui cerca de 400 substâncias tóxicas em quantidades comparáveis com a corrente principal, além de conter algumas delas como a amônia, benzeno, monóxido de carbono (CO), nicotina, nitrosaminas e outros cancerígenos em quantidades mais elevadas do que na fumaça tragada pelo fumante (IARC, 1986).

Também, a concentração de alcatrão na fumaça de tabaco que polui os ambientes fechados chega a ser 5,3 vezes maior do que na fumaça que o fumante traga, e a de nitrosamina NPYR (N-nitrosopirrolidina), importante elemento cancerígeno do tabaco, chega a ser 10 vezes maior. A concentração de nicotina e monóxido de carbono, principais elementos da fumaça do tabaco que são tóxicos para o sistema cardiovascular, chega a ser respectivamente 21 vezes e 15 vezes maior na fumaça que polui os ambientes fechados do que na tragada pelo fumante.

A fumaça ambiental do tabaco causa câncer? Sim. Respirar a fumaça ambiental do tabaco é muito perigoso para a saúde. Há mais de 4.000 produtos químicos conhecidos na fumaça do tabaco; sabe-se que mais de 50 deles causam câncer nos seres humanos. A fumaça ambiental do tabaco também causa doenças cardíacas e muitas outras graves doenças respiratórias e cardiovasculares em crianças e adultos, capazes de levar à morte.

A fumaça ambiental do tabaco causa outras doenças? Sim. A exposição constante à  fumaça ambiental do tabaco quer seja no ambiente de trabalho, quer seja em casa, aumenta em cerca de duas vezes o risco de infarto do miocárdio, de acordo com um estudo da American Heart Association/2006. Ainda verifica-se um risco maior de 24% para doença coronariana entre expostos do que entre os não expostos a fumaça (Law at al, 1997). Os não fumantes que passam 80% do seu tempo em ambientes fechados, ao final do dia, poderão ter respirado o equivalente a 10 cigarros.

Há um nível seguro de exposição à fumaça ambiental do tabaco? Não. Nenhum mecanismo de ventilação ou filtragem, seja isoladamente ou em combinação, pode reduzir a exposição à fumaça do tabaco em ambiente fechado à níveis considerados aceitáveis, tanto em termos de odor, quanto em termos de efeitos sobre a saúde. Só ambientes 100% livres da fumaça do tabaco oferecem proteção eficaz.

Fonte: www.inca.gov.br

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Influenza A (H1N1): Perguntas e Respostas

| Dr. Golden | 06/08/2009 16:00

A comunicação tem espaço fundamental na luta contra qualquer doença. Esclareça suas principais dúvidas sobre a influenza A (H1N1).

1 - O que é a influenza A (H1N1)?

É uma doença respiratória aguda (gripe), causada pelo vírus influenza A (H1N1). Este novo subtipo do vírus da influenza, assim como a gripe comum, é transmitido de pessoa a pessoa principalmente por meio de tosse ou espirro e de contato com secreções respiratórias de pessoas infectadas.

2 - Quais os sintomas que definem um caso suspeito de influenza A (H1N1)?
Febre alta de maneira repentina (maior que 38ºC) e tosse podendo estar acompanhadas de algum dos seguintes sintomas: dor de cabeça, dores musculares e nas articulações, dificuldade respiratória;
E

- ter apresentado esses sintomas até 10 dias após sair de países que reportaram casos pela influenza A (H1N1);

OU

- ter tido contato próximo nos últimos 10 dias com pessoa classificada como caso suspeito de infecção humana pelo novo subtipo de influenza.

Observação: Contato próximo: indivíduo que cuida, convive ou teve contato direto com secreções respiratórias ou fluídos corporais de um caso confirmado.

3 - Em quanto tempo, a partir da transmissão, os sintomas aparecem?
Os sintomas podem iniciar no período de 3 a 7 dias após contato com esse novo subtipo do vírus e a transmissão ocorre, principalmente, em locais fechados.

4 - Há uma vacina que possa proteger a população humana contra essa doença?
Não. Não existe vacina contra esse novo subtipo de vírus da influenza. Há pesquisas em andamento, mas não há previsão para o desenvolvimento desta vacina.

5 - A vacina contra gripe comum protege contra a influenza A (H1N1)?
Não há, até o momento, nenhuma evidência de que a vacina contra gripe comum proteja contra gripe do vírus A (H1N1).

6 - Há tratamento para Influenza A (H1N1) no Brasil?
Sim. O Ministério da Saúde adotou um protocolo para tratamento, com utilização de um medicamento antiviral (fosfato de oseltamivir) que será usado apenas nos pacientes que cumpram a indicação descrita no protocolo. O remédio é indicado para ser for tomado até 48 horas a partir do início dos sintomas.

ALERTA: Ninguém deve tomar o medicamento sem indicação médica. A automedicação pode mascarar sintomas, retardar o diagnóstico e até causar resistência ao vírus.

7 - O Brasil tem estoque de medicamento para tratamento de pacientes?
Sim. O Ministério da Saúde conta com estoque estratégico suficiente para tratamento de casos de influenza A (H1N1). Para uso imediato, há 6.250 tratamentos adultos e 6.250 pediátricos, que estão sendo enviados aos estados de acordo com a necessidade. Além disso, o governo brasileiro possui, acondicionada em tonéis, matéria-prima para 9 milhões de tratamentos. O medicamento bruto está pronto para ser transformado em cápsulas. O inicio do processamento será indicado pelo Ministério da Saúde, conforme a necessidade.

8 - É seguro comer carne de porco e produtos derivados?
Sim. Embora o nome popular da doença remeta a suínos, não há evidências de que esse novo subtipo de vírus esteja relacionado a transmissão por ingestão destes animais. Portanto, não há risco no consumo de produtos de origem suína.

9 - O que é uma pandemia?
Uma pandemia pode ocorrer quando surge um novo agente como, por exemplo um vírus, contra o qual a população não está imunizada - não há vacina pronta, nem o corpo das pessoas conhece o vírus. Assim, muitos são atingidos, resultando em uma epidemia que se espalha em diversos países. Fatores como o incremento do fluxo de pessoas entre países, a urbanização e o crescimento populacional contribuem para acelerar esse processo.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) divide seus países membros em seis regiões: África, Américas, Sudeste Asiático, Europa, Mediterrâneo Oriental e Pacífico Ocidental. Além disso, possui fases de alerta para pandemia, em uma escala de 1 a 6.

O alerta 5 da OMS, fase em que nos encontramos no momento, é quando o há transmissão sustentada do vírus, de homem para homem, em pelo menos dois países de uma mesma região.O organismo internacional eleva o nível de alerta para a fase 6 quando há uma transmissão sustentada do vírus, de homem para homem, em pelo menos duas dessas regiões.

10 - Como o Brasil está se preparando para uma pandemia de Influenza A (H1N1)?
O Brasil está bem preparado para uma possível pandemia. Isso porque o governo brasileiro já havia começado a estruturar sua rede de vigilância para influenza há nove anos (em 2000). Por causa do enfrentamento da Síndrome Respiratória Aguda Grave (SARS) entre 2002 e 2003 e a partir de então a ameaça de uma possível pandemia de gripe aviária, em 2003, o governo brasileiro constituiu um comitê técnico para a elaboração do plano de preparação brasileiro para o enfrentamento de uma pandemia de influenza e iniciou a preparação de unidades hospitalares de referência. Esse plano está pronto há mais de dois anos e começou a ser colocado em prática no momento em que o Brasil foi notificado pela OMS dos casos de Influenza A (H1N1), em 25 de abril passado. O Brasil conta com 54 centros de referência, em todo o Brasil, preparados para tratar possíveis doentes. Estas unidades se enquadram em parâmetros exigidos pela OMS para o atendimento à essa doença, com área livre para isolamento de contato, equipamentos de proteção individuais para acompanhamento, exames e tratamento dos casos. A estruturação da vigilância epidemiológica também teve um grande avanço na preparação para essas emergências, destacando-se a constituição da Rede CIEVS, que conta com 22 unidades em estados e municípios de capitais, com capacidade de detectar e responder rapidamente a essas emergências.

11 - Quais medidas estão sendo adotadas com relação aos voos internacionais?
Sim. Dentro da aeronave em voo: as tripulações das aeronaves estão orientadas a informar os passageiros, ainda durante o vôo, sobre sinais e sintomas da influenza A (H1N1). Adicionalmente, a tripulação solicitará que passageiros com esses sintomas se identifiquem à tripulação. Esses passageiros identificados serão encaminhados para os postos da Anvisa ainda no aeroporto.

Ao desembarcar, todos os viajantes procedentes de países afetados, recebem folder/panfleto com informações, em português, inglês e espanhol, sobre os sinais e sintomas, medidas de proteção, higiene e orientações para procurar assistência médica. Complementarmente, a Infraero veicula, nesses aeroportos, informe sonoro.

Todos os passageiros vindos de outros países tem suas Declaração de Bagagem Acompanhada (DBA), retidas pela ANVISA. A DBA atua como fonte de informações para eventual busca de contatos se for detectado caso suspeito na mesma aeronave.

O passageiro procedente de país afetado que sentir os sintomas em casa após 10 dias de retorno da viagem deve procurar assistência médica na unidade de saúde mais próxima e informar ao profissional de saúde o seu roteiro de viagem.

12 - Como está sendo feito o controle sanitário de passageiros internacionais nos aeroportos do país?
Com a elevação do nível de alerta da OMS de 4 para 5, a Anvisa passou a monitorar todos os vôos internacionais que chegam ao Brasil. Em caso de identificação de casos suspeitos, o viajante será encaminhado, juntamente com passageiros próximos a ele para avaliação clínica e epidemiológica na unidade de atendimento do aeroporto, e se necessário, encaminhamento para hospital de referência. Os demais passageiros serão liberados, após receberem informações sobre a doença.

Para ampliar a vigilância, a ANVISA ampliou seu quadro de funcionários nos aeroportos de Guarulhos, em São Paulo, e Galeão, no Rio de Janeiro, principais portas de entrada dos vôos internacionais no Brasil. No momento, 82 funcionários se revezam em três turnos, em Guarulhos, e 55, no Galeão.

13 - Quais ações de controle estão sendo feitas em navios?
Nas embarcações que chegam ao país, o comandante ou representante legal deve informar imediatamente à autoridade sanitária todos os casos que se encaixam na definição de suspeito para influenza A (H1N1). Nessa situação, as embarcações só recebem autorização para atracar após a inspeção sanitária a bordo, realizada em fundeio ou área designada.

14 - Qual é tratamento dado aos resíduos sólidos de navios ou aeronaves?
Resíduos sólidos provenientes de aeronaves ou embarcações com casos suspeitos serão classificados como resíduos do tipo A, ou seja, potencialmente infectantes. O descarte desses resíduos passará por procedimentos de inativação microbiológica antes da destinação final.

15 - Para quais casos é recomendado o uso de máscaras de proteção?
Os equipamentos de proteção individual, como máscaras, devem ser utilizados por pessoas que apresentam os sintomas e pelos profissionais envolvidos no seu atendimento e na inspeção dos meios de transporte nos quais eles se encontravam. No nível de alerta internacional de número 5, a OMS não recomenda o uso de máscaras por pessoas saudáveis.

16 - Existe algum controle de identificação e rastreamento de passageiros que chegam ao país?
Sim. Todo viajante procedente do exterior deve preencher a Declaração de Bagagem Acompanhada (DBA) - declaração da Receita Federal do Brasil onde constam, entre outros, seus dados pessoais. A DBA fica disponível para as autoridades sanitárias, caso seja necessário rastrear passageiros que estiveram em determinado vôo.

17 - Quais as recomendações do Ministério da Saúde para os viajantes internacionais?

a) Aos viajantes que se destinam aos países afetados:

Em relação ao uso de máscaras cirúrgicas descartáveis, durante toda a permanência nos países afetados, seguir rigorosamente as recomendações das autoridades sanitárias locais.

- Ao tossir ou espirrar, cobrir o nariz e a boca com um lenço, preferencialmente descartável.

- Evitar locais com aglomeração de pessoas.

- Evitar o contato direto com pessoas doentes.

- Não compartilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal.

- Evitar tocar olhos, nariz ou boca.

- Lavar as mãos freqüentemente com água e sabão, especialmente depois de tossir ou espirrar.

- Em caso de adoecimento, procurar assistência médica e informar história de contato com doentes e roteiro de viagens recentes a esses países.

- Não usar medicamentos sem orientação médica.

Atenção! Todos os viajantes devem ficar atentos também às medidas preventivas recomendadas pelas autoridades nacionais das áreas afetadas.

b) Aos viajantes que estão voltando de viagens internacionais:

Viajantes procedentes de outros países, independente de ter ou não casos confirmados, que apresentarem alguns dos sintomas da doença até 10 dias após saírem dessas áreas afetadas devem:

- Procurar assistência médica na unidade de saúde mais próxima.

- Informar ao profissional de saúde o seu roteiro de viagem.

18 - O que a população pode fazer para evitar a influenza?
Alguns dos exemplos de cuidados para a prevenção e controle de doenças de transmissão respiratória são:

- Lavar as mãos com água e sabão (depois de tossir ou espirrar; depois de usar o banheiro, antesde comer, antes de tocar os olhos, boca e nariz).

- Evitar tocar os olhos, nariz ou boca após contato com superfícies.

- Usar lenço de papel descartável.

- Proteger com lenços a boca e nariz ao tossir ou espirrar.

- Orientar para que o doente evite sair de casa enquanto estiver em período de transmissão da doença (até 5 cinco dias após o início dos sintomas).

- Evitar aglomerações e ambientes fechados (deve-se manter os ambientes ventilados).

É importante que o ambiente doméstico seja arejado e receba a luz solar, pois estas medidas ajudam a eliminar os possíveis agentes das infecções respiratórias.

- Restrição do ambiente de trabalho para evitar disseminação.

- Hábitos saudáveis, como alimentação balanceada, ingestão de líquidos e atividade física.

Fonte: Ministério da Saúde

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Amamentação protege as mães contra doenças cardiovasculares, aponta estudo

| Dr. Golden | 05/08/2009 16:46

Um estudo realizado pela Universidade de Pittsburgh (Estados Unidos), avaliou a relação entre a duração da amamentação e os fatores de risco para as doenças cardiovasculares em mulheres após a menopausa.

O estudo envolveu 139.681 mulheres na pós-menopausa (idade média de 63 anos). Em média, essas mulheres haviam amamentado seus bebês há mais de 35 anos.

As mulheres com história de amamentação por mais de um ano desenvolvem menos hipertensão arterial, diabete melito, anormalidades do colesterol e doenças cardiovasculares do que aquelas mulheres que nunca amamentaram, mas não são menos propensas à obesidade.

Comparando os dois grupos, entre aquelas que não amamentaram 42,1% versus 38,6% terão hipertensão, 5,3% versus 4,3% terão diabete, 14,8% versus 12,3% terão colesterol alto e 9,9% versus 9,1% podem desenvolver doenças cardiovasculares comparadas àquelas que amamentaram por mais de um ano.

As conclusões mostram que, entre as mulheres na pós-menopausa, uma maior duração da amamentação está associada à baixa prevalência de hipertensão arterial, diabete melito, anormalidades do colesterol e doenças cardiovasculares.

Mesmo aquelas mulheres que amamentam por pelo menos um mês, já têm um risco de diabete, anormalidades do coleterol e hipertensão arterial reduzido em relação às que nunca amamentaram. Acredita-se que esta redução ocorra porque, ao amamentar, as mulheres diminuem os depósitos de gordura no corpo.

Fonte: Obstetrics & Gynecology(2009).

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A importância do café da manhã em nossas vidas

| Dr. Golden | 12/06/2009 12:55

A primeira fonte de alimentação no dia de uma pessoa é fundamental para o corpo, que vai receber os nutrientes que garantirão energia necessária para as atividades que serão desenvolvidas por cada um durante o dia. Os alimentos mais indicados para esta primeira refeição são os carboidratos, as frutas, leite e seus derivados.

Os carboidratos são encontrados em pães, cereais, torradas, bolachas e barras de cereais. Para quem busca redução do peso, é preciso ter cuidado com as quantidades excessivas e evitar os que apresentam maior adição de açúcar e gorduras, principalmente os doces e os recheados. É preciso valorizar produtos integrais.

Em relação às frutas, é importante que pelo menos uma opção de fruta esteja presente no café da manhã. Quanto maior a diversidade deste grupo, melhor o aproveitamento de vitaminas e minerais, os quais variam de fruta para fruta. No que se refere aos derivados do leite, é importante consumir pelo menos duas opções diferentes na primeira refeição.

O café da manhã é um auxílio no controle do apetite para as refeições seguintes do dia. Além disso, estimula o gasto de energia para digestão e absorção dos alimentos consumidos. As pessoas devem  tomar o café da manhã, mas é necessário que cuidem das quantidades e valorizem alimentos saudáveis para tal momento.

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É tristeza ou depressão?

Dr. Golden | Dr. Golden | 14/05/2009 16:21

Foto: Divulgação Ficar triste é normal na vida de qualquer ser humano. Quando se perde uma pessoa amada, quando se tira uma nota baixa ou mesmo nas frustrações do dia-a-dia bate aquele baixo astral e aí a vontade de fazer coisas que a gente gosta simplesmente desaparece. Essa melancolia às vezes dura dias, semanas ou até meses. E aí bate aquela dúvida: será que eu estou com depressão?

A Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) caracteriza a depressão como uma doença que envolve o corpo, o humor e os pensamentos. Ela afeta a maneira de a pessoa se alimentar e dormir, como ela se sente em relação a si própria e como pensa sobre as coisas. Segundo a Organização Mundial de Saúde, cerca de 15 milhões de brasileiros sofrem com a depressão.

Na adolescência é ainda mais difícil diagnosticar a doença. Os distúrbios depressivos quase sempre são confundidos com a rebeldia e as alterações de humor comuns dessa faixa etária.

A saída - Quando o quadro depressivo é diagnosticado começa então o tratamento. Ele é feito com medicamentos e com acompanhamento psiquiátrico.

Agora você sabe que a depressão não atinge só adultos, muitas vezes ela se manifesta até nas crianças. Então preste atenção no seu amigo, no colega de escola ou mesmo nos seus próprios sentimentos. Pode ser que alguns daqueles comportamentos que você achava serem típicos da adolescência, como mudança brusca de humor e irritabilidade, sejam sinais da doença se instalando. Mas não se precipite, antes de concluir qualquer pensamento procure um profissional. Ele orientará você a tomar a decisão correta.



As indicações do teste de esforço para crianças e adolescentes

Dr. Golden | Dr. Golden | 07/05/2009 14:34

Foto: Divulgação As aplicações do teste de esforço nos jovens estão principalmente relacionadas à medida da capacidade de exercício, avaliação de anormalidades cardíacas já conhecidas e de sintomas relacionados ao exercício. A doença isquêmica coronariana (falta de irrigação do músculo do coração) é rara na população jovem, o que mostra uma diferença significativa na indicação e interpretação e resulta em baixo risco na rotina do teste de esforço na população pediátrica. As complicações são extremamente raras, mesmo quando o teste de esforço é realizado em crianças com cardiopatias congênitas e arritmias cardíacas.

As indicações do teste de esforço em crianças e adolescentes, segundo o American College of Cardiology (ACC) e a American Heart Assossiation (AHA) são: Indicações classe I - indiscutivelmente úteis: Avaliação da capacidade de exercício em crianças com cardiopatias congênitas, crianças submetidas a tratamento cirúrgico de cardiopatias congênitas, com doença valvar adquirida ou doença miocárdica; Avaliação de crianças com queixa de dor torácica anginosa; Acompanhamento da resposta de marcapasso artificial ao exercício; Avaliação de sintomas relacionados ao exercício em atletas jovens.

Indicações Classe II - provavelmente úteis: Avaliação da resposta ao tratamento médico, cirúrgico ou ablação por radiofreqüência de crianças com taquiarritmia observada em teste de esforço anterior; No acompanhamento da repercussão das lesões valvares congênitas ou adquiridas, especialmente estenose valvar aórtica; Avaliação do ritmo durante o exercício em pacientes com suspeita de arritmia induzida pelo exercício ou quando a mesma foi diagnosticada a partir do exercício físico.

Pacientes adultos têm como indicação mais freqüente do teste de esforço a busca por informações diagnósticas, quando há uma suspeita de doença arterial coronariana (obstruções das artérias do coração por placas de gordura), na ausência de alterações significativas do eletrocardiograma (registro da atividade elétrica do coração no estado de repouso).



Síndrome do treinamento excessivo afeta até 20% dos atletas

Dr. Golden | Dr. Golden | 02/05/2009 22:48

A síndrome do excesso de treinamento (overtraining syndrome) que acontece com a sobrecarga de atividades físicas, como duro treinamento diário com um curto período de descanso ataca até 20% dos atletas, segundo os especialistas.

A síndrome é resultado de um desequilíbrio entre a demanda do exercício e a capacidade funcional, que pode ser acentuada por uma inadequada recuperação, o que provoca  um decréscimo no desempenho desportivo e atlético, incidência de contusões, mudanças neuroendócrinas e imunológicas, alterações no estado de humor, fadiga constante, dentre outros sintomas.

Leia mais sobre o assunto aqui .



Internet ajuda no controle a hipertensão arterial

Dr. Golden | Dr. Golden | 02/05/2009 22:43

Pesquisadores americanos apontam que a internet pode ser uma ferramenta útil para controlar a  hipertensão arterial, conhecida como "pressão alta",  uma doença que apresenta várias causas, geralmente assintomáticas, caracterizada pela elevação dos níveis da pressão arterial.

 A possibilidade da interação on line para saber mais orientações sobre a doença tem ajudado tanto os pacientes como os médicos que buscam novas medicações.

Para saber mais a respeito de como a internet ajuda no combate a doença, acesse aqui .



Poluição do ar pode aumentar risco de artrite

Dr. Golden | Dr. Golden | 05/04/2009 21:09

A poluição do ar causada pelo trânsito intenso de veículos nas grandes cidade pode aumentar o risco do desenvolvimento da artrite reumatóide, doença inflamatória nas articulações, como aponta pesquisa publicada pela revista Enviromental Health Perspectives este mês.


Segundo a Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, a artrite reumatóide atinge cerca de um 1% dos adultos,e  indica que a exposição ao ar poluído, em especial o originado pelos veículos,  contribui para o aumento da inflamação no organismo.

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Dieta saudável evita problemas pulmonares na adolescência

Dr. Golden | Dr. Golden | 05/04/2009 21:05

Uma má alimentação durante a adolescência pode ser responsável por problemas na saúde pulmonar, conforme estudo realizado pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos. Segundo a pesquisa, uma dieta pobre em frutas, vitamina C e E e ômega-3 compromete o funcionamento normal pulmonar nos adolescentes.

De acordo com os especialistas os nutrientes reduzem a incidência de problemas respiratórios ao proteger os pulmões de danos causados por inflamações de células e tecidos, por exemplo.


Para saber mais a respeito leia aqui .



Prematuros podem ter dificuldade de aprender

Dr. Golden | Dr. Golden | 28/03/2009 18:42

Uma pesquisa realizada pela  Universidade de Warwick, no Reino Unido mostra que prematuros tem um risco maior de apresentar dificuldades de aprendizagem quando completam 11 anos de idade.

Cerca de dois terços das crianças que nasceram antes de completar 26 semanas precisaram de reforço escolar, segundo o estudo realizado. Os cientistas apontam que os meninos  apresentaram dificuldades maiores em leitura e matemática.

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Dormir pouco aumenta chance de desenvolvimento de diabetes

Dr. Golden | Dr. Golden | 28/03/2009 18:35

Quem dorme menos de seis horas por noite pode ter mais chances de desenvolver diabetes tipo 2, segundo uma pesquisa apresentada durante a conferência anual  da American Heart Association, nos Estados Unidos.

De acordo com o estudo, as pessoas que dormem correm maior risco de desenvolver intolerância à glicose de jejum, em comparação com aqueles que dormiam de seis a oito horas.

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Comemore com consciência o dia mundial da água

Dr. Golden | Dr. Golden | 22/03/2009 18:57

No dia 22 de março, é comemorado o dia mundial da água. A data foi escolhida em razão da Conferência das Nações Unidas para o Ambiente e Desenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro, no ano de 1992. É inquestionável a importância desta bebida para nossas vidas.

Segundo estudos, o organismo humano não sobreviveria nenhuma semana sem este precioso líquido. A água é responsável pelo bom funcionamento intestinal, essencial para as reações químicas vitais. Além de constituir 80% da massa cerebral do corpo.

Saiba como manter e aproveitar ao máximo os benifícios desta maravilha, aqui .



Uva combate bactéria causadora da gastrite

Dr. Golden | Dr. Golden | 22/03/2009 18:48

Segundo uma pesquisa Universidade de Clemson, nos Estados Unidos, o extrato da uva e seus compostos podem inibir a principal causadora de gastrite, a bactéria Helicobacter Pylori.
Foi a primeira pesquisa realizada com a fruta e revelou que esta é eficiente para alivar o tratamento feito com antibióticos, pois em alguns casos a bactéria pode se tornar resistente a medicação.

Leia mais sobre o assunto aqui .



Meditação melhora a vida acadêmica

Dr. Golden | Dr. Golden | 22/03/2009 18:41

Os universitários que tem dificuldades em lidar com o estresse que a vida acadêmica provoca, pelos horários das aulas, provas e prazos de entrega de trabalhos podem encontrar um alívio com a mediação.

Um artigo publicado no International Journal of Psychophysiology revela que a mediação transcendental feita com o uso de mental de sons de mantas ajuda a lidar com o estresse, bem como reduz a ansiedade e aumenta a atenção.

Para saber mais sobre o assunto, leia aqui .



Você sabe o que é a tuberculose?

Dr. Golden | Dr. Golden | 15/03/2009 19:35

Apesar os avanços da medicina, a tuberculose (TB) ainda é uma das doenças que mais mata em todo o mundo. São cerca de dois milhões de pessoas que morrem por consequência dela  por ano.
A TB é uma doença bacteriana que ataca em principalmente os pulmões. É contagiosa e requer alguns cuidados especiais.
Saiba mais a respeito da doença, dos sintomas, do tratamento e também como evitar a TB lendo aqui .



Arteterapia ajuda no tratamento do câncer de mama

Dr. Golden | Dr. Golden | 15/03/2009 19:26

As pacientes que fazem radioterapia para tratamento o câncer de mama podem ter uma melhora com a prática da arteterapia, de acordo com pesquisa divulgada pela Universidade de Umea, na Suécia. Segundo o estudo, a arterapia desenvolve uma melhora significativa tanto na saúde mental quanto física das mulheres, bem como na qualidade de vida.

A terapia com a arte ajuda a combater o estresse que é um dos maiores desafios para as pacientes após o diagnóstico do câncer de mama e também ao enfrentar o tratamento da doença.

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Ovários policísticos podem causar depressão

Dr. Golden | Dr. Golden | 19/02/2009 20:00

Mulheres com síndrome do ovário policístico podem ter mais chances de apresentar distúrbios relacionados ao humor como a depressão e a ansiedade, de acordo com  estudo realizado pela Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos.

 Os cientistas contabilizaram uma taxa de 35% de depressão entre as mulheres com ovários policísticos  comparada com menos de 11% para aquelas sem o problema. A síndrome do ovário policístico afeta cerca de 6% das mulheres em idade fértil.

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Álcool mesmo por um dia na gestação afeta saúde da criança

Dr. Golden | Dr. Golden | 19/02/2009 19:51

A grávida que consome por apenas um dia quatro doses de  bebidas alcoólicas pode aumentar o risco do seu bebê ter problemas mentais como hiperatividade e transtorno do  déficit de atenção, conforme pesquisa publicada na na edição de fevereiro da revista Pediatrics.


O estudo aponta que mesmo que o consumo não seja regular durante a gestão, beber mais de quatro doses em um único dia pode comprometer o desenvolvimento do feto.

Saiba mais sobre o assunto aqui .



Grau de estudo não retarda a perda de memória

Dr. Golden | Dr. Golden | 13/02/2009 15:02

Os pesquisadores do Centro Médico da Universidade Rush, em Chicago, alertam que uma maior escolaridade pode não retardar o processo de perda de memória provocado pela doença de Alzheimer, embora alguns estudos indiquem que quanto mais a pessoa se dedica a carreira acadêmica mais protegido estaria.

Após o levantamento feito com 6,5 mil os cientistas concluíram que a educação não esta associada com o funcionamento da habilidade da memória.

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Consumo frequente de fast food pode cancelar os benefícios da amamentação

Dr. Golden | Dr. Golden | 13/02/2009 14:51

Uma pesquisa realizada pelas universidades canadenses de Alberta e de Manitoba indicam que as crianças que comem lanches como hambúrguer e batata fritas uma ou duas vezes por semana podem perder os benefícios da amamentação contra a asma.

Os cientistas acreditam que a alta quantidade de gordura e sal dos alimentos seriam as responsáveis por essa relação entre o fast food e a asma.

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Fumar na adolescência aumenta riscos de depressão

Dr. Golden | Dr. Golden | 13/02/2009 14:42

Adolescentes que fumam podem aumentar o riscos de doenças relacionadas ao humor como a depressão, segundo pesquisa realizada pela Universidade do Estado da Flórida. Os cientistas avaliaram os sintomas em ratos, mas sugerem que o mesmo pode ser repetido com seres humanos.

Os animas que foram expostos à nicotina, pelo menos uma vez ao dia, tiveram sintomas como  inibição repetitiva, redução do consumo de recompensas e o ficar paralisados frente a situações estressantes ao invés de tomar uma atitude de escapada. O que indica sinais de depressão.

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Adultos subestimam risco cardíaco

Dr. Golden | Dr. Golden | 30/01/2009 19:22

Os especialistas recomendam,  que mesmo as pessoas que apresentam  um baixo risco imediato para doenças cardíacas, tenham cautela e atenção aos fatores do estilo de vida que podem aumentar os riscos. Afinal,  a doença cardíaca em geral se desenvolve silenciosamente, com a formação de placas nas artérias e redução do fluxo sanguíneo, que podem "explodir" em um infarto ou derrames.

Segundo uma pesquisa da Universidade do Texas em Dallas, nos Estados Unidos, 90% das pessoas com menos de 50 anos de idade apresentam baixo risco imediato de ter doença cardíaca. Porém, uma nova  análise, mostra o risco  em longo-prazo de cerca de 4 mil pessoas, indica que 50% das pessoas dessa faixa etária não continuam tendo baixo risco durante toda a vida.

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Benefícios do chocolate para o coração

Dr. Golden | Dr. Golden | 30/01/2009 19:09

Segundo pesquisa publicada na revista científica Southern Medical Journal comer chocolate amargo faz bem a saúde cardiovascular. De acordo com o resultado do estudo, apenas uma semana de consumo do chocolate já melhora o colesterol e a coagulação sanguínea.

Para os especialistas a  ingestão de chocolate amargo pode ter propriedades "cardioprotetoras", ao melhorar o colesterol,  reduzir as inflamações e os riscos de aterosclerose.  No entanto, eles alertam que "mais estudos de longo-prazo são necessários para avaliar os  efeito do consumo na  saúde cardiovascular e também para determinar se benefícios do chocolate amargo.

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Referência em saúde suplementar, a operadora oferece a seus clientes programas que visam a melhoria da qualidade de vida e têm a prevenção de doenças como uma das prioridades, buscando estimular a aquisição de hábitos saudáveis e o desenvolvimento da auto-estima e do bem-estar.