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Chico Junior

Chico Junior

DE TUDO UM POUCO: UM BLOG ECLÉTICO. Jornalista e escritor. Trabalhou nos principais veículos de comunicação do estado do Rio e é autor de cinco livros: "Histórias de Sexo, Amor e Porrada" (contos, Ed. Codecri, 1979), "Drogas" (Coleção "Certos Costumes", Ed. Codecri, 1983), "Brincando nas estrelas" (infantil, Ed. Memórias Futuras, 1984), "Roteiros do Sabor Brasileiro" (gastronomia, CJD/Sebrae, 2005) e "Roteiros do Sabor do Estado do Rio de Janeiro" (gastronomia, Ed. Senac Rio, 2007).

* Os textos desta seção não representam necessariamente a opinião deste veículo e são de responsabilidade exclusiva de seu autor.



28/07/2015 16h43

Quero andar de disco voador
Chico Junior

disco voador

Os planetas inalcançáveis, as estrelas, as luas, os meteoros, os cometas, os buracos negros, enfim, o Cosmo, o Universo despertam em muitos de nós, no mínimo, curiosidade. No meu caso, bem mais do que simples curiosidade, procuro acompanhar pelos jornais, TV e internet o que estão pesquisando aí por cima. Fico encantado com essas novas descobertas, as novas façanhas dos cientistas, astrofísicos, astrônomos. Fico encantado com a Via Láctea, embora não saiba exatamente o que significa (mas isso é detalhe), galáxia na qual nós, os terráqueos, estamos inseridos.

Também me encantam os dinossauros de 25 milhões (!!!) de anos atrás, mas isso é outra história.

Recentemente fiquei profundamente tocado com a história desse artefato que a Nasa batizou de New Horizon, a nave que chegou lá pelas bandas de Plutão depois de nove anos de "voo". Nove anos! Fico imaginando as pessoas que estão há nove anos cuidando diariamente da pequena nave a caminho dos confins do nosso sistema solar. Há que se ter um cuidado diário para ver se o "bichinho" está no rumo certo. E tudo isso tocado da Terra.

Logo em seguida foi anunciada, pela  Nasa, a descoberta um "planeta gêmeo" da Terra com todas as características de abrigar vida mais ou menos parecida com a nossa. Só que não dá para chegar nem perto - só pela imaginação -, pois o tal Kleper 186f está a "apenas" 1.400 anos-luz da Terra. Mesmo que descobríssemos um meio de viajar na velocidade da luz levaríamos 1.400 anos para chegar até lá.

Mas, embora essa história de exploração espacial me exerça um certo fascínio, se há uma coisa em que eu não acredito é na visita periódica que seres extraterrestres e suas naves sensacionais fazem à Terra. Isso sem falar das pessoas que juram que foram abduzidas, ou seja, levadas a passear/viajar em naves extraterrenas. Quando converso com pessoas que tentam me convencer da existência de seres alienígenas e supernaves espaciais, sempre faço duas perguntas.

A primeira é: de onde esse povo vem? Do nosso sistema solar, certamente não é. Ele já foi e está sendo vasculhado há anos e até agora nada de vida parecida com a nossa. Fora do nosso sistema solar, mas dentro da nossa galáxia, a estrela mais próxima de que se tem notícia é Alpha Centauri, distante quatro anos luz da Terra. Ou seja, viajando na velocidade da luz, alguém de um planeta que gire em torno da Alpha Centauri levaria quatro anos para chegar à Terra. E mais quatro para voltar, sem escalas.

Aí vem a segunda pergunta: uma civilização que conseguiu a tecnologia de viajar na velocidade da luz, portanto, altamente sofisticada e inteligente, viria fazer o que na Terra? E por que a maioria das pessoas do mundo não esbarrou com esses caras no meio da rua?

Até hoje ninguém me deu respostas satisfatórias que pudessem me fazer, ou pelo menos tentar, mudar de ideia.

O astrofísico Carl Sagan, cientista falecido em 1996, em seu livro "O mundo assombrado pelos demônios", procura nos convencer da baboseira que é essa história de OVNIs e que tais. Ele passou boa parte da vida envolvido em pesquisas para tentar ver, ou ouvir, algo do espaço e confessa que, em mais de 30 anos, nunca viu ou ouviu nada, nem mesmo uma emissãozinha de rádio que fosse.

Um dia, amigo meu me convidou a fazer parte de um grupo que estuda e acredita na existência de extraterrestres. Inclusive, me disse, o líder desse grupo, já tinha sido abduzido.

- Mas eu não acredito nessas coisas - respondi.

- Por isso mesmo, lá você vai se convencer que os seres extraterrestes existem e que nos visitam de vez em quando.

- Tudo bem eu topo, mas com uma condição: quero andar nessa nave que o seu amigo viajou e conhecer os caras de perto. A propósito, eles falam português?

Ele disse que não era bem assim, só podiam fazer isso os iniciados, mas que ia ver. Nunca mais voltou ao assunto.

Por fim, continuo querendo andar de disco voador. Quem souber de algum à disposição, tô dentro.



10/07/2015 19h25

Drogas, tô dentro (do assunto)
Chico Junior

Em1983 eu publiquei um pequeno  livro de pouco mais de 100 páginas, chamado "Drogas", pela extinta editora Codecri, do Pasquim, no qual eu abordava diversos assuntos relativos ao tema do livro, e onde já me manifestava, mesmo que nas entrelinhas, sobre a descriminalização do uso das drogas, ou, pelo menos, da maconha. O livro foi resultado de anos e anos de pesquisas e leituras.

De lá para cá, e lá se vão mais de 30 anos, tenho acompanhado o que se diz, o que se escreve e o que se pensa em relação às drogas, inclusive a militância do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em relação à descriminalização do uso de drogas.

Em primeiro lugar, devo dizer que voltarei outras vezes ao tema, que não se esgota em um único texto de blog.

Em segundo lugar, uma informação nada animadora aos que pensam, acham e tentam reprimir ou criminalizar o uso de drogas: podem tirar seus respectivos cavalinhos da chuva, pois nada fará com que o ser humano pare de usar droga, nada. Podem reprimir, podem espernear, podem vir com polícia, com religião, com discurso moral, com danos à saúde, com o que for. Uma parcela considerável da humanidade vai continuar usando as drogas chamadas ilegais. Então, partindo-se desse princípio, o que temos a fazer é descobrir uma maneira de como conviver "saudavelmente" com as drogas. Com algumas, como a maconha, dá para conviver com uma certa tranquilidade. Com outras, como a cocaína ou a heroína, a coisa já é mais complicada. Com o crack e outras drogas sintéticas modernas, aí a coisa fica feia. Mas temos que descobrir  um meio, ou meios. Com educação, informação, tratamento, por aí.

No meu livro eu começava com uma citação de um psiquiatra francês, que eu conheci pessoalmente, chamado Claude Olievenstein, morto em 2008, que publicou diversos livros sobre o tema e, na época, referência mundial no tratamento de drogados. Dizia ele: "Não se pode falar decentemente de drogas, em uma sociedade como a nossa, sem citar aquelas das quais se usa e abusa, como o beneplácito da lei e da família, que são o álcool e o tabaco (para não falar dos tranquilizantes)". E hoje, eu acrescentaria, os nossos "amigos" antidepressivos e os ansiolíticos, os nosso rivrotris e frontais da vida. Um parênteses: acho que estou cercado de malucos, eu inclusive, pois no meu ciclo de conhecimento e amizades, raramente encontro alguém que não faz, ou já fez, uso de uma dessas drogas "legais". E lá se vão mais de 30 anos.

O título do primeiro capítulo era: Reprimir não adianta. Lá se vão mais de 30 anos e continuo a dizer, reprimir não adianta, só serve para manter esquemas gigantescos caríssimos, de resultados duvidosos, policialescos; gasta-se uma fortuna na repressão, e o consumo continua aumentando, e a cada ano que passa uma nova droga, ou a variação da mesma droga, no caso da maconha, é colocada no mercado. Isso sem falar que algumas dessas novas e/ou antigas drogas foram, ou são, criadas em laboratórios de grandes multinacionais dos remédios, como é o caso do LSD (criado pela Sandoz) e da heroína (posta no mercado pela Bayer, que a vendeu sem problemas, como remédio, duramente vários anos, até que a comunidade científica conseguisse mostrar que a heroína fazia muito mais mal do que bem).

Para que meus nobres leitores tenham uma vaga ideia do que se gasta com a repressão, só a DEA, a famosa Drug Enforcement Administracion, responsável pela política antidrogas dos Estados Unidos, e talvez do mundo, tem cerca de 5 mil agentes, sendo 1470 fora dos Estados Unidos, atuando em 221 "filiais" em território americano e 86 escritórios em 67 países. Só com o pessoal que trabalha fora dos Estados Unidos, a DEA gasta anualmente 75 milhões de dólares; e o seu orçamento geral para 2015 é de US$ 2,8 bilhões. Um belo de um negócio, não acham? E o consumo de drogas aumentando.

Há que se entender que a história da droga caminha com a história da humanidade e que o ser humano sempre se utilizou de drogas naturais. Às vezes de uma forma ritual, mágica, mas sempre usou, desde que descobriu que, comendo determinada raiz, ou flor, ou fruto, ou folhas, poderia ter sensações que transcendiam seu comportamento normal. Descobriu o barato quando experimentou a datura, o ópio, o peitote, o cogumelo, a ayahuasca, a maconha.

Para se ter uma ideia e dar como referência a droga ilegal (legal em alguns países) mais usada da atualidade - a maconha - o documento mais antigo sobre a cannabis é um tratado chinês de botânica, do século XV antes de Cristo. Ele mostra que religiosos da Índia atribuíam à maconha uma origem divina, dando-lhe nomes como "vijahia (fonte de felicidade e sucesso) e "ananda" (que produz vida).

Então, para terminar e prometendo retornar ao assunto, volto a dizer aos que acham que a repressão é o caminho: tirem seus cavalinhos da chuva.

Há muito ainda o que se dizer, como a origem do tráfico de drogas, da consequente repressão, o uso terapêutico da cananabis etecetera e tal.

Até a próxima...



30/06/2015 12h57

Considerações sobre o sexo, o amor e o encanto
Chico Junior

- Sexo é bom.
- Sim, claro que sexo é bom.
- Mas qualquer tipo de sexo?
- Como assim?
- Quero dizer, o sexo a partir de um encontro na Internet, ou de uma balada ou noitada, o sexo com aquele amigo ou amiga que a gente encontra de vez em quando, o sexo inserido naquilo que a gente chamava antigamente de "amizade colorida" e hoje é "ficar".
- É, em se ttratando de sexo, não deixa de ser bom. Em princípio, sexo é bom sempre.
- O problema é que as pessoas não querem compromisso, parece que estão com medo, só querem sexo.
- Opa, aí não é bem assim.
- É sim, a Veja Rio até publicou uma pesquisa com usuários desse tal de Tinder, o aplicativo de encontros pelo celular, em que 72% dos homens e 48% das mulheres - ou seja, quase a metade das entrevistadas - só querem saber de sexo.

Bem, até acho que uma boa parte das pessoas, principalmente os mais jovens, só estão a fim de um sexo casual e, depois, baibai, sejamos bons amigos. Mas, acho eu, é a minoria.

Digamos que duas pessoas se encantem uma pela outra. Não vai ter compromisso? Claro que vai.

E essa é a palavrinha mágica, encanto. Mais do que o amor, o encanto é a chave da relação. É isso que as pessoas querem, serem encantadas. Querem carinho, querem colo, querem companhia, querem amor. E querem sexo, é claro. Tudo isso faz parte do encanto.

Olha só que bonito, se, em vez de dizer "eu estou amando aquela pessoa" ou, então, "me apaixonei por o(a) fulano(a)", a frase for: "eu me encantei por aquela pessoa", "estou encantado(a) por ele(ela)".

Cena 1

Dia desses encontrei uma amiga que não via há um tempo. Papo vai papo vem, ela me informa que está de namorado novo, e diz, feliz:
- Estou apaixonada!
Uns dois meses depois reencontro essa amiga.
- Estou de namorado novo - ela diz.
- Eu sei, você me disse isso na última vez que nos encontramos.
- Não, agora já é outro.
- Ué, mas você não me disse que estava apaixonada?
- O problema é que só eu estava apaixonada.

Ou seja, só uma pessoa estava encantada pela outra. Aí a química não rola mesmo, aí não existe compromisso.

Cena 2

Ela informa ao companheiro:
- Amanhã pego as minhas coisas e vou-me embora, não dá mais pra mim.
E ele, espantado:
- Mas a gente não se ama?
- Sim, a gente se ama, mas o amor não é tudo.

E ele achando que bastava o amor para segurar uma relação. E descobriu que o amor apenas se encaixa num contexto maior, no qual entram uma série de fatores, como sexo, paixão, carinho, a admiração mútua. Acabara-se o encanto, pois.

Aí, alguém me disse: você está confundindo tudo, o que você chama de encanto é simplesmente amor.

Não estou confundido nada, o que eu chamo de encanto é encanto mesmo.

Aí alguém me disse: por que esse encanto tem que significar compromisso? Por que não pode ser em encanto de momento? Por que tem que telefonar no dia seguinte? Posso me encantar por uma pessoa, morrer de tesão, de carinho, e durar só um dia, uma semana, quem sabe.

Então, meus caros e caras, procurem encantar e serem encantados, Às vezes demora um tempinho para que a simbiose dos encantos aconteça. Mas pode valer o investimento.

Se de todo não der, e a coisa ficar só no sexo, nada mal também, pode ser interessante, divertido e saudável. Mas não esperem compromissos. A questão é: pode ser complicado ir fundo numa relação se a outra parte está no raso.


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23/06/2015 15h27

Comida é cultura
Chico Junior

Por princípio, para mim comida é cultura. Enquadra-se também em muitas outras coisas, como história, turismo e até como alimentação.

Mas é por intermédio de sua cultura, que um povo, uma região, definem sua relação com o alimento. Quando falo ou escrevo sobre esse tema, costumo citar o italiano Massimo Montanari, professor de História da Alimentação na Universidade de Bolonha, que publicou um livro cujo título é "Comida como Cultura" e que, entre outras coisas diz o seguinte:

"A comida para os seres humanos é sempre cultura, nunca apenas pura natureza. A humanidade adotou como parte essencial de suas técnicas de sobrevivência os modos de produção, de preparação e de consumo dos alimentos, desde o conhecimento sobre as plantas comestíveis até o uso do fogo como principal artifício, para transformar o alimento bruto em um produto cultural, ou seja, comida. A cozinha assim, funda a própria civilização."

Esse intróito aí de cima é para dizer que na segunda-feira (22/) a Comissão de Cultura da Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro), presidida pelo deputado Zaqueu Teixeira, realizou o seminário Gastronomia como Cultura, em parceria com o Projeto Maravilhas RJ - do qual eu sou o coordenador - e o Instituto Maniva, presidido pela chef Teresa Corção. O objetivo é,  além de fazer com que a gastronomia seja considerada oficialmente como cultura no Estado do Rio, traçar políticas públicas para a produção gastronômica fluminense.

O seminário, que foi muito rico e produtivo, contou com a participação da primeira-dama do estado, Maria Lucia Jardim (que, ao lado do governador Pezão, é grande incentivadora da gastronomia fluminense).
O encontro  reuniu representantes de áreas ligadas à alimentação para olhar para gastronomia como cultura e desenhar uma política pública para o estado, que permita efetivar, implementar e fortalecer políticas e programas existentes e abrir novas vias com a dimensão cultural.

Foi criado um Grupo de Trabalho que começará a desenhar um projeto de Lei a partir das colaborações e discussões ocorridas no encontro. O grupo vai sistematizar a proposta para ser colocada em consulta pública.

Entre as reivindicações em pauta estão a busca pela valorização dos agricultores familiares, e consequentemente uma redução do uso de agrotóxicos e produtos industrializados, o fortalecimento das feiras orgânicas e do circuito das rotas gastronômicas do Estado, valorizando o turismo da região, e o alimento como ferramenta pedagógica na escola, abrindo portas para que o tema seja trabalhado também no âmbito da educação e da transformação de hábitos alimentares.

Além do direito ao gosto e as diversas formas de se alimentar, também foi discutida a ideia de incluir uma disciplina de gastronomia na rede estadual de ensino, como matéria eletiva. Acho que o estudo de uma disciplina como a história da gastronomia no Estado do Rio permitiria que os estudantes entendessem o conceito de território e, consequentemente, a cultura da nossa região.

Vamos acompanhar e apoiar.


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17/06/2015 16h19

Eu sou notícia
Chico Junior

Por que o Facebook faz tanto sucesso? Por que é uma das grandes mídias do momento? Por que os responsáveis pelas mídias tradicionais (jornais, rádios, revistas, TVs) estão tendo que rever a forma de se comunicar com o público? Por que jornalões como o New York Times, o The Guardian e até a BBC, em um acordo comercial com o Facebook, passam a publicar seus conteúdos no FB?

É claro que existem inúmeras razões, mas, para mim, a grande e principal razão é que a comunicação da informação está deixando de ser privilégio dos tradicionais veículos de informação. É por que eu virei notícia, você virou notícia, nós viramos noticia para milhares de pessoas que nos seguem, nos acompanham, nos "curtem", mesmo que virtualmente. Notícia está deixando de ser aquilo que os veículos tradicionais acham que é notícia. Por isso, têm que acompanhar as chamadas mídias sociais - entre elas, principalmente, o FB -, têm que interagir com as redes, ver o que está sendo conversado e divulgado pelas redes. Há profissionais dos tradicionais veículos de informação acompanhando o que é veiculado nas redes sociais, principalmente o Face. E, obviamente, utilizando em suas matérias, fotos e textos veiculados no Face. As mídias sociais viraram fontes de informação. Um político, um ator famoso, um govenador e até o (a) presidente da República, publica algo no Twitter, por exemplo, e logo o seu pensamento, a sua fala, vira notícia.

Me interessa saber o que faz ou fez um amigo, uma namorada, uma ex-mulher, um grupo de pessoas interessadas em um mesmo assunto, participar desses grupos. Não se trata apenas de "querer saber da vida dos outros"; a questão se chama interatividade. Eu quero interagir, você quer interagir. E uma determinada comunicação minha ou sua, passa a ser notícia para nós. Notícias pelas quais eu tenho o maior interesse.

Além disso, e por isso, não é à toa que os sites de encontros fazem tanto sucesso na rede, principalmente o Tinder que, como os seus de cerca de 10 milhões de cadastrados no Brasil, está bombando lá fora e aqui no Brasil, segundo maior mercado do aplicativo, atrás apenas dos Estados Unidos. É uma forma rápida e, em muitos casos, eficaz, de promover relacionamentos. Os sites de encontros não deixam de ser, também, uma rede social.

Por falar nisso, o que você está fazendo agora?


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