Comissão técnica elogia a arbitragem
Redação SRZD | Aperibeense | 13/11/2008 12:01
Ao contrário da rodada anterior, quando a comissão técnica do Aperibeense saiu insatisfeita com a atuação do trio liderado pelo árbitro Leonardo Garcia Cavaleiro, desta vez o desempenho de Gutemberg de Paula Fonseca, auxiliado por Wagner Almeida Santos e Jackson Lourenço Massara dos Santos, foi alvo de elogios por parte do elenco alvinegro.
Um dos mais satifeteitos com a atuação do trio foi o supervirsor de futebol do time de Aperibé, Professor Viana: "Que arbitragem maravilhosa! Se meu time tivesse sido eliminado hoje, eu não acharia ruim porque hoje a arbitragem não interferiu no resultado da partida. Seria bom se fosse sempre assim", torce.
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Fábio Tosca: herói ou vilão da rodada?
Stéfano Salles | Aperibeense | 13/11/2008 11:40
Aos 42 minutos do segundo tempo, quando Fábio Tosca marcou o gol que empatou em 1 a 1 a partida contra o Tigres, nesta quarta-feira, em Edson Passos, o atacante recolocou o Aperibeense na briga pelo inédito acesso à Primeira Divisão. Porém, se a torcida do Gigante da Beira Linha passou a ter motivos para comemorar, duas outras ficaram mais apreensivas. O empate impediu que Bangu e Tigres garantissem antecipadamente à Primeira Divisão, e um deles pode perder a vaga na última rodada, embora ainda sejam favoritos.
Bangu e Tigres ainda dependem apenas de si. Caso vençam seus jogos, estarão na Primeira Divisão. Já o Galo do Noroeste precisará vencer o líder Bangu em Moça Bonita, além de precisar de um tropeço do Tigres, em casa, contra o lanterna e eliminado Olaria.
Experiente atacante, Fábio Tosca se mostrou alheio à situação dos rivais. "Graças a Deus consegui marcar esse gol, e agora o Aperibeense chega vivo à última rodada. Temos chances de subir e tenho muita fé que vamos chegar lá", profetiza.
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A cartada final: Aperibeense perde mando de campo
Redação SRZD | Aperibeense | 09/11/2008 15:47
Antes mesmo de entrar em campo para o jogo contra o Olaria, a diretoria do Aperibeense foi surpreendida com uma má notícia: a equipe do Noroeste Fluminense foi punida com a perda do mando de campo por uma partida e não poderá encarar o Tigres em seu estádio e o Departamento Técnico da Ferj indicou para a partida o Estádio Giulite Coutinho, do América, em Mesquita.
A punição é referente ao não pagamento das despesas de borderô na vitória por 1 a 0 sobre o Bangu na última quarta-feira. De acordo com o regulamento da competição, o clube ficaria sujeito a punições caso não arcasse com o pagamento de uma partida na véspera do jogo seguinte.
Para Índio, técnico da equipe, faltou critério para a punição. "Normalmente, quando uma equipe perde o mando de campo, ela tem que atuar a pelo menos 100 km de distância de sua casa. Trazer a partida para Edson Passos é um absurdo, são quase 300 km de distância e há outras alternativas mais próximas a Aperibé", lamenta. O departamento jurídico do clube está mobilizado para tentar solucionar a questão já nessa segunda-feira.
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"Querem nos tirar no apito", denuncia Zé Romário
Stéfano Salles | Aperibeense | 09/11/2008 11:06
Um dos mais indignados com a atuação do trio de arbitragem formado por Leonardo Garcia Cavaleiro, Marçal Rodrigues Mendes e Vinícus da Vitória Nascimento na vitória do Olaria por 2 a 1 sobre o Aperibeense era Zé Romário. O camisa 1 do Gigante da Beira Linha se divide nas funções de jogador e dirigente, como goleiro e vice presidente de futebol.
"O que fizeram aqui (em Edson Passos) com a gente nesse jogo foi uma vergonha. Querem nos tirar da competição no apito, mas isso não vai dar certo. Se sairmos, será pela vontade de Deus, e não pelos desejos dos homens", explica o goleiro-dirigente que, como prova de sua fé, leva no uniforme a inscrição "Jesus te ama".
Apesar da indignação, Zé Romário não esqueceu circunstâncias ainda mais dificeis vividas nos campos de futebol do estado. "Isso aqui é um absurdo, mas quando eu jogava no Friburguense passei por coisas ainda piores. Jogar contra o Americano em Campos, por exemplo, era certeza de derrota e de influência decisiva do trio de arbitragem", avalia.
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Índio afirma que sempre acreditou no sucesso do Aperibeense
Leandro Nunes | Aperibeense | 06/11/2008 11:27
Índio não titubeou e garantiu após a vitória sobre um velho conhecido, que apostava no sucesso da equipe que poderá já nas duas próximas rodadas e assim de forma antecipada, garantir a classificação para a Primeira Divisão. Para isso o time terá que vencer o Olaria, no Rio, no sábado (8) e o Tigres, em Aperibé, na próxima quarta-feira (12).
"Eu acho que no futebol nós temos que acreditar sempre. Todas as quatro equipes são muito qualificadas e estão no mesmo nível, portanto, esperava por esses resultados sim e essas perspectivas. Nessa vitória sobre o Bangu temos a consciência que jogamos muito bem e poderíamos ter vencido de dois ou três. O importante é que a vitória veio com muito suor e sobre um grande time que é o Bangu. O campeonato está em aberto. Esperamos poder trazer uma vitória diante do Olaria para poder decidir em casa contra o Tigres, para que não haja a necessidade de depender do último jogo que será contra este mesmo Bangu, mas lá na casa deles, onde sabemos perfeitamente que é muito complicado vencer", avalia o treinador.
Para ele, o desempenho da equipe na competição não é surpresa: "O Aperibeense é um conjunto forte, afinado e unido. Em uma equipe de futebol, havendo união a tendência é crescer e estamos crescendo no momento certo. Em toda a competição tivemos apenas quatro derrotas e chegamos no quadrangular final com todas as condições de conquistar a nossa classificação".
Ser chamado de carrasco do Bangu não o causa euforia, mas com toda certeza lhe dá uma condição de ser visto como um treinador que já fez dentro de campo e agora cobra fora das quatro linhas. O reencontro com o Bangu, mesmo adversário que venceu em 1985, na disputa de pênaltis defendendo o Coritiba, como atacante da equipe que sagrou-se campeã brasileira, em pleno Maracanã, faz o comandante relembrar o momento inesquecível, mas garante que são situações bem distintas, mas extremamente prazerosas.
"Por enquanto aqui no estadual estamos bem, mas ainda vamos nos encontrar ainda e como disse, esperamos não estar precisando deste resultado. E com relação ao título do Brasileiro, era outro tempo, uma outra situação e até bem mais valorosas. Hoje estou aqui fora das quatro linhas e felizmente conseguindo desempenhar um belo trabalho aqui no Aperibeense, que é um time que passa por dificuldades, mas vem superando tudo e conquistando seu espaço".
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Gigante, Aperibeense vence o Bangu e esquenta a briga
Leandro Nunes | Aperibeense | 06/11/2008 11:06
O Gigante da Beira Linha se mostrou mais uma vez um temido e cruel adversário para aqueles que o afrontam dentro de seu território, e foi assim que o Aperibeense conquistou mais uma vitória no quadrangular final da Segunda Divisão, ao derrotar na tarde desta quarta-feira, o Bangu, por 1 a 0, no Estádio José Gonçalves Brandão Filho, em Aperibé. O gol da vitória foi marcado por Marquinhos Moreno, aos 21 minutos do primeiro tempo.
Com o resultado, o Aperibeense assumiu a segunda colocação com seis pontos, um a menos que o Tigres, que ao vencer o Olaria, também por 1 a 0, tomou a liderança com sete pontos. O Bangu tem quatro e o Olaria ainda não pontuou. Na próxima rodada, a primeira do returno, o Aperibeense encara o Olaria, em Édson Passos, e em Xerém, jogam Tigres e Bangu.
Bangu começa melhor e usam as bolas aéreas
As duas equipes se enfrentaram na terceira fase e no mesmo local, quando o time visitante se aproveitou de uma arma de muita eficácia, que foram as bolas aéreas e na ocasião venceu por 3 a 1. Desta vez o Bangu encontrou um adversário precavido, que já conhecia as virtudes do adversário.
Até os 20 minutos, foram nada mais nada menos do que sete escanteios favoráveis ao Bangu, seis em seqüência, e em três, a bola atravessou a risca do gol e insistia em não entrar, com o goleiro Zé Romário, que se mostrava inseguro, contando efetivamente com a sorte e com um guardião em especial, o zagueiro Ronzei, que com apenas 20 anos, demonstrava uma disposição e segurança destacada.
E aos 21 surgiu aquele que seria o único gol da partida. Fábio Tosca viu Marquinhos Moreno entrando pela direita e fez a inversão da jogada, contando com a infelicidade do zagueiro Abílio que não fez o corte. Moreno dominou e ainda fora da área chutou forte, no ângulo esquerdo do goleiro Cléber, que foi nela, mas em vão, 1 a 0.
O Bangu sentiu o golpe, mas aos poucos recuperava a eficiência. Mas foi do time da casa a grande chance de marcar novamente. Aos 32 minutos, Fábio Tosca recebeu dentro da área pela esquerda, e sem marcação tocou na saída de Cléber, para fora.
Insatisfeito com a atuação de seu ataque, o treinador Roy fez a primeira alteração, colocando Zaror entrou em lugar de Sassá, que saiu zangado, aos 36 minutos.
Gigante do meio-campo com a camisa 7
Com o resultado adverso, o Bangu pressionava, mas não conseguia transformar em chances reais a sua superioridade e domínio de bola. Já o Aperibeense sabia jogar com a vantagem e o desespero de seu adversário, saía sempre em velocidade e pelos extremos.
Já no meio campo contou no segundo tempo principalmente com a força de um verdadeiro guerreiro, Willian, que impôs sua raça que impulsionava todo o time. Enquanto isso o treinador Roy tentava encontrar uma forma de seu time, que demonstrava muita vontade, mas não encontrava o caminho do gol. A maior prova é que o Aperibeense foi o time que mais chegou. Aos 12 e 16 minutos com Adão, sendo que na segunda oportunidade, o atacante já dentro da área deixou um adversário no chão e de frente com Cléber bateu para fora.
Um novo contra-ataque foi armado já aos 29, quando o experiente jogador Ronaldo já havia entrado em lugar de Adão, que não gostou nada de ter sido substituído. Vander entrou no lugar de Jônatan. E foram os dois com sangue novo que armaram a saída em velocidade, até que chegasse em Moreno, que não teve perna para dar seqüência a jogada.
Aos 31 minutos o tempo fechou. O goleiro Cléber e o atacante Fábio Tosca trocaram agressões na frente do árbitro Marcelo de Lima Henrique, que não tomou uma posição mais enérgica, e mesmo vendo o arqueiro atingindo o peito do adversário, apenas aplicou o amarelo, aliviando a barra de ambos que fizeram por onde merecer as expulsões.
Roy colocou mais um atacante em campo, aos 34, com a entrada de Alexandre Borges no lugar de Edinho. Mesmo assim o time não criava. Quem criou uma situação inusitada foi o goleiro Zé Romário, que aos 35 minutos, foi dominar n o peito uma bola recuada e quase se atrapalhou, dando um grande susto na torcida e companheiros.
Vitinho, que entrou no lugar de Neném contundido, teve a grande chance de sacramentar o jogo, aos 38. Dentro da área ele fez a conclusão e Cléber fez grande defesa, e no rebote o próprio Vitinho ainda caído tocou na bola, mas não conseguiu colocar no gol.
A última grande oportunidade do Bangu foi com Vitor Hugo, que entrou pela esquerda e bateu rasteiro, aos 41, para boa defesa sem rebote de Zé Romário.
O árbitro Marcelo de Lima Henrique apontou seis minutos de acréscimo e mesmo com mais esse tempo pela frente, o Bangu não conseguiu chegar a igualdade, tendo mais uma boa seqüência de escanteios, o que totalizou 16 durante os bem mais de 90 minutos.
"A gente sabe das nossas dificuldades e limitações, mas temos que ganhar nem que seja na vontade, e hoje mais uma vez foi assim. Nosso time tem muita qualidade e por isso que tem conquistado esses resultados", disse após a partida o meia Willian.
A partida
Estádio: José Gonçalves Brandão Filho (Aperibé-RJ).
Árbitro: Marcelo de Lima Henrique.
Assistentes: Dibert Pedrosa Moisés e Marcelo Braz Mariano.
Aperibeense: Zé Romário, Neném (Vitinho), Wagner, Ronzei e Jorginho; Geovane, Willian, Jônatan (Vander) e Marquinhos Moreno; Fábio Tosca e Adão (Ronaldo). Técnico: Índio.
Bangu: Cléber, Valdir, Abílio, Márcio Cleick e Baiano; Edinho (Alexandre Borges), Beto, Fred (Gleison) e Victor Hugo; Sassá (Zaror) e Bruno Luiz. Técnico: Roy.
Gol: Marquinhos Moreno - 21/1º (APE)
Cartões amarelos: Ronzei, Willian e Adão (APE); Cléber e Márcio Cleick (BAN)
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Aperibeense recebe "reforços" para a partida contra o Bangu
Leandro Nunes | Aperibeense | 04/11/2008 14:40

O goleiro Zé Romário criticou as arbitragens das partidas contra o Bangu, na terceira fase, e contra o Tigres, no quadrangular final.
Na preparação para o jogo decisivo contra o Bangu, válido pela terceira rodada do quadrangular final da Segundona, o clima em Aperibé é o melhor possível. O time tem os retornos de Wágner, Willian, Jorginho, Marquinhos Moreno e Adão, disponibilizando a forma máxima para o técnico Índio.
O goleiro Zé Romário tem a receita para o time sair vitorioso no confronto contra o alvirrubro, que lidera a fase final.
"Temos criado muitas oportunidades de marcar durante os jogos, e contra o Bangu temos que fazer como foi contra o CFZ, quando criamose marcamos três gols nos primeiros minutos. É jogo de decisão e é comesse espírito que temos que estar", afirmou.
Para aumentar ainda mais a motivação do time, que ocupa a terceiraposição no quadrangular final com três pontos, os jogadores do Aperibeense receberam a notícia que tanto os agustiava háalgumas semanas: no final da tarde desta terça-feira (4), ou nomais tardar, na manhã desta quarta-feira (5), serão pagos os salários do mês de setembro.
"Tivemos a confirmação de que opagamento será feito. A diretoria está vendo a possibilidade de dentrode mais 15 dias pagar o de outubro, para que quando chegar em dezembro,possa estar tudo em dia, inclusive o que tem ainda da Copa Rio. Isso independe da classificação ou não para a primeira divisão", garantiu Zé Romário, que também é vice-presidente do clube.
Arbitragem preocupa
Se o clima é de euforia pelos salários pagos e pelo retorno de jogadores importantes, a arbitragem ainda deixa a todos do Aperibeense preocupados. O time teria sido prejudicado em duas partidas decisivas: contra o Bangu, em Aperibé, na terceira fase, e contra o Tigres, na segunda rodada do quadrangular final. Zé Romário não poupou críticas nem nomes.
"Aqui está tudo sob controle, e estamos preparados para enfrentar o Bangu, que é um time perigoso, mas entendo que a nossa equipe é, no mínimo, do mesmo nível. Temos conversado muito sobre as arbitragens, pois fomos muito prejudicados contra o próprio Bangu, quando jogamos aqui na terceira fase e contra o Tigres, no último jogo. Esperamos que isso não aconteça de novo. O Marcelo (de Souza Henrique, árbitro da partida) é um profissional de conceito, e não vai querer se sujar como fez o Índio, no jogo contra o Bangu, e o tal do Adricélio, contra o Tigres", declarou o goleiro-dirigente.
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Índio diz estar satisfeito, mesmo após derrota para o Tigres
Colin Foster | Aperibeense | 02/11/2008 01:16
Superar dificuldades tem sido a tônica da campanha do Aperibeense na Segundona. E foi seguindo essa linha que o treinador Índio fez sua análise da derrota por 1 a 0 para o Tigres. Para ele, a equipe se portou bem, mesmo bastante desfalcada, e poderia ter saído com, no mínimo, um empate de Xerém.
"Foi um bom jogo, eu estava preocupado com a equipe, pois tínhamos muitos desfalques. Mesmo assim a equipe teve brio, lutou bastante e teve chances de empatar. Infelizmente o resultado não veio, mas ainda estamos na briga", analisou o técnico.
Em terceiro lugar, apenas um ponto atrás de Bangu e Tigres, o Aperibeense pode terminar o primeiro turno do quadrangular final na liderança, caso vença o Bangu em casa na próxima quarta-feira (05). A receita, segundo Índio, é a mesma de sempre: muita luta.
"Temos de ter tranqüilidade, vamos jogar contra o Bangu na quarta-feira, e se ganharmos nós os passamos. Está tudo aberto, vamos lutar para ir em busca da classificação. Os jogadores estão trabalhando com o coração, e isso é o mais importante", declarou o técnico, que fez mais elogios ao elenco.
"Eles estão buscando um lugar ao sol, e se fizerem boas partidas, vão sempre conseguir clubes para jogar", garantiu.
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Aperibeense reclama da arbitragem contra o Tigres
Colin Foster | Aperibeense | 02/11/2008 00:14
As arbitragens da Segundona têm tomado cada vez mais a cena no futebol do estado. Na partida deste sábado entre Tigres e Aperibeense, os jogadores do time do norte-fluminense saíram de campo indignados com Adricélio André dos Santos.
Durante o jogo, as reclamações eram constantes, principalmente no banco de reservas do Aperibeense. No final da partida, o lateral-direito Neném era um dos mais exaltados, e não poupou críticas ao árbitro.
"Foi uma pouca vergonha o que aconteceu. A arbitragem do Rio de Janeiro está com uma falta de ética danada. O cara (Adricélio dos Santos) veio aqui para assaltar a gente", bradou.
Já o treinador Índio, preferiu amenizar a situação, e apenas deixou subentendido que o árbitro possa ter prejudicado sua equipe. Ele disse que prefere deixar as reclamações com a diretoria.
"A arbitragem foi complicada, e todos que estiveram aqui viram, mas não gosto de falar disso. É a direção do clube que tem de resolver essas coisas, e espero que eles tomem as providências necessárias", declarou.
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Aperibeense tenta superar crise financeira, de olho no acesso
Leandro Nunes | Aperibeense | 30/10/2008 15:19

Enfrentar Bangu, Olaria e Tigres não é a única dificuldade que o Aperibeense tem de superar para chegar à primeira divisão de 2009. Outro grande adversário pode prejudicar as pretensões do clube neste ano: depois da derrota nas eleições municipais para o candidato Doutor Flávio (PSB), o atual prefeito de Aperibé, Foguetinho (PMDB), sumiu e as contas e salários deixaram de ser pagos.
Sem o valor de aproximadamente R$45 mil mensais, o goleiro Zé Romário, que é o vice-presidente do clube, confessou que o time tem entrado em campo sem saber o que vem pela frente, e sprays analgésicos, ataduras e esparadrapos, por exemplo, têm faltado.
"Esse problema tem a ver com o momento difícil que vivemos aqui noclube. A situação está muito complicada e estamos tendo que nos virarpara segurar a onda, e o resultado é esse aqui também", desabafou ojogador, que saiu contundido no intervalo.
Os dirigentes do clube e o presidente Reginaldo Pontes não querem falar no assuntoneste momento em que o clube está próximo de um sonho que parecia impossível. Para eles, como o elenco está até o momento conseguindosuperar a crise, o melhor é tentar ignorar os problemas. Mas já existem comentários nosbastidores de que, se não houver uma solução até a próximasemana, tudo poderá ficar diferente.
"Os jogadores estão sendo bastante homens, pois vêm passando pornecessidades financeiras e, mesmo assim, não abaixaram a cabeça e continuamtrabalhando. O que disse para eles é que de repente hoje você dá umpasso atrás em termos financeiros, para dar três passos à frente maistarde. Esperamos mesmo quepossamos chegar à Primeira Divisão com esse elenco que está semostrando especial", declarou o treinador Índio.
Foguetinho garantiu que tudo iria melhorar
No dia 26/05, logo depois de voltar ao poder após ter sido afastado por quase três meses da prefeitura por improbidade administrativa, Foguetinho garantiu que tudo iria melhorar no Aperibeense. O FutRio apurou na época a crise que o clube vivia por não ter recursos financeiros para se manter na disputa da Copa Rio.
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Marquinhos Moreno exalta união e força do grupo do Aperibeense
Leandro Nunes | Aperibeense | 30/10/2008 10:30

Da cidade de Aperibé vem o grande destaque da vitória por 2 a 1 do Aperibeense sobre o Olaria, na tarde desta quarta-feira (30). Aos 29 anos, o meia Marquinhos Moreno, camisa 10 do Gigante da Beira Linha, abusou das jogadas de efeito e da objetividade, fazendo a defesa do time leopoldinense passar por maus momentos.
O jogador, que conquistou seu espaço durante a disputa da Segundona, vive intensamente o bom momento do clube, e garante que não há uma fórmula de sucesso que resultou na campanha, apenas a união do grupo, que ultrapassa até mesmo os problemas financeiros do time.
"Não tem segredo no time. O que prevalece é a união de um grupo forte, que não tem divisão nem panelinha. Estamos passando por dificuldades, mas quando o time entra em campo não deixamos isso nos abater. Estamos desempenhando o nosso papel e nessa seqüência de jogos está dando para mostrar que os da casa também têm valor", declarou Moreno.
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No peito e na raça, Aperibeense derrota o Olaria por 2 a 1
Leandro Nunes | Aperibeense | 30/10/2008 00:53

O Aperibeense deu uma verdadeira demonstração do que é colocar o coração na ponta da chuteira na tarde desta quarta-feira (29). O Gigante da Beira Linha deixou os problemas financeiros de lado, e venceu o Olaria por 2 a 1 no Estádio José Gonçalves Brandão Filho, em Aperibé. Os gols foram marcados por Wallacer e Willian para o time da casa, e Assumpção fez o único da equipe carioca.
Time da casa é superior e sai na frente no primeiro tempo
O Galo de Aperibé mostrou desde o apito inicial que quem cantaria era o time da casa, e assim foi. Aos seis minutos, Marquinhos Moreno, que se tornaria o destaque do jogo, pediu pênalti, não marcado pelo árbitro Wagner dos Santos Rosa, que ainda deu cartão amarelo. Quatro minutos depois, o meia fez passe perfeito e deixou Fabiano de frente com o goleiro Vinícius, que fez bela e arrojada defesa.
O Olaria achou o caminho para sair para o jogo, e sua principal arma era mais uma vez o artilheiro Assumpção, que sofria forte marcação. As tentativas pelo alto não davam certo, e as bolas alçadas na área sempre encontravam o goleiro Zé Romário.
Aos 26 minutos, Fabiano deu um pique forte na lateral do campo e sentiu uma fisgada na coxa direita, e foi substituído por Wallacer, que entrou para mudar o jogo. Na sua primeira participação, passe em profundidade para Willian que fez boa jogada, mas não marcou.
Aos 35, foi a vez de Moreno voltar a brilhar, em jogada individual. O meia passou por dois adversários com um belo drible de corpo e, da entrada da área, bateu firme, mas o goleiro Vinícius fez uma defesa para ficar registrada na memória do torcedor. Porém, para a infelicidade do arqueiro, a bola não saiu e Fábio Tosca chegou primeiro que a marcação, e cruzou na medida para Wallacer bater de rasteiro, de esquerda, no canto de Vinícius, que dessa vez nada pôde fazer: 1 a 0.
Zé Romário fica de fora, mas a sorte e determinação continuam
Na volta dos vestiários, uma cena preocupante: o goleiro do Aperibeense, Zé Romário, voltou a sentir o adutor da coxa direita e, depois de chegar a voltar com o time para o campo de jogo, não esperou nem a bola rolar para pedir a mudança. Em seu lugar entrou Jéferson.
Se de um lado Moreno brilhava, chegou a vez do outro camisa 10 em campo mostrar que sua estrela também apareceria: Assumpção recebeu passe de Willian em penetração pelo meio e arriscou chute de fora da área, surpreendendo Jéferson, que viu a bola entrar no canto esquerdo, igualando o placar. Dois minutos depois, Givaldo teve a grande chance de virar, mas ao tentar encobrir Jéferson, bateu para fora.
A igualdade no marcador teve um efeito contrário nas equipes. Enquanto o Olaria esfriou, o Aperibeense ganhou novamente o campo de jogo e partiu com tudo pra cima. Aos 29, Moreno voltou a ação: driblou três adversários pela direita em jogada de pura categoria e deixou o experiente Neném livre e sem goleiro para marcar, mas o ala bateu por cima.
O gol da vitória parecia questão de tempo. E foi mesmo. De pouco tempo. Aos 31, contando com a sorte, o Galo de Aperibé cantou alto. Depois de cobrança de falta de Neném, na entrada da área, que desviou na zaga, a bola explodiu no peito de Willian e encobriu o goleiro Vinícius, de dois metros de altura, e morreu no fundo da rede: 2 a 1.
Daí pra frente o Olaria não conseguiu mostrar poder de reação. Mesmo com as mudanças de Toninho Andrade, colocando o time ainda mais ofensivo, foi o Aperibeense que quase marcou, aos 43, quando Neném recebeu na entrada da área e bateu para defesa de Vinícius. No lance final, em uma cobrança de escanteio, o goleiro foi para a área do adversário para tentar ajudar o seu ataque, mas de nada adiantou e o Olaria voltou para casa sem sequer um ponto.
A partida
Estádio: José Gonçalves Brandão Filho (Aperibé-RJ)
Árbitro: Wagner dos Santos Rosa.
Assistentes: Wagner de Almeida Santos e Cláudio José de Oliveira Soares.
Aperibeense: Zé Romário (Jéferson), Neném, Wagner, Arthur e Jorginho; Geovane, Willian, Jhonatan (Éverton) e Marquinhos Moreno; Fábio Tosca e Fabiano (Wallacer). Técnico: Índio.
Olaria: Vinícius, Juan, Jordan, Marlon e Silas; David, Marcos, Marcelo (David) e Assumpção; Willian (Hernandes) e Givaldo (Leandro). Técnico: Toninho Andrade.
Gols: Wallacer - 35/1º (APE); Assumpção - 17/2º (OLA) e Willian - 31/2º (APE).
Cartões amarelos: Neném; Wágner; Geovane; Willian e Marquinhos Moreno (APE); Willian e Marlon (OLA)
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Aperibeense chega de surpresa e quer seu "lugar ao sol"
Leandro Nunes | Aperibeense | 29/10/2008 15:08
Lá se foram três meses de competição e eis que é chegado o dia da abertura da última fase da Segundona. A disputa que se iniciou no dia 26 de julho com a presença de 26 equipes terá nesta quarta-feira (29) a abertura do quadrangular final com os jogos entre Bangu e Tigres, em Moça Bonita, e Aperibeense e Olaria, em Aperibé.
No Estádio José Gonçalves Brandão Filho, em Aperibé, o time da casa recém chegado ao futebol profissional, quer fazer valer a força de jogar em casa para chegar a elite do futebol carioca. Do outro lado o Olaria, clube tradicional e que luta por seu retorno à elite.
Ciente de que entre os quatro classificados estão dois clubes com forte tradição e história, que são Olaria e Bangu, além do Tigres, que tem um aporte financeiro destacado, o treinador do Aperibeense, Índio, campeão brasileiro pelo Coritiba como jogador, em 1985, aposta na força do seu conjunto e torce pela lealdade das arbitragens na reta final.
"As quatro equipes que chegaram até aqui têm totais condições de subir. Espero que não haja nenhuma intenção por parte de quem comanda o campeonato para beneficiar alguém, até porque hoje em dia é mais difícil armar, pois todos os jogos serão filmados. Se for só dentro de campo, nosso time tem futebol para conseguir o acesso", disse Índio.
A equipe chegou na fase final com uma bela campanha e sempre de recuperação, com 22 jogos, 13 vitórias, sete empates e quatro derrotas, com 29 gols marcados e 21 sofridos. Mas para a última fase o treinador perdeu três jogadores importantes. O atacante Luiz Cláudio, que foi punido pelo TJD com 120 dias, além de Magal e Adão que estão contundidos.
Um detalhe que chama atenção na campanha do Aperibeense é que nas três primeiras fases a equipe terminou sempre na segunda posição. Se o feito se repetir nesta quarta fase, será suficiente para que o Gigante da Beira Linha viva o melhor momento de sua história: o acesso à Primeira Divisão.
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Índio promove mudanças no Aperibeense
Redação SRZD | Aperibeense | 14/10/2008 17:33

O técnico Índio precisará fazer duas mudanças na equipe para a partida desta quarta-feira, em casa, contra o Bangu. O atacante William, expulso na derrota para a Portuguesa, ainda não tem substituto definido: Adão, atacante recém recuperado de contusão e o volante Giovani disputam a vaga. Wagner também desfalcará a Alvinegro. O zagueiro saiu contundido na última partida e dará vaga a Wallace, que entrará no meio-de-campo, voltando ao esquema de dois zagueiros, utilizado nos jogos disputados em Aperibé.
Apesar da goleada por 4 a 1 sofrida para a Portuguesa, o ambiente na equipe permanece bom: "Nosso objetivo era conquistar pelo menos 50% dos pontos disputados fora de casa, e conseguimos isto ao vencer o CFZ, apesar de termos perdido agora para a Portuguesa. Teremos agora três jogos em casa e a meta é somar os nove pontos em disputa. O Aperibeense depende apenas dele para sguir na competição", afirma o treinador.
Para Índio, ainda não é hora de sonhar com o acesso à Primeira Divisão: "Estamos trabalhando duro, pensamos por etapas e, para chegar lá, precisaremos antes passar para a próxima fase, para ficar entre os quatro e, aí sim, tentar ficar entre os dois primeiros para subir. Mas vamos por etapa, com um trabalho sério e muita dedicação", promete.
Arbitragem
Apesar das recentes reclamações dos clubes que tiveram o Bangu como adversário, o técnico Índio garante que não estar preocupado com a atuação do trio de arbitragem, que será formado Luiz Antônio Silva dos Santos, Ediney Guerreiro Mascarenhas e Marco Aurélio dos Santos Peçanha.
"O Luiz Antônio é um árbitro de alto nível, de Primeira Divisão, e será observado pela Ferj. Hoje tudo é gravado e qualquer falha, seja de jogador ou de árbitro, fica registrada e não é legal para ninguém. Tenho certeza que ele fará um excelente trabalho aqui", afirma.
Agenda
15/10 - Aperibeense x Bangu (15h)
18/10 - Aperibeense x CFZ (15h)
22/10 - Aperibeense x Portuguesa (15h)
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Após goleada, Índio quer três vitórias seguidas em casa
Colin Foster | Aperibeense | 11/10/2008 23:14
Após a bela vitória por 3 a 1 sobre o CFZ, fora de casa, na estréia da equipe na terceira fase da Segundona, o Aperibeense foi impiedosamente goleado pela Portuguesa na Ilha do Governador. Apesar disso, o treinador do alvinegro, Índio, não se mostrou muito preocupado.
Segundo o comandante da surpresa da competição, o objetivo de conquistar 50% dos pontos nas duas partidas seguidas fora de casa foi atingido. Agora, a meta é vencer os três jogos que a equipe fará em seqüência na cidade de Aperibé. De acordo com Índio, se isso acontecer, o time estará classificado para as semifinais.
"No futebol é assim. Foram dois tempos distintos, começamos melhor, tivemos chance de virar no fim do primeiro tempo, mas não conseguimos. Depois, na segunda etapa, a equipe desandou. Mas conseguimos alcançar o objetivo proposto, que era de conquistar 50% dos pontos nas partidas fora de casa. Agora, teremos três jogos em casa e, se vencermos todos, estaremos, com certeza, classificados", analisou.
O único fator do jogo que preocupou o treinador do Aperibeense foram os três gols sofridos de bola parada. Índio afirmou que isso não pode acontecer e que será um dos pontos a serem trabalhados para o próximo jogo, na próxima quarta-feira (15), em Aperibé, contra o Bangu.
"Eu peço para eles (jogadores) não irem para dentro do gol, porque aí, em qualquer bola alçada na área, basta alguém desviar que é gol. Foi justamente isso o que aconteceu hoje. Vamos conversar sobre na segunda-feira (13), pois não podemos tomar gols dessa maneira. O jogo estava eqüilibrado e as bolas paradas definiram, lamentou, para depois adotar um discurso mais positivo: "Vamos ter tranqüilidade, estamos no páreo", completou Índio.
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